
“Dormi em sofás, passei fome, fui rejeitado mil vezes. Mas nunca parei de atuar, mesmo quando ninguém estava olhando. Quando Francis (Ford Coppola) me escolheu para o papel de Michael Corleone, tudo mudou. Eu não atuava para agradar as pessoas, eu atuava para não morrer por dentro. A paixão foi a minha salvação. Cada cena, uma cicatriz revelada em voz alta”.
Al Pacino, maior ator vivo
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