10 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de quinta-feira, 4

  1. Mais um secretário de educação, mal educado, que pedi para abandonar o barco. Que comando desgovernado esse que graças a Deus vai findar.

    1. Sim e verdade, o tal “desgoverno” aqui, sim irá acabar! Mais so para lembra-lo que na esfera Nacional não terminará tão cedo amigo!
      Você e a cambada dos “tucanalhas” terão de engolir o PT Nacional, que eu fiz parte em coloca-lo no poder antes e hoje!!!

      PT ate morrer!!!

  2. A juriada, por vingança, parece que está descarregando nos ambulantes, ou resolveu trabalhar no crepúsculo dos seu mandato?
    Ou Dudu está mais a vontade para produzir?

  3. José Dirceu ex-deputado( por responder processo no episódio MENSALÃO) volta a cena dizendo que LULA LÁ se recolherá a partir de 1º de janeiro. Pelo visto os escondidos voltaram a aparecer no governo da peruquenta.

    1. E o Simão Lorota, que responde na justiça por impropriação indebita de recursos públicos e, o, Senador bandido Flexa Ribeiro, que foi preso por lavagem de dinheiro público!

      Te contar em, corrupção so e bom no governo dos outros né!

      Te orienta Berlli! Vocês não tem nenhum direito de citar, traquinagens de ninguém, pois o histórico e desfavoravel, entre o meu PT e, seu PSDB. O partido mais bandido do Brasil, que o diga o ex-governador de Brasilia José Arruda, o homem das cuecas e meias fartas…

      PR NELES!!!!

      1. O Simão é pouca coisa melhor que a juriada, como disse ontem o Pará se safou de uma pior. André eu não sei se tem mais bandido aqui ou em Brasília, por isso um censo cairia bem, a começar pelo foco da dengue.

  4. Berlli (original ou genérico), convenhamo, não há ordenamernto nas calçadas. Na M. Barta c/Pte. Vargas os vendedores de frutas aparecem com seus carroções a partidas 17 horas. Pode ?.

  5. Não se deixe levar pela marca Çadia. Trata-se do original. Quanto ao trabalho de retirada dos ambulantes é essencial que isso aconteça, agora o governo tem que moralizar essa atividade dando espaço legal para que trabalhem, senão a bagunça continua.

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