Do fundo do baú, páginas de O Cruzeiro…

Não havia computador, mas a criatividade estava em plena ebulição. As páginas acima são do primeiro número da revista O Cruzeiro, do dia 10 de novembro de 1928. A diagramação arrojada, pode-se dizer até moderna, mostra ilustrações vazadas e superposição de imagens e tipologia arrojada, como se tornou comum nas publicações atuais, que dispõem de recursos tecnológicos quase ilimitados. Com exceção do uso da cor salmão na página ímpar, dá até para confundir com publicações atuais. A revista foi a primeira grande publicação semanal brasileira e resistiu até 1975, mas viveu seu apogeu nos anos 50 e 60, quando atingiu tiragens próximas de 1 milhão. (via Jornalistas&Cia.)

11 comentários em “Do fundo do baú, páginas de O Cruzeiro…

  1. Na época do cruzeiro, moeda, até que o time do chargo dos Baenas se mostrava promissor. Faz tanto tempo que hoje caiu no (a) real.

  2. Evocações do passado nos trazem imagens imorredouras. Na década de 50 nós brasileiros somavamos 52 milhoes de habitantes e consumiamos 600 mil exemplares da revista O Cruzeiro, sem contar com a edição em espanhol que circulava na A. Latina.
    O chargista Péricles imortalizo-se na criação das irreverencias de o Amigo da Onça.
    Já cursava o ginásio e deliciava-me com os textos de Davi Nasser, Austregesilo de Athaide, Raquel de Queiroz e outros sublimes do jornalismo brasileiro.
    Paradoxalmente esses jscribas não possuiam diploma de jornalista e nem precisavam, eles eram ourives nos textos que tornavam-se gemas raras em relação aos cascalhos de hoje.

    1. É verdade caro amigo Tavernard. Lembro saudosamente daquela propaganda de natal da Varig cuja letra é: “Estrela brasileira no céu azul, iluminando de norte a sul/Mensagem de amor e paz, Nasceu Jesus, chegou natal/ Paipai Noel voando a jato pelo Céu/ trazendo um natal de felicidades/ E um ano novo cheio de prosperidae? Varig, Varig, Varig. Bos tempos que não voltam amis.

      1. Égua tú és velho pra dedéu, acho que do voz da galera és o único que viu os 7×0.

  3. Rui não assisti os 7 a 0 mas tenho informações sobejas. Outros feitos eu também não assisti mas fui contemporaneo deles.

    1. Tavernard! Não liga que o clone. Deve ter menos de 20 anos e nunca viu o time dele disputar a 1a divisão. Nem o 33. Fala pelos ouvidos, agora as conquistas bicolores mais recentes, com certeza. Isso deve doer, mano.

  4. Para minha orientação pergunto o Rui Salers deste blog é o ex-presidente do Paysandu ? Se for, conhecemo-nos desde os tempos de O Cruzeiro, Varig, GuaraSuco e Ag. Neves.

  5. Tavernard! Isso é um parasita. Observe que este clone possui várias identidades: Boindi, Paulo Cruz, Anderson, Keno Costa, Ronaldo Leão, agora Rui Sales e outros que até esqueci. É aquele uma vez disse aqui no blog que trabalha de noite. Lembra?

  6. Ei Tavernard, esse desocupado eu também conheço, segue sempre a mesma linha em seus comentários infelizes. Isso tem uma inveja dos bicolores…

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