Da coluna de Guilherme Augusto, no DIÁRIO de hoje
Tempo quente
Foi preciso a intervenção da juíza Ida Selene, do Tribunal Regional do Trabalho, para que não acontecesse o pior na última reunião realizada no TRT, entre a comissão que investiga a tumultuada venda do Baenão e membros da diretoria do Remo.
À certa altura do encontro, o ex-presidente do Remo, Manoel Ribeiro, perguntou ao atual vice-presidente da agremiação, Orlando Frade, qual o motivo de sua obsessão pelo terreno do Aurá para ser o lugar da construção da futura Arena do Leão.
Corretor, eu?
Frade, que é tido como o corretor do negócio, entendeu a provocação. Reagiu, pedindo explicações num tom não compatível com um tribunal.
Aí, felizmente, entrou em cena a magistrada, advertindo a dupla que se não se comportassem ela seria obrigada a chamar a segurança da corte do Trabalho. A reunião, enfim, pode prosseguir.
Ditadura azulina
Por sinal, haverá reunião do Condel do Remo hoje à noite, com uma novidade determinada pelo presidente do clube, Amaro Klautau: na pauta do encontro não consta o item “o que ocorrer”.
– Como assim? É a primeira vez que vejo isso na vida. Até em reunião do Congresso Eucarístico esse item deve constar – ensina o benemérito (seria grande?) do clube, Ronaldo Passarinho.
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