
“Hoje, 25 de setembro, dia em que completou 77 anos, meu querido irmão PAULO ANDRÉ BARATA partiu para o céu infinito. Foi músico e compositor paraense de quatro costados. Torcedor do Paysandu e do Fluminense. Amou os animais e cantou a Amazônia. Dedicou sua vida à criação artística e ao bem comum. Que DEUS o proteja, conduza e o ampare em sua nova caminhada e morada”.
Em mensagem nas redes sociais, o jornalista Tito Barata comunicou ontem à noite a morte do poeta, músico e compositor Paulo André Barata, seu irmão mais velho. A música paraense (e nacional) de qualidade sofrem uma perda irreparável.
Em parceria com o pai, o também poeta e compositor Ruy Paranatinga Barata, Paulo André é responsável pela criação de clássicos da música regional, como “Foi Assim” (eternizada na voz de Fafá de Belém”, “Pauapixuna”, “Esse Rio É Minha Rua”, “Indauê Tupã”. Paulo compôs também com outros parceiros, como João Donato, com quem fez “Nasci para Bailar”.
Paulo André estava internado há mais de uma semana no Hospital Porto Dias, em Belém. O compositor será velado a partir desta noite, no hall de entrada do Theatro da Paz. O sepultamento está marcado para a manhã desta terça-feira (26) no cemitério Santa Izabel, em Belém.

Paulo André foi o maior parceiro de composições do pai Ruy, advogado, historiador, professor e político nascido no dia 25 de junho de 1920, em Santarém. A colaboração entre pai e filho gerou canções brilhantes que hoje pertencem à cultura nortista e se tornaram conhecidas em todo o país.
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