Para Hélio, perda do título torna o Santa Cruz mais perigoso

Hélio dos Anjos concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira, dia 7 — Foto: Jorge Luiz/Ascom Paysandu

O PSC encerrou nesta sexta-feira, dia 7, a preparação para a estreia na Série C, marcada para amanhã, 8, contra o Santa Cruz, às 17h, na Curuzu. Em entrevista, o técnico Hélio dos Anjos comentou a contratação do novo goleiro e o confronto com o vice-campeão pernambucano. Depois de perder o título estadual na quarta-feira (foi derrotado pelo Salgueiro), o Santa vem desfalcado de vários titulares, mas Hélio encontrou um jeito de dizer que isso só dificulta as coisas para o Papão.

“O Santa Cruz vem refeito fisicamente, eu olho para esse lado. Se esses jogadores não vieram por questões de desgaste físico, ele [Itamar Schülle] vai repor isso com essas substituições. E outra coisa, se ganhasse o título, chegaria aqui mais relaxado. O Santa Cruz é como o Paysandu, perder o título não é coisa simples. Estamos preparados para ter um Santa Cruz muito ligado no jogo, consequentemente, espero mais dificuldades”, disse.

Sobre a contratação do goleiro André Grandi, o técnico explicou que ele vem para suprir a ausência do terceiro goleiro, Afonso, que está suspenso por seis meses em função de um problema na equipe de juniores.

“Ele e o Kerve [zagueiro], que estão nos profissionais, estão suspensos. Isso me preocupa muito, porque passei a ter dois goleiro, já que o garoto mais novo [Adailton] ainda não tem o nível de ser colocado como titular absoluto. Nós temos dois goleiros num nível altíssimo, o Gabriel e o Paulo. O Paulo, para mim, sem sombra de dúvida, num futuro próximo, será titular do Paysandu”, comentou Hélio.

Sobre as apresentações do time no Parazão, o técnico destacou a troca de passes e a intensidade nos jogos contra Paragominas e Itupiranga. “O aspecto intensidade nesses dois últimos jogos, pelos números que nós temos, foram mais intensos do que todos os outros jogos que tivemos na temporada. Uma coisa que melhoramos, mas que temos que melhorar mais, é o número de passes trocados. Nunca tínhamos atingindo a faixa dos 550 acima. Foram 595 no primeiro jogo e 586 no segundo, com aproveitamento de 89% dos passes. Temos que nos aplicar mais é no ponto de marcação”. (Foto: Jorge Luiz/Ascom PSC)

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