Atlético-PR ensina como se faz

Clube grande, que pensa no futuro e não perde contato com o passado, age assim. O Atlético-PR, dono de um dos melhores estádios do país (a Arena da Baixada) está ministrando aulas sobre sua história para os jogadores das divisões de base. Na palestra, o professor Heriberto Machado fala dos títulos mais importantes e apresenta os principais craques da história do Furacão. Belo exemplo, que devia ser imitado por todos os clubes e até pela Seleção Brasileira. Na última Copa do Mundo, o atacante Robinho teve a petulância de dizer que não sabia quem era Nilton Santos e mal lembrava dos craques de 1970. (Com informações do Bola de Meia)

25 comentários em “Atlético-PR ensina como se faz

  1. Pensando melhor. O que teria o time do leilão para conta? Melhor colocação na séria A? Sobre títulos que preste? Com a mais recente marretada no símbolo que motivação teriam os asistentes? Caso para pensar.

  2. O que teria para contar??
    O que os bicolores não gostam de ouvir!
    Um dos temas: 33.
    O que o Atlético-PR, faz, é tão fácil! Mas falta vontade para isso, tanto no Maior do Norte, Leão Azul e o Mais Goleado do Brasil, Paysandu.

  3. Um exemplo muito bom para as categorias de base e para os profissionais também. Infelizmente as categorias de base são tratadas com desleixo e principalmente por pessoas desqualificadas para tal. Tem dirigente que quer ser técnico, preparador físico e tudo mais sem ao menos ter estudado os fundamentos de fisiologia humana. Tem gente que leva advogado com procurações para assediar os garotos em qualquer peneira. Ninguém se preocupa com a formação integral do atleta, incluindo ai uma boa educação, alimentação e capacidade de pelo menos entender os fundamentos modernos de tática e técnica. A profissionalização real anda longe do nossos futebol.

  4. Não adianta: a negada vai para lá para benefício próprio. É só ver Amaro e Raimundo Ribeiro. E dessa escola tem muitos esperando a sua oportunidade.

  5. Sinceramente, mas gostaria que se fizesse uma matéria com a Imprensa Gaúcha, para saber porque lá ela não criticou o Grêmio, por ter demolido o Olímpico,de grande conquistas desse clube, para ser trocado por uma Arena, na periferia de Porto Alegre. Quanto ao enunciado acima, penso que os dirigentes do futebol Paraense, não conseguem enxergar esse tipo de coisa para que seja feito aqui no nosso futebol, mas penso também, que essa falta de visão deles é acompanhado por grande parte de nossa Imprensa, logo, a imprensa não pode cobrar tanto dos dirigentes dos times do Pará, principalmente de Remo e Paysandu,uma coisa que eles também não conseguem enxergar, mesmo emitindo opiniões, que a meu ver, são tão equivocadas quanto as desses dirigentes.
    – Desculpe, amigo Gerson, pode até parecer, mas não é perseguição minha contra grande parte da Imprensa do Pará, mas penso que na hora que ela começa a bater só nos dirigentes e esquece que ela erra tanto quanto eles, não sairemos disso, pois estaremos combatendo o mal, pela metade. É a minha opinião e, espero que entenda que é com a intenção de que ela seja construtiva.

    1. Você conhece Porto Alegre, meu bom amigo Cláudio? Se conhece, sabe para onde vai o Grêmio e saberia também que a parceria (de verdade, não para enrolar incautos, como AK fez) é com um grande grupo internacional, que já está colocando dinheiro nas fundações do futuro complexo. Lá, só para comparar, não houve mudança de capacidade do novo estádio, não teve presidente deixando de cumprir acordo na Justiça pra provocar leilão judicial; não houve subestimação do terreno em termos de cotação de preço e tamanho real; não houve comissão para presidente ajudar campanha eleitoral; não houve derrubada de escudo do clube da frente do Olímpico (o gremista é, sobretudo, um sujeito zeloso de suas tradições), não houve tentativa de maracutaia na compra do terreno da futura arena. Como você pode ver, são pequenas diferenças entre as duas coisas que não permitem qualquer comparativo. Só pode comparar situações tão opostas, repito, quem é ingênuo, excessivamente teimoso ou mal-intencionado. Ah, e tem mais: lá no Rio Grande, se um palhaço qualquer destruísse um escudo de clube a marretadas e picaretadas como AK fez, na calada da noite e admitindo cinicamente depois, ele teria que pedir asilo político em outro país.

      1. De alguns sites:
        – Para o presidente do clube, Duda Kroeff, a bandeira hasteada torna irreversível o processo de construção do estádio. “Agora não tem mais volta, a bandeira está cravada aqui. Quem estava ‘secando’, vai ter que desistir” (Lá é como cá, também tem desses). O dirigente também fez questão de lembrar que a troca de sede será um momento difícil. “Eu sou um apaixonado pelo Olímpico, comecei a frequentá-lo com cinco anos de idade, mas a vida anda pra frente” ( Diferentemente dos conselheiros saudosistas daqui), afirmou.
        – De acordo com Adalberto Preis, presidente da Grêmio Empreendimentos, a nova arena será quatro vezes maior que o estádio Olímpico.
        – Serão 192 mil metros quadrados de área construída(a do Remo seria de 200 mil, portanto, bem maior), contra os atuais 56 mil metros quadrados da área do Olímpico(a do Remo tinha 27Mil). A Arena também será mais vertical que o Olímpico.
        – Originalmente uma zona de aterro sanitário(será mera coincidência?), Humaitá caracteriza-se por ser uma região essencialmente residencial, dispondo de pequeno comércio que atende aos moradores locais.
        Peguei 2 colocações de torcedores. Um a favor(Grêmio) e outro contra(Inter)
        1. – Anderson Sócio Colorado diz:
        20 de setembro de 2010 às 5:53 pm
        Eu faço carreata, vou pra Goethe comemorar títulos.. Eles fazem carreata e vão pra goethe comemorar oq não existe ainda.. Torço por um Clube que tem identidade, nasceu na Cidade Baixa e desde os primordios habita o Menino Deus.. Eles torcem por um Clube que não tem identidade, ora é brasileiro, ora canta em argentino.. ora habita a baixada, ora esta na Azenha e agora radicalmente vai pro humaita viver escravizado 30 anos por uma multinacional que fará uso e abuso do espaço..
        Aos poucos Porto Alegre vai se tornando cidade de um Clube só: Sport Club Internacional (Percebam que era igualzinho o que falavam aqui).
        1. – Nilson Vargas Flores diz:
        20 de setembro de 2010 às 4:50 pm
        Somente os Grandes evoluem. O GRÊMIO é maior que todos os outros juntos. VIDA ETERNA, GRÊMIO DO MEU CORAÇÃO, em nosso novo Templo de Glórias.
        – Respeito a opinião de alguns poucos que foram contra esse projeto, mas não tenho dúvidas em dizer que o Remo deu vários passos atrás, com a negativa dessa venda. Aliás tenho alguns amigos que moram em P. Alegre e, eles até riram muito, quando falei que a distância do Baenão para a nova Arena do Leão, seria de 17 km e, que por aqui se achava muito longe. Paciência.
        – Sigo com minha ingênua visão de crescimento, por isso sou, desde já, Chapa 2 DIRETAS JÁ-JUVENTUDE AZULINA, para ver se o Remo enolui, como o Atlético-PR e Grêmio, por exemplo.

      2. Claudio,

        O Gerson esta certo. Para reconstruir o Remo nao precisava nem pensar em vender o Baenão. Era so fazer o Futebol virar empresa, vender as ações na bolsa de valores (teria certeza que todos os torcedores e suas associações comprariam), capitalizar o futebol, pagar as dívidas e começar um novo ciclo. Estes dois anos eram mais do que suficientes. Faltou visão de empreendedor. Ficou para a próxima diretoria mudar ou continuar na mesmice de sempre. Se optarem pela segunda opção, sei não o que poderá ocorrer em futuro próximo.

      3. Gerson, você diz que não dá para comparar as situações de vnda do baenão e do olimpico, mas pq? Como sempre pq isso vai evidenciar que vc está mais criticar o AK do que observar o que isso traria de benenícios para o clube.
        O AK merece todo o tipo de crítica possível, principalmente no campo ético, mas uma coisa não tem nada haver com a outra. Se o remo fosse perder dinheiro de cara na venda, ele poderia ganhar muito mais com o ganho da estrutura. Como dar apoio a base e ao profissional, se só tem o baenão para todo mundo treinar e nenhuma estrutura m volta para fazer o trabalho acessório como o físico ou de recuperação. Isso valeria muito mais para o clube com o tempo do que todas as lambaças que o AK fez.
        Estão falando muito em administração profissional, em eleições diretas, etc… Entretanto, apesar de ser óbvio a responsabilidade do presidente ser total e dele escolher as pessoas para cada função, temos de pensar que é importante em qualquer clube que o departamento de futebol seja independente, que não sofra influências políticas do clube e é ai que precisamos ter uma gestão profissional. Hoje são abnegados, muitos põe dinheiro lá, que realizam essa função.
        Então gerson, são essas coisas que precisam ser ditas e esclarecidas e não ficar com seus ataques pessoais que não levam a nada.

      4. Engraçado, amigo Jose Maria, que nem o Remo, Grêmio, Paysandu, …….., ainda não pensaram nisso. Te contar. Te dizer.

  6. TUDO começa com gestores profissionais; quem sabe com eleições diretas (e para isso, tem de se mudar o estatuto do clube) se possa chegar a isso. ENQUANTO houver presidente-torcedor, diretor-torcedor, não tem combate. QUANTO a estádio, ainda sou pela construção de uma bela infraestrutura incluindo CT, e espaços de lazer para o sócio; não é toda capital de estado que tem um estádio como o Olímpico Mangueirão. PARA isso (ter infraestrutura adequada) teria que se ir pagando a dívida, e não se paga a dívida porque ninguém mais acredita em quem está lá na direção, e quem está lá não presta conta de nada, não dá transparência nas contas com a publicação periódica em jornais, então não se faz nada disso por várias razões, e duas delas são preponderantes:
    a primeira, que não são competentes (presidente-torcedor, diretor-torcedor), tomando decisões por intuição, como aquele cara que compra um carro novo, individando-se, apenas porque o vizinho comprou um também;
    a segunda, que não se tem confiança em quem está lá.

  7. Já falei,bastaria o BANPARÁ,comprar a divida do REMO na justiça trabalhista,pagando mensalmente o valor através de acordo,em troca do carrossel.
    Afinal,qual banco não gostaria de ter uma grande e confortavel agencia ,com estacionamento em plena av.mais valiosa de Belém???
    B.do Brasil.Itaú,B.Real,Basa,todos já se firmaram na Alm.Barroso,e o que esta faltando para o Banpará ir para lá?
    A oportunidade esta na frente,é só sentar e conversar,seria bom para ambas as partes.

    1. QUANDO SURGIU essa ideia de permutar o baenão, sugeri à diretoria, por e-mail, que anunciasse em São Paulo, onde há mais chance de algum incorporador oferecer um preço mais próximo do valor de mercado da área. OBCECADO pelo negócio com a Leal Moreira, certamente o ‘dirigente’ nem sequer considerou a sugestão. VENDENDO toda a área, o Remo passaria a mandar seus jogos no estádio Mangueirão, que foi feito para atender Remo e Paysandu, principalmente, em razão de seu porte e conforto. COM O DINHEIRO se quitaria a dívida e ainda se montava toda uma infraestrutura adequada, coisa profissional mesmo.
      ISSO tudo, no entanto, é apenas uma voz solitária gritando nesse deserto de gestores torcedores.

  8. Sinceramente, imaginar que haveria ganho com a troca do Estádio do Remo – em área central e extremamente valorizada – por uma área distante, inacessível, seja lá onde tenha sido a opção, é ofender a inteligência de quem analisa, com isenção, este absurdo.

    O negócio ganhou ares de nebuloso quando foi imposto de maneira evidente pela mente de um administrador, dirigente (sic) que, em qualquer local do mundo, antes de mais nada, deveria zelar pela preservação do patrimônio que dirige.

    Omissão, falta de transparencia e confusão são alguns dos vícios da atual administração do Remo. Tudo isso em detrimento da marca ‘Clube do Remo’.

    Só é possível encontrar justificativa e apoio ao seu projeto por quem seja beneficiado pela absurda transação.

    Aliás, há uma chapa de situação e continuísmo da atual administração que tem o apoio da ‘juventude’ remista. Bons tempos aqueles em que o termo juventude estava vinculado à apreciação crítica da realidade.

    1. Claudio, não contesto a falta de transparência, assim como a falta de interesse do Condel Azulino no mesmo. Todos só esbravejavam depois que foi anunciado que o negócio estava certo, o que acabou não se confirmando.
      Contudo, ou você não vai ao estádio, ou só vai porque é perto da sua casa, pois o baenão antigo e não dá o mínimo de conforto a ninguém. Vou a todos os jogos, mas somente levo minha esposa e crianças em jogos no mangueirão por conta da situação deplorável que o mesmo se encontra.
      Se o remo só jogasse no mangueirão, os verdadeiros torcedores iriam do mesmo jeito, assim sendo, mas vale vender o estádio e construir uma estrutura que nos de condição de sermos competitivos e com capacidade de produzir novos jogadores do que termos um estádio antigo ficarmos sempre aqui repetindo esta ladainha.

      1. Opinião sua que, no mínimo, é questionável.

        De fato, o Condel, que elege o presidente do Clube, salvo raras exceções, concorda com a entrega do estádio. Você mesmo concorda que a torcida vai ao estádio por ser perto e em área bem localizada, não importa onde a casa esteja. Então, como trocar o patrimônio por um local periférico e inacessível? E pior, com a transação sendo feito às escuras e de forma totalmente motivada por omissão e descaso em relação aos acordos da Justiça.

        Concordo que não há conforto, mas não seria o caso de buscar parceria para melhorar o patrimônio?

        Outra coisa: se funcionar a estrutura na periferia fosse senha automática para ‘sermos competitivos e com capacidade de produzir novos jogadores’, quem seria louco de ser contra?

        Ao contrário, mudar para longe, distante dos torcedores, seria, na minha opinião, passaporte para o abismo que nem eu nem você queremos para o Remo.

        O fato é que nós estamos discutindo a salvação do Remo e a diretoria com seus iluminados apoiadores só pensa no próprio umbigo, para ser bem benevolente com eles.

  9. Meu caro, Gerson, eu acho que os nossos clubes estão falidos justamente porque estão na mão de pessoas que nada entende de gestão.Para se administrar uma empresa, um país, uma cidade, um clube, é necessário ter gestão.É saber adminitrar os recursos que entram, encontrar formas de conseguir mais receita, enfim, essas coisa que os clubes do sul do país fazem.Gerson, sem brincadeiras, os times do nordeste estão anos luz a nossa frente.Sou Payssandu, mas o Salgueiro mereceu a vaga, pq tem uma gestão melhor.

  10. CLAUDIO: Eu desconfio agora. Queres a chapa onde aparece o Frade, não é? O que deves a esse cara que destruiu o clube? Queres a mesma gestão?
    O clube do Remo é de Belém, não tem porque ir para Marituba ou Ananindeua. Existem terrenos em Belém. Acontece que por interesse do Frade só serve se for no Aurá. Por quê? Cláudio, quando Belém tiver a mesma população e estrutura de Porto Alegre, tudo bem. Temos metrô? temos bilhete único? Não temos nada. E mais: o Palmeiras está fazendo sua nova arena no mesmo terreno de seu estádio. Por que o Remo não pode?

  11. Percebe-se que nessa coluna é exclusivamente de remistas, vamos falar um pouco do melhor e maior clube de futebol do norte do Brasil, unico a disputar uma libertadores na região norte e um dos poucos no mundo a bater o Boca Junor na Argentina numa libertadores. nem preciso falar o nome desse grandioso clube….

  12. SERGIO: Milagres existem. Foi o que aconteceu, graças a Sudan. Por que não ganharam aqui? Não e levaram de 4. E ainda te digo mais: graças ao Licinio Carvalho que deu a vocês Balão e Welber em transação nebulosa.

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