Uma pergunta e um obrigado a nosso capitão e professor

Por André Forastieri
Patrick Stewart encarnou poderosamente dois dos líderes mais inspiradores da cultura pop – não, da ficção universal: Jean-Luc Picard e Charles Xavier. Então perguntei para ele, quando esteve aqui para lançar “X-Men – Dias de Um Futuro Passado”: na sua visão, o que faz um grande líder?
E a resposta de Patrick está aqui.
Como vês no vídeo tive como companhia na coletiva meu filho, Tomás. Bolou ele mesmo uma boa pergunta, muito bem respondida, para James McAvoy, que vive no filme o jovem Charles Xavier.
Que fim levou esse molequinho comigo? Virou homem. Crianças são assim, mutantes.
Talvez seja por este encontro marcante, registrado em vídeo, que este é meu filme favorito dos X-Men. Curioso que reassisti esta semana, em pedaços, em casa, a quarta ou quinta vez.
Ele termina com Charles Xavier dando uma aula pros aluninhos sobre “The Once and Future King”, de T.H. White, livro que aparece também nas mãos de Magneto em “X-Men 2” e do jovem Xavier em “X-Men – Apocalypse”.
O livro reconta a lenda do Rei Arthur. Minha primeira lembrança de Patrick Stewart é como Leodegrance no filme “Excalibur”, o primeiro dos cavaleiros a defender o direito de Arthur ao trono, valente, imponente.
Memórias não faltam. Patrick Stewart era, é assim: memorável.
Te deixo com mais essa, que adoro, com Picard explicando casualmente que não existe dinheiro no século 24: “Nós trabalhamos para melhorar a nós mesmos… e ao resto da humanidade.”
É uma humanidade melhor com nossas memórias de Patrick Stewart. Mais humana.
WarpSpeed, Sir Pat.
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