Preso por chamar Bolsonaro de “genocida”, Pilha vai cumprir regime semiaberto

O militante Rodrigo Pilha deve deixar o Centro de Progressão Penitenciária nesta segunda-feira (12), em Brasília, para cumprir o regime semiaberto. A informação é do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que aguarda a soltura do ativista ao lado da advogada dele, Desirée Gonçalves de Sousa, em frente ao presídio.

“Ele poderia já estar em casa. A prisão dele acabou sendo uma maneira [do presidente Jair Bolsonaro] mandar um recado para as pessoas”, afirmou o parlamentar em transmissão ao vivo. Pilha está preso desde o dia 18 de março por estender uma faixa chamando Bolsonaro de genocida.

Há dois dias, Pilha denunciou ter sido agredido na prisão. “Rodrigo Pilha relata agressão no CDP2, onde ficou 14 dias. Ele agora está detido no CPP. Consta nos autos do inquérito relatório médico de agressão sofrida por ele. Uma fonte confirma que viu hematomas nele”, publicou o jornalista Guga Noblat no Twitter na noite de domingo (11).

“O relato que ouvi da agressão é que Pilha teria levado chutes na costela, além de tapas e socos. Um dos agressores teria perguntado se ele era petista”, acrescentou o jornalista. (Com informações do Brasil247)

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