Trivial variado do país (e da imprensa) que perdeu o rumo

“Só a Folha, beneficiária da ditadura, fornecedora de veículos para seu carrascos, é capaz de criar o “Jair Rousseff”, ligar o nome de um genocida ao sobrenome da vítima de torturas atrozes para combater a excrescência do teto de gastos parido pelo golpe que patrocinou”. Palmério Dória, jornalista e escritor

“O termo ‘Jair Rousseff’ mostra a enorme insensibilidade da @folha ao misturar o prenome de um sujeito que tem como ídolo um torturador com o sobrenome de uma mulher que foi vítima de tortura. Dá para debater política sem ser baixo nem vulgar, coisa que a @folha não consegue”. Ricardo Pereira, professor e jornalista

“Aos poucos, o fascismo ganha o discreto apoio de setores liberais que se colocavam contra Bolsonaro”. Lula Falcão, jornalista e escritor

“Comparar um Ditador genocida envolvido com milícias e corrupção com Dilma, somente por ódio ao mais pobres, servidores públicos e trabalhadores é muita sujeira. Está difícil decidir quem é mais anti povo: a imprensa ou Bolsonaro”. Professor Sérgio

“A Folha de São Paulo não tem o direito de comparar Bolsonaro a Dilma Rousseff. Dilma nunca trataria com desdém a vida do povo brasileiro e permitiria a desproteção da economia. Agindo assim, a Folha tira a responsabilidade da elite que trocou Haddad por Bolsonaro”. Paulo Teixeira, advogado e deputado federal (PT-SP)

“Sonhei que virava franqueado da Kopenhagen e recebia 63 depósitos de 1,5 mil reais, 63 de 2 mil e 74 de 3 mil. Tudo em dinheiro. Que luxo!!”. Marcelo Uchôa, professor e advogado

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