Do G1
Foi uma situação até curiosa: Falcão discorrendo suas visões de futebol e atrás dele, de pé, cinco atletas que formam boa parte da armadura do Inter em suas lutas pelos campos. Na chegada ao Beira-Rio, o novo técnico do Inter se cercou dos principais atletas do elenco. Sua apresentação, a pedido do clube, teve as presenças do capitão do time, Bolívar, e de quatro referências técnicas do grupo: D’Alessandro, Tinga, Kleber e Rafael Sobis.
Falcão conhece a engrenagem de um vestiário. Ele sabe que precisará ter total controle sobre um elenco de voz forte como o do Inter, com jogadores experientes e campeões. O primeiro contato, não por acaso, foi recheado de elogios.
– Esses cinco atletas representam o grupo de jogadores do Inter. Na minha juventude, lá no juvenil, quando fui para a seleção, trabalhei com o pai do Bolívar. Está bem o cachorrão? Éramos amigos. Ele jogava no Grêmio, e eu no Inter. O Tinga eu conheço há longo tempo. O D’Alessandro é um jogador que eu admiro muito, porque incorpora talento e raça. Futebol, para mim, é divertimento, não peso. Quero que o torcedor saia se divertindo. O Sobis tem muita identificação com o Internacional. O Guiñazu, que não está aqui, combina qualidade com esforço, algo que o torcedor tanto admira. O Kleber é macaco velho. Acho que ele foi injustiçado algumas vezes na Seleção. Dizem que às vezes ele dá uma desligada. Não vai desligar, não – disse Falcão.

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