14 comentários em “Capa do Bola, edição de quarta-feira, 1

  1. O RobGol dispensa comentários, entendo como EXCELENTE a aquisição dele para trabalhar no futebol do GRANDE BICOLOR AMAZÔNICO, seja qual for a finção ou cargo não importa, o cara conhece do riscado, tem conhecimento e carisma, prá lidar com o mundo do futebol, portanto, parabéns ao GRANDE BICOLOR AMAZÔNICO pela aquisição e para completar o grupo lembro o nome do excelente Miguel Sampaio.

  2. Não será a moleza que era na AL, agora dispondo até de 14º salário. Mas Robgol é do ramo e fará outra boa dupla com Lecheva, caso este continue colaborando na CT ajudando a sacodir a poeira que já cobre o trabalho do velho Giva.

  3. Como jogador, sem comentários!
    Mas como executivo do futebol, o colorido é outro. Mas pode se tornar o melhor produto bicolor em 2011.

  4. Apesar de o motorista da lotação continuar sendo o mesmo, estou otimista de melhores dias no Maior do Norte por novidades como esta em que o ROBGOL embarca nesta viagem que esperamos termine com o acesso a série B. Acredito que em 2011 as providências a serem tomadas se ajustem na medida que as necessidades exigam por influências de pessoas de qualidade que comporão a equipe administrativacomo e bola pra frente. Basta aguardar e esperar que as coisas aconteçam com acompanhamento e intervenções imediatas para dar rumo ao bicolor.

  5. Hoje no Baenão provocaram-me e não fiquei no muro. Entre Robson e Vandik eu ficaria com o segundo. Vandick já fez a transição para o exercício de funções fora das quatro mas dentro do futebol. Robson saiu direto das “quatro” para a tribuna. e não se deu bem.
    PS. não conheço pessoalmente o Vandik e nada contra o Robson.

    1. Grande amigo André, estamos sentindo falta da sua participação mais atuante, como sempre foi. Quanto ao Robson, é melhor esperar pra ver, assim como o Bracali, no Remo. Temos é que rezar, para esses que dizem que pra inicio de trabalho, o Giva é muito caro, pois, são por esses pensamentos que Remo e Paysandu estão aonde estão, ou seja: Um morto(Remo) e, o outro, quase morto(Paysandu).

Deixe uma resposta