Seria na tarde desta terça-feira o fim da terceira passagem do meia Giovanni pelo Santos. Mas o presidente do clube, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, participou da reunião que definiria os últimos detalhes da rescisão do vínculo do ‘Messias’ e conversou com o atleta, evitando o rompimento. Na visão do dirigente, por ter trazido o jogador como uma de suas promessas de campanha para que ele encerrasse a carreira na Vila Belmiro com um título – o que foi alcançado com a conquista do Paulistão -, não seria justo, pelo passado do atleta no clube, uma nova saída traumática. Em 2006, Giovanni foi dispensado pelo então técnico Vanderlei Luxemburgo.
“O ato simbólico da rescisão é algo que eu levo muito a sério e, como eu trouxe o Giovanni de volta, eu não queria que ele encerrasse a sua trajetória no Santos dessa maneira. Por isso, na reunião disse ao Giovanni que ele não poderia sair assim, pois é ídolo e deve ser tratado como um ídolo”, destacou Oliveira Ribeiro, em entrevista à ‘Gazeta Esportiva.Net’. Apesar de continuar com o seu contrato, que se encerra no dia 4 de agosto, em vigor, Giovanni não deverá participar de nenhum jogo nesse período, pelo Campeonato Brasileiro ou até mesmo atuar nas finais da Copa do Brasil, contra o Vitória, nos dias 28 de julho (Vila Belmiro) e 4 de agosto (no Barradão).
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