11 comentários em “Capa do Bola, edição de quarta-feira, 26

  1. Imagino que por conta de uma possível venda as dívidas tenham aumentadas. AK deveria renunciar e deixar essa bronca para o próximo como é de praxe entre os incompetentes.

  2. Foi com grande tristeza que soube da impossibilidade da venda do Estádio Baenão em virtude da iniciativa revanchista do promotor de Justiça Wilson Benedito Sá, que deve ter o seu nome eternamente lembrado como um dos responsáveis pela decadência do Clube do Remo.

    Não tenho dúvida quanto ao grande passo que daria o Leão de Antonio Baena para alcançar o nível de profissionalismo que tanto se almeja para o clube que possui uma numerosa e fanática torcida.

    Mas o que mais deixou triste é a pequenez de alguns conterrâneos (Gerson Nogueira, Benedito Sá, Hamilton Gualberto, Jones Tavares). Ah, como é difícil ocorrer mudanças significativas neste Estado. Como somos provincianos. Como temos dificuldades em acompanhar o crescimento de outros estados…

    Afinal, alguém poderia me explicar qual o valor arquitetônico que o Baenão tem para a cidade? Quem se orgulha, independente de que camisa veste, de ter um estádio sujo, pichado e sem perspectivas de melhoramento no centro da cidade. Aqueles que conhecem outras praças esportivas, até mesmo em cidades pequenas do nosso país, sabem que o Baenão não passa de uma grande quantidade de concreto armado, que não oferece o menor conforto e segurança aos seus freqüentadores, sejam eles torcedores, cronistas e atletas. Várias vezes fui indagado por colegas de outros estados que ao passarem em frente ao estádio indagaram: “É esse o estádio do Remo? Não acredito”

    Admitindo os argumentos utilizados pelo agora não tão nobre promotor, Manaus e Natal não seriam sedes da Copa do Mundo, uma vez que não poderiam implodir o Vivaldão e o Machadão, respectivamente para construírem novos e modernos estádios.

    Promotor Benedito Sá, caso o Clube do Remo não consiga concretizar a venda do seu envelhecido estádio, não estará deixando apenas de crescer, estará, também, perdendo um torcedor que durante 28 anos esteve sempre ao lado dos seus sucessos e fracassos. Faço isso, não pelas inúmeras tristezas que o clube tem me proporcionado nos últimos anos, muito menos pela sua atitude irresponsável e egoísta, mais, fundamentalmente, pela falta de perspectiva de crescimento que assolará o meu querido clube por muitos e muitos anos.

    Sem mudanças estruturantes Remo e Paysandu continuarão navegando contra a maré. Não podemos esquecer que atitudes irresponsáveis como a do Promotor Benedito Sá, além de impedir a modernização do clube, arrefecem ações como as do Sócio Torcedor, afinal muitos torcedores se associaram, como eu, empolgados com a esperança de um confortável e moderno estádio.

    Acordem! O maior patrimônio dos clubes paraense que são as suas torcidas estão envelhecendo. Não está havendo renovação entre os seus torcedores. Poucos adolescentes de nossa cidade continuam dando preferência aos times da terra. Se nada for feito, o futebol paraense será apenas uma boa lembrança.

  3. Não vejo como aquele estádio pode ser tombado. Isso não tem como prosperar. Só pode ser piada de mau gosto.
    Por outro lado, se não me falha a memória, venderam a sede campestre do remo para pagar as dividas trabalhistas que montavam em 6 milhões de reais. Agora querem vender o estádio para pagar a mesma dívida, que agora é de 8 milhões.
    Tadinho do remo, é a morte lenta de um time com pouca expressão, vítima de anos de péssima administração.
    Quem vê aquele condel sabe q as coisas não podem mesmo dar certo.

  4. Tombamento chega a ser uma coisa fora de propósito. Para que isso ocorra e seja considerado, há necessidade de fatores que marquem a história do patrimônio. Que eu saiba nenhum título brasileiro foi ganho por um clube paraense naquele estádio, nem mesmo clube propreitário chegou a esta glória, portanto outra solução deve ser dada ao caso.

  5. Todo respeito ao desabafo do sr Thiago em relação ao seu clube, mas não me venha com esta de que o Paysandu está perdendo torcida, se o clube dele está morrendo, outros estão crescendo inclusive com torcida. Pelo menos ele está reconhecendo indiretamente que a MAIOR DESTA FAIXA DO EQUADOR é a torcida do Papão.

  6. O Sr. Thiago tem razão em suas alegações e colocações. Torcedor consciente é ele. E, a verdade, nua, crua e amarga aí está. Fanatismo a nada leva. Só acrescentaria que o Remorto deve agradecer ao Águia a sua participação na última série do brasileiro, vaga esta, conseguida(Remo) após a vitoria do clube marabaense sobre o Cametá.Como bem o disse, Gerson Nogueira, o Remo consolida-se como a terceira força do futebol paraense. Atrás de Águia e Payssandú e, caindo pelas tabelas, por sucessivas administrações eivadas de imcompetencia. Bye, Bye, Remorto. Em 26.05.10, Marabá-PA.

  7. Caso se concretize esta venda do Chiqueirão, haverá por parte de torcedores muitas e muitas decepções, haja visto , além dos débitos já oficiais, creio, e é muito provavel, que apareçam “outros credores” que terminarão sumindo com a grana. Em 26.05.10, Marabá-PA.

  8. Suponhamos que a venda se concretize. Se o Remo custar a pegar a grana acertada para pagar dívidas a inflação come, portanto tem muita coisa obscura nesta trasanção. Como disseram que terreno de igual dimensão e próximo ao Baena foi vendido por milhões a mais, este acerto financeiro tem que a ser melhor vistoriado. Que tão, tão……

  9. O tereno vale por baixo, 52 milhões. Se a Leal moreira der esse valor, eu me calo de vez. Agora dar patrimônio em que essa diretoria não deu um centavo. É ruim, hein!!

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