Tony Curtis, *1925 +2010

Grande perda para o cinema. Morreu nesta quinta-feira um dos grandes comediantes da era de ouro de Hollywood. O ator americano Tony Curtis, aos 85 anos, sofreu uma parada cardíaca por volta da meia-noite em sua casa, localizada na cidade de Henderson, no estado de Nevada. Segundo informou a família, o ator estava na cama. Protagonista de várias comédias de Hollywood nas décadas de 1950 e 1960, Curtis foi hospitalizado em julho em Las Vegas por conta de problemas respiratórios. Contudo, ainda não foi confirmado se isso tem ligação com sua morte.

Nascido Bernard Schwartz em 3 de junho de 1925, o ator tinha 50 anos de carreira e acumulava uma centena de filmes como protagonista. Estudou interpretação na Academia de Arte Dramática de Nova York e, em 1949, estreou em Hollywood com um papel de coadjuvante em Baixeza. Sua popularidade no cinema começou dois anos depois com O Príncipe Ladrão e protagonizou depois títulos como Trapézio (1956), Acorrentados (1958) e Spartacus (1960). Uma de suas mais famosas interpretações está em Quanto Mais Quente Melhor (1959), na qual Billy Wilder contracenou Marilyn Monroe e Jack Lemon. 

Conquistador inveterado, namorou Marilyn Monroe e Natalie Wood e foi casado seis vezes, a primeira delas em 1951 com a atriz Janet Leigh, mãe de suas filhas Jamie Lee e Kelly Curtis, também atrizes. Atualmente, era casado com a modelo Jill Vanderberg, 45 anos mais nova. Tony Curtis se despediu das telas em 2005, após fazer uma participação especial na série de TV CSI. Nos últimos anos de vida, cultivou uma de suas grandes paixões, a pintura. Em 2008, expôs uma coleção de 35 quadros nas lojas de departamento londrinas Harrods.

2 comentários em “Tony Curtis, *1925 +2010

  1. Burt Lancaster, parceiro de Toni em Trapézio est mort; já Kirk Douglas, parceiro em Spartacus, ainda está por aí contando estórias e preocupado com a saúde do filho Michael, cujo câncer na próstata poderá deixar entregue à viuvez a estonteante Catherine Zetta Jones, apenas uma das mais lindas atrizes de todos os tempos.
    Mas, vida que segue. E, na morte desses ídolos de nossa infância e juventude, vem o aviso de que um dia nossa vez chegará. paciência!

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  2. Muito bem observado, amigo Jorge. A perda de um verdadeiro ícone do bom cinema deixa a gente um pouco mais órfão e também consciente da pequenez humana.

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