Meia pode reforçar Remo no Parazão

O Remo anunciou mais um reforço para 2020: é o meia Carlos Alberto, de 24 anos. Depois de mais de seis meses afastado do futebol em razão de uma rara doença no sangue, o jogador teve sua volta confirmada pela equipe médica do Leão Azul. A expectativa é de que adquira condições de jogo em cerca de 30 dias. Ele foi reapresentado no Hospital Porto Dias, onde parte principal do tratamento foi realizada.

“Eu sou muito emocional. Estou me aguentando aqui para não chorar, porque é difícil. Quando fui internado eu procurei nem pegar no celular. A gente não sabe, né. Tem gente que tem maldade, você falou que anunciaram até a minha morte. Agora estou aqui, estou bem, feliz, sorridente. Estou feliz e motivado”, disse Carlos Alberto.

Contratado pelo Remo em abril de 2019, o meia rapidamente conquistou a titularidade durante a Série C do Brasileiro. Mas, no último mês de julho, sentiu um mal-estar durante um treinamento e foi afastado para realizar exames. Uma análise mais profunda diagnosticou uma insuficiência medular aguda.

Carlos Alberto recebeu várias transfusões e contou com o apoio de torcedores do Leão e de outros clubes, ex-jogadores e técnicos.

“Como vocês todos lembram, no mês de julho, a partir de uma queixa vaga do Carlos Alberto, fizemos em poucos dias o diagnóstico de uma anemia plásica, que é realmente considerada uma doença grave, rara. A partir daí foi iniciado o tratamento, que foi todo conduzido pelo Dr. Thiago Xavier, o coordenador da hematologia aqui do Hospital Porto Dias”, explicou o médico Jean Klay, chefe do Nasp (departamento médico do Remo).

Também participou da entrevista coletiva o fisiologista do Remo, Eric Cavalcante. O profissional está responsável por recolocar Carlos Alberto em condições físicas de jogo, ou seja, voltar a ser um atleta. O processo será similar ao retorno de uma lesão comum.

“Um atleta, quando tem uma lesão, faz a transição na fisiologia, na fisioterapia. No caso do Carlos Alberto, ele passou agora para fazer a transição lá na fisiologia porque a gente pode aplicar a carga com controle. Fizemos isso durante nove dias e temos alguns parâmetros para que possamos liberar o atleta para o grupo”, argumentou. (Com informações do GE e da Rádio Clube)

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