Por Adson Hugo Soares (adsonhugo@gmail.com)
Olá grande Gerson.
Hoje (quarta-feira), conversando com meu pai, às 20:50, soube da venda do Baenão. Estranhei pois não havia ouvido falar mais em venda do estádio. Mas tudo bem. Entrei no site do Diário do Pará e constatei a “picaretagem”contra o clube que tanto amo e que tanto acompanhei em minha adolescência e fase adulta. Tenho 30 anos, e acompanho o Clube do Remo desde os 14 anos. Confesso que não vou a todos os jogos, até porque, por ser enfermeiro-chefe, tenho obrigações com meus pacientes e instituições onde trabalho. Enfim, independente da minha ida aos jogos ou não, sou remista e apaixonado por este clube. O golpe desferido contra o símbolo maior de nosso clube, nosso escudo, nosso brasão, foi fulminante. Um ultraje a todos os remistas do Estado do Pará. Um insulto à paisagem pública. Alguns torcedores do Paissandu podem até brincar com o fato, mas seria revoltante do mesmo jeito, se o presidente Luís Omar fizesse o mesmo com o símbolo deles. Falo como torcedor. Um presidente que comete tal ato contra a agremiação que preside não é merecedor de presidi-lo. A torcida remista não merece esta apunhalada pela frente. Sim, caro jornalista, pela frente pois foi retirado o símbolo maior do clube que amo e que apreciava todos os dias ao passar pela Almirante Barroso. Espero que os beneméritos revertam este ultraje. Deixo a sugestão: convocar a torcida remista, para juntos, reerguermos o escudo de nosso amado clube, o CLUBE DO REMO.
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