A noite em que Pelé vestiu o manto azulino

Na condição de grande astro, bicampeão do mundo pela Seleção e do mundial interclubes pelo próprio Santos, Pelé passou por Belém naquelas excursões que rodavam o Brasil inteiro. Na noite de 29 de abril de 1965, em amistoso no estádio Evandro Almeida, o Rei marcou cinco gols na espetacular vitória sobre o Remo. O placar arrasador não diminuiu o sentimento de felicidade por parte dos remistas, que foram premiados com uma cena inusitada e histórica antes mesmo do início do jogo. “A torcida azulina vibrou muito quando Pelé entrou no gramado vestindo a camisa do Remo. Os torcedores não acreditavam que o Rei do futebol estava trajando a camisa do Leão. Ele foi muito aplaudido”, conta o jornalista e pesquisador Ferreira da Costa. “Pelé vestiu a camisa do Remo para agradecer uma homenagem feita pela diretoria do clube, que lhe deu um buquê de flores ainda nos vestiários”.
A felicidade da nação azulina foi tão grande que o amistoso teve um clima diferente. A torcida praticamente “esqueceu” o jogo, preferindo concentrar suas atenções no camisa 10 do Santos. A cada gol de Pelé, aplausos e comemorações da empolgada massa azul.

Três anos depois da visita do Rei ao Baenão foi a vez da torcida do Paysandu ver de perto o talento de Pelé. O jogo, que também tinha caráter amistoso, terminou com a vitória do Santos por 3 a 1. Para a felicidade (ou tristeza) dos bicolores, Pelé marcou apenas um gol, mas mesmo assim empolgou a torcida presente. (Com informações do Bola)

7 comentários em “A noite em que Pelé vestiu o manto azulino

  1. POR ESSA E OUTRAS É QUE A CULTURA DO PARÁ NÃO DEVERIA SER DESTRUIDA PULOS KLAUTAUS QUE NOS CERCAM. QUE A JUSTIÇA, GERALMENTE SEGA AONDE DEVE ENXERGAR, PERCEBA QUE MAIS IMPORTANTE QUE VENDER O CLUBE PARA PAGAR DIVIDAS É MANTER O SEU VALOR HISTÓRICO ATRAVÉS DO SEU PATRIMONIO. SE QUEREM FAZER JUSTIÇA, COMECEM FAZENDO SEUS “DIRIGENTES” PAGAREM PELOS SEUS ERROS. O CLUBE É PATRIMONIO DO POVO.

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  2. É POR ESSAS e outras que há razões de sobra para o brasileiro reverenciar a imagem de Pelé, o atleta do século XX. SE ele tivesse nascido argentino, o povo do país vizinho não pararia de lhe prestar homenagens, fazendo dele seu presidente ou rei. Infelizmente, no Brasil, somente se dá o real valor a alguém depois de morto. Os defeitos existem, como em qualquer ser humano. Sei bem que o futebol evoluiu (ou melhor, involuiu) e certamente o rei do futebol não teria feito tantos gols hoje em dia em que se dá valor ao jogador brucutu, que não deixa jogar, época em que o 2 a 0 já goleada, e ainda assim, há controvérsias, já que naquele tempo não havia o cartão vermelho no segundo amarelo, três substituições, proibição de o goleiro pegar a bola com a mão quando esta lhe fosse recuada, reposição rápida com mais de uma bola disponível, e tantas outras mudanças que foram feitas para dar mais velocidade ao jogo. SABE-se lá se, nessas circunstâncias atuais, o Rei possivelmente até superasse a marca de 1.283 (há controvérsias na contagem) gois.
    Um abraço aqui do Paraná a todos os paraenses, e um abraço ao meu tio Ademar, bicolor, nos seus 80 aninhos.

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  3. O REI SO VESTIU 4 CAMISAS SE NAO ESTOU ENGANDO NA VIDA, A DO SANTOS, COSMOS, SELECAO BRASILEIRA E PARA ORGULHO DE TODOS NOS DA NACAO AZULINA, A DO FILHO DA GLORIA E DO TRIUNFO, COMO FICOU LINDA NELE. QUE SAUDADE, VELHOS TEMPOS NAO VOLTAM MAIS, SAUDADE QUEM DEIXOU PRA TRAS.

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  4. A primazia de trazer o Santos para jogar em Belém pela primeira vez foi duramente disputada pelos nossos 2 grandes rivais. Ganhou o Remo. Na ocasião os azulinos pagaram a maior cota que até então o Santos ainda não havia recebido. Foi uma noite estrelada, de goals também. Lembro-me do delírio da torcida ao ver o Rei entrando em campo com a 10 azulina. Lembro-me também do gesto de Pelé retornando ao campo após o jogo, para entregar pessoalmente a 10 santista a um torcedor cadeirante que conseguiu acesso ao gramado. Apertando a mão de sua majestade senti-me como homegeado. Lembranças que o tempó não apaga. A minha geração ainda alcançou a GOSTOSA BELEM DE OUTRORA (De Campos Ribeiro).

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  5. Vestiu a camisa e a urucubaca baixou foi pra copa de 66 e não foi bem e até se contundiu, essa camisa é azar puro.

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  6. Para os azulinos vale mesmo tudo para ser boi de piranha ou papagaio de pirata. rsrsrsrsr Essa do Pele vestir a camisa deles é outra “” imensa glória azulina conquistada em mais de 100 anos de vida””” a exemplo da vitória sobre o flamengo no maraca e o título da terceira divisão. rsrsrs que eles já comemoraram muito mais que hoje como se o Pele tivesse feito contrato de atleta com eles e só caíram na real uns 60 anos depois quando o Paysandu começou a ganhar grandes conquistas ( Títulos nacionais de serie B, Copa dos Campeões do Brasil com direito à vaga na Tação Libertadores, honroso 9º lugar na libertadores com apenas uma derrota em 8 jogos…vitória na Bombonera.pela Libertadores…… nossa!!!, etc.) Nesse jogo do Pele vestiu a camisa ninguém fala que o Santos venceu por 9×4 e o rei marcou 5 gols no sofrido azulinorsrsrsrsr . Mais isto não importa. O ‘importante ” para o azulino era ser pagaio de pirata no ombro do Pelé
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