Alvo de uma ação por danos morais e materiais devido ao pênalti marcado no jogo entre Cruzeiro e Corinthians no Campeonato Brasileiro, o árbitro Sandro Meira Ricci compareceu, nesta sexta-feira, ao Juizado Especial das Relações de Consumo – em Belo Horizonte. A ação é movida pelo torcedor cruzeirense João Carlos Fonseca, que sentiu lesado pelo pênalti marcado a favor do Corinthians – no dia 11 de novembro. A infração foi assinalada aos 41 minutos do segundo tempo, quando o jogo estava 0 a 0.

No lance, o zagueiro Gil saltou para cabecear uma bola atrás de Ronaldo. Com a presença do cruzeirense, o atacante caiu na área e Ricci marcou pênalti. O ex-camisa 9 corintiano se encarregou da cobrança e fez o gol da vitória corintiana. A ação de Fonseca leva em consideração o artigo 30 do capítulo VIII do Código do Torcedor: “É direito do torcedor que a arbitragem das competições desportivas seja independente, imparcial, previamente remunerada e isenta de pressões”. (Com informações do Folhaonline e da ESPN)

11 responses to “Torcedor processa árbitro por pênalti polêmico”

  1. Avatar de Marcelo Maciel

    Com todo o respeito que o nosso amigo João merece, mas processo judicial foi feito pra resolver coisas um pouco mais importantes, apesar de o futebol ser a coisa mais importante dentre as menos importantes, diria Milton Neves.

  2. Avatar de Diogo Papão - SEMPRE PAPÃO!!!!
    Diogo Papão – SEMPRE PAPÃO!!!!

    Tá certo! Tem mais é que processar mesmo! Esse cabras prejudicam o trabalho dos clubes e saem ilesos. Em futebol, só quem é punido severamente são os clubes e a torcida. Os árbitros apenas são afastados e nada mais.

    PROCESSO NELES!!!

  3. Avatar de Tavernard Neves
    Tavernard Neves

    E depois reclamamos da morosidade da Justiça. O volume de processsos é montahoso em razaão de fátos assim.

    1. Avatar de Edmundo Neves
      Edmundo Neves

      rssrsr

  4. Avatar de CARLOS BERLLI
    CARLOS BERLLI

    Assim sendo, é melhor desconsiderar a máxima que errar é humano. Coisa típica de torcedor oco. Na mesma medida deve ser dado aos árbitros o direito de autodefesa por xingamentos e danos morais. Será que o torcedor não esbravejou palavras de baixo calão contra a vítima? Com certeza, então….

  5. Avatar de ANTONIO Valentim

    SE A moda pega, ninguém vai querer arbitrar mais futebol, ou então se parar o jogo para ver na televisão o lance.
    Daqui a pouco tbém vão processar jogadores com base no código do consumidor etc e tal…

    BOM dia a todos do blogue.

    PENSAMENTO do dia:

    ‘A MENTIRA roda pelo mundo antes mesmo que a VERDADE tenha tempo de vestir as calças’ (W. Churchill)

    1. Avatar de Cláudio Santos - Técnico do Columbia de Val de Cans
      Cláudio Santos – Técnico do Columbia de Val de Cans

      Imitando o amigo Gerson: Valentim, essa foi na mosca. Bom dia.

  6. Avatar de CARLOS BERLLI
    CARLOS BERLLI

    Bom dia Valentim.

    Quanto ao pensamento: Muitos dizem que a verdade é nua e a mentira é que se veste de acordo com a necesidade.

  7. Avatar de CARLOS BERLLI
    CARLOS BERLLI

    Em tempo: NECESSIDADE.

  8. Avatar de sahenrique
    sahenrique

    Esse torcedor, no minimo é um frustrado.
    Na ganha dinheiro em sua profissão, se é que tem, é quer se aproveitar. Quanta ignorância e arrogância.

  9. Avatar de Daniel Malcher
    Daniel Malcher

    O torcedor, se encararmos o futebol como um produto consumível (e diretores de clubes, dirigentes de federações e confederações, a seus modos, assim o encaram também), está coberto de razão. Mesmo sabendo que seu time está sujeito a três desfechos ao final de cada partida, houve fraude, acinte e dolo que alteraram substancialmente o resultado do prélio. Com leis mais severas e uma devida adequação, logo isso poderia servir como exemplo e deixar os promotores do espetáculo, a partir de então, com as “barbas de molho”.
    Nos causa estranheza a postura do torcedor por que não é de praxe do brasileiro procurar seus direitos. Em que pese a “banalidade” da ação, tão “fútil” como a de outras ações e que podem supostamente aumentar a letargia na conclusão de processos pelo nosso “nobre” poder judiciário, vale ressaltar que a condução, averiguação, parecer e conclusão de processos pela nossa justiça é lenta por natureza, desde crimes contra a pessoa até violações do direito do consumidor. Só há celeridade quando há pressões da imprensa, da sociedade civil ou quando partes envolvidas apresentam um poder de barganha enorme estão no topo de nossa hierarquia sócio-econômica. Não é a natureza de ações e processos que tornam nosso judiciário lento, amarrado e retrógrado, mas a inadequação deste e sobretudo o seu clientelismo é o que tornam a sua natureza letárgica.

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