Presidente interina da FPF marca nova eleição para 15 de março

Eleição para presidente da FPF acontece em março deste ano - Crédito: Reprodução

Depois de muita pressão, incluindo um abaixo-assinado apresentado por oito dos 12 clubes do Campeonato Paraense pedindo “eleições já”, a presidente em exercício da Federação Paraense de Futebol (FPF), Graciete Maués, definiu finalmente nesta segunda-feira (31) a data da nova eleição para a presidência da entidade. O pleito vai acontecer no dia 15 de março de 2022. A data foi anunciada em forma de ofício no site da FPF.

A princípio, três chapas estão na disputa. Adelcio Torres vai disputar a reeleição buscando um terceiro mandato e terá como oponentes as chapas de Paulo Romano e Ricardo Gluck Paul. 

Uma nova comissão eleitoral foi apresentada, presidida pelo advogado Antônio Cândido Barra, que terá como vice os advogados Marcelo Lavareda e Sérgio Augusto de Castro. A mesa tem até o dia 7 de fevereiro para divulgar o calendário eleitoral, indicando os prazos para inscrição de chapas e recursos. 

Como o processo foi todo reiniciado, há possibilidade de surgimento de novas chapas. Nos últimos dias, surgiu a especulação sobre a possível candidatura da própria Graciete Maués. Para concorrer, ela terá que contar com a adesão oficial de pelo menos 25% dos clubes filiados.

Na semana passada, oito presidentes de clubes que disputam o Campeonato Paraense enviaram à presidente em exercício da FPF um abaixo-assinado solicitando que o regimento da entidade fosse cumprido e a eleição fosse marcada de imediato. Eles alegaram insegurança jurídica, pois a federação segue sem um presidente eleito desde o fim do mandato de Adelcio Torres. 

As eleições estavam suspensas desde o dia 27 de dezembro de 2021, quando a desembargadora Eva do Amaral Coelho, do plantão do Juízo de 1º Grau do TJPA, acatou as ações movidas pela Liga de Castanhal e pela chapa “Futebol de Primeira”, liderada por Paulo Romano, pedindo a suspensão do pleito apontando irregularidades na condução do processo eleitoral.

Além do aspecto político, o cargo tem como atrativo especial um “mensalinho” de R$ 50 mil (que vai ser reajustado para R$ 70 mil em 2022) repassado pela CBF às federações estaduais, além de uma prometida verba extra de R$ 160 mil.

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