Beckham apresenta candidatura inglesa à Fifa

Celebridade do futebol, David Beckham esteve, nesta sexta-feira, em Zurique, na Suíça, para entregar pessoalmente a candidatura da Inglaterra para sediar a Copa do Mundo de 2018. O jogador foi o porta-voz dos ingleses e entregou o livro oficial da candidatura nas mãos do presidente da Fifa, Joseph Blatter. O tema da candidatura da Inglaterra é “O futebol corre em nossas veias”, fazendo referência à invenção do esporte, que aconteceu no país bretão. Em seu discurso, Beckham afirmou que era uma honra estar sendo o porta-voz de seu país e de todos os torcedores. “Estou aqui representando a nossa torcida. É uma honra. O futebol corre nas nossas veias e apresento aqui o nosso livro de candidatura”, disse o jogador, pouco antes de entregar o livro a Blatter, que afirmou, aos risos: “É pesado”, arrancando risos da platéia. As mais de 1700 páginas entregues por Beckham a Blatter contêm todos os planos da Inglaterra para sediar a Copa. Além da Copa de 2018, os ingleses também pediram para a Fifa considerá-los para 2022. As sedes das duas Copas seguintes à Copa do Brasil serão reveladas pela Fifa no dia 2 de dezembro deste ano, dando bastante tempo para a preparação dos países para as obras. (Da ESPN)

Será que na Inglaterra haverá a mesma maracutaia na escolha das subsedes? A conferir.

11 comentários em “Beckham apresenta candidatura inglesa à Fifa

  1. NÃO entendi o comentário ao final da matéria. Gerson, explique melhor essa questão da maracutaia na escolha das subsedes para alguém que está distante daí da nossa morena Belém.

    1. É a livre interpretação, Valentim, dos critérios obscuros que levaram a Fifa (ou a CBF) a escolher Manaus, Natal e Cuiabá em detrimento de Belém, que é a única com um estádio praticamente pronto e das três é a que tem uma população fanaticamente identificada com futebol. Belém também apresentou um dos menores orçamentos para se adequar às exigências do caderno de encargos, mas, ainda assim, ficou de fora. Aliás, os observadores técnicos ficaram aqui somente três horas e meia tendo preferido passar mais de 24 horas na vizinha Manaus, capital do boi-bumbá. Vem desses detalhes a certeza (não comprovada) de que algo de muito estranho rolou nos bastidores.

      1. TENHO, desde antes da escolha das subsedes para a Copa de 2014, uma opinião mui particular sobre o assunto: onde há dinheiro (e muito dinheiro) envolvido é sempre possível que haja desonestidade – seria ingênuo se não cresse nisso, conhecendo um pouco o ser humano; porém, há um critério geográfico que não se pode desprezar para que a escolha recaísse em Manaus e não Belém. É o mesmo critério que alijou Goiânia em favor de Cuiabá, no Centro-Oeste. Na verdade, se Belém estivesse localizada em Santarém, as chances teriam sido bem maiores. Belém concorria com outras cidades como Fortaleza e Natal (que foram escolhidas pelas praias do Nordeste, cidades especializadas no turismo, coisa que a nossa Belém não é); da mesma forma, Goiânia perdeu pela sua proximidade com Brasília. Cuiabá e Manaus foram escolhidas, justamente, pela compensação geográfica, já que as 4 cidades do Nordeste não poderiam ficar de fora, e tudo ficaria somente no lado leste do país. Não descarto, porém, a questão da construção de estádios novos. Um abraço.

  2. Provavelmemte não haveria maracutáia pelos seguintes motivos:

    1 – Lá isso não traz votos.

    2 – A Inglaterra é menor que o Marajó.

    3 – Lá não esperariam findar os prazos para construção dos estádios, com o intúito de fugir das licitações.

    4 – Lá o futebol é coisa séria, e representado em todas as regiões.

    5 – O Ricardo Teixeira é brasileiro.

    6 – A cultura européia tem, no mínimo, 500 anos de avanço sobre a nossa.

    7 – Eles prezam a imagem do país deles.

    8 – Eles não tem um a governadora amissíssima do Lula. (risos!)

  3. É o seguinte, são 23 convocados, 11 titulares, 11 reservas e um reserva do reserva. O Doni nem vai jogar, pode ficar tranquilo, mas a sacada foi boa, Dunga se mostrou afeito ao grupo e mostrou que não sacaneia jogador, ganhou o grupo e turbinou a família Dunga!

    Quanto à convocação com um todo, temos que ponderar uma coisa. Em 3 anos e meio, a seleção ganhou da Itália, da Argentina (duas vezes), ganhou Copa das Confederações, Copa América e fez a melhor campanha das eliminatórias. O Dunga fez tudo isso e ainda descobriu Ramires, Elano e Felipe Melo. Ninguém reclamou de tudo isso! Foi coerente!
    A maior reclamação na Copa de 2006 foi falta de disposição e comprometimento. Dunga assumiu e o discurso era de acabar com as farras, pronto, acabou! De novo, coerente!

    Deu padrão de jogo ao time e reuniu aqueles que ele mais confia, nenhuma loucura, ele sabe o tá fazendo e bota coerência nisso!

    O poblema é que o Brasil pode precisar uma “incoerenciazinha”, uma jogada improvável, mágica, maluca… E aí? Quem vai fazer? O Dunga? O Josué ou o Júlio Batista? E quando o Dunga olhar pro banco e ver o Grafite, Kleberson, Elano pra botar fogo no jogo? Vai ser f….

    A seleção é brasileira, mas joga como européia!
    Nossa seleção é respeitada e admirada por jogar bonito, somos diferentes, diferenciados com a bola nos pés. Ganhar, somente, jogando um futebol europeu não vai me deixar feliz!

    A imprensa espanhola já estampou que o futebol arte agora, é o deles. Se esse é o preço, não quero pagar.!
    O futebol brasileiro é patrimônio histórico dessa nação, não se deveria brincar com isso. O povo gosta de futebol bem jogado, com dribles, lances bonitos, gols de placa. E dá pra ganhar, mesmo jogando assim!

    Jogar como a Alemanha (um esporte parecido com Futebol, como diz o Galvão Bueno), não é nosso jeito de ver e gostar do futebol.

    Apesar disso tudo, se o que queremos é chegar na final pra ter cada vez mais festas, cerveja e churrasco, temos boas chances! Daqui a pouco esquecemos a convocação e concentramos nossas forças nos dedinhos cruzados e carregando o isopor cheio de gelada!
    Dá pra confiar!

    Em tempo 1: Daria pra corrigir tanta coerência com a entrada do ganso no lugar no Kleberson, que julgo, nas desfaleceria a família Dunga.

    Em tempo 2: é a primeira vez que temos mais grife na defesa, com Júlio César, Maicon, Lúcio e Daniel Alves, do que no ataque de Grafite!

    Em tempo 3: Grafite? Não me engana! Não é centrovante de área, não tem as mesmas características do Luis Fabiano, só jogou 20 minutos com a camisa da seleção (fez um gol contra a Guatemala num amistos de festa pro Romário, ai que saudade!), somente deu um passe de calcanhar ( o Ganso deu uns 30 só esse ano), fez uma temporada regular na Alemanha e ainda era vaiado pela torcida do Santa Cruz. É …. taí a incoerência, só que essa não ganha jogo, pelo contrário.

    Em tempo 4: Neymar não tinha vaga. Robinho e Nilmar são bons e além disso é muito maluco pro gosto dos chatos da seleção, como dunga, jorginho (pegou o mal humor do chefe), Gilberto Silva, Josué, e até do pastor que virou amigo da seleção! Já imaginou Gilberto Silva e Lúcio fazendo dancinhas???

    Falows

  4. So tem um detalhe, Rodrigo: pelo que consta, o reserva do J. Cesar, e o Doni, entao se ele se contundir, o titular sera oreserva da Roma. Lembre que o Doni e o J. Batista (subatituto do Kaka) foram campeoes da Copa America, logo sao favoritissimos, em caso de contusao dos titulares. Quanto a Copa inglesa, corrupcao tem em todo lugar, mas na Inglaterra ha menos cidades para a disputa, ao contrario do Brasil.

  5. Complementando: Manaus já estava garantida, por estar no centro geográfico da Amazônia. O próprio nome do estado (Amazonas) já indica ao europeu a identificação com a Amazônia. Belém, infelizmente por esse critério, está mais próximo do Nordeste, e para quem conhece pouco a nossa geografia, o paraense é considerado nordestino (isso até aqui no nosso Brasil). Ora, se o brasileiro acha que quem nasce em Belém do Pará (como eles chamam) é nordestino, imagina um europeu. Para eles, Manaus sim está na Amazônia, e não poderia ficar fora da Copa, tudo na onda da ecologia, que se tornou uma febre mundial. A estratégia (se é que foi assim) de focar a competição com Manaus foi errada. A cidade ‘adversária’ era Natal ou Fortaleza, ou seja, não tinha ‘combate’.

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