Por Waldomiro Júnior
Estou morando na Suécia, mas sempre acompanho tudo sobre o Estado Cabano, e muito especificamente sobre o meu amado Clube do Remo, que está muito carente de notícias excelentes. Leio sempre o Diario do Pará. Claro, no Bola, sempre leio o seu comentário. E hoje quando li, vou escrever apenas sobre o seu pequeno comentário sobre a Direção do Remo (Amaro & cia). No meu ponto de vista, a venda do Baenão me pareceu uma jogada de marketing, porque anteriormente o vice Orlando Frade anunciou o projeto sócio-torcedor, que é no meu ponto de vista a salvação para o Clube do Remo. Porém, o Remo não tem nada no momento para estimular e oferecer ao torcedor para ser sócio de um clube quase falido, só mesmo acreditar na paixão do torcedor. Logo depois, a jogada de marketing anunciar a venda do Baenão, para mexer com o brio dos torcedores, a qual não indica eles serão sócios, mas poderam ajudar o Baenão para não ser vendido. Pois, pelo que escutei, ontem na Rádio Clube (parabéns pela transmissão via internet, o que deveria ser feito o mesmo com a 99FM, pois aqui tenho que me render a escutar Liberal FM), que o Remo anunciou uma campanha para melhora do Baenão em que o Ubirajara é o responsável, a qual o torcedor pode dar contribuição por uma conta bancária, a qual eu gostaria de saber para contribuir.
Então, pareceu-me estranho querer vender, mas ao mesmo tempo querer que o torcedor ajude nas melhoras do Baenão. Então, penso que pode ser um jogada de marketing, pois pelo que eu percebi aqui, a grande maioria dos cardeais remistas aceitaram rapidamente a venda sem muitos questinamentos, diferentemente de quando Raimundo Ribeiro anunciou a venda da sede social.
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