Hospital Albert Einstein orienta médicos a não receitarem cloroquina

Comprimidos de cloroquina, não recomendado pelo Einstein ao tratamento de pacientes com covid-19 -  Dalibor Ogrizovic/FreeImages

Em comunicado distribuído hoje a seus funcionários, o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, informou que “não recomenda” que médicos tratem pacientes da instituição com cloroquina. O documento, assinado pela direção do hospital, afirma que não há evidências de que o medicamento reduz a mortalidade e o tempo de internação ou evite o uso de ventilação mecânica em pacientes graves. Também argumenta que possíveis benefícios da cloroquina não superam seus riscos.

O Einstein não tinha protocolo orientando o uso do medicamento —-até esta quinta-feira (25), cada médico podia decidir se o administrava ou não a seus pacientes, segundo o hospital informou à reportagem. Ao ser questionada, na quinta-feira, se haveria a proibição do uso do remédio, a assessoria do hospital havia afirmado à reportagem do UOL que sim.

Na manhã desta sexta-feira, a instituição informou que “não há uma proibição, mas uma recomendação para a não utilização nem em modo off label, ou seja, fora das indicações homologadas para os fármacos pela agência reguladora no Brasil, a Anvisa”.

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