Vereadores da Câmara Municipal de Curitiba vestem a camisa do Coxa durante a sessão plenária desta terça-feira em moção de apoio ao time, que terá um recurso julgado nesta quinta-feira, na sede do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio. O clube luta para se livrar da pena imposta após a confusão causada por baderneiros no estádio Couto Pereira, em dezembro de 2010. Júlio Brotto, um dos advogados de defesa do clube paranaense no processo, fez uma breve exposição aos parlamentares da tese da defesa. Ele aproveitou para justificar o ato e o pedido de apoio ao clube destacando que trata-se de “uma causa curitibana e não apenas do Coritiba”.
Engraçado é que, mesmo diante de causas bem mais nobres (Copa de 2014, dívidas trabalhistas exageradas da dupla Re-Pa, brigas com a CBF), não se vê por aqui esse tipo de adesão da classe política – seja municipal, estadual ou federal. Apesar da presença de ex-atletas nesses parlamentos, prevalece um completo desinteresse partidário pelo que acontece com Remo e Paissandu, como se fosse algo menor. E pensar que são duas das maiores instituições deste Estado. Até quando?
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