A face do fascismo covarde

Por Cléber Lourenço

Por muito tempo, desde que comecei minha empreitada pelo mundo do jornalismo, acreditei que poderia deixar de lado o ignóbil jornalista que hoje agrediu Glenn Greenwald. Infelizmente hoje ficou impossível não ter que abordar este que considero uma das mais asquerosas faces do “jornalismo” brasileiro.

Totalmente antipatriótico durante os governos petistas, Augusto Nunes fez plantão em sua militância desvairada do “quanto pior melhor”, um sadismo eloquente e presente apenas naqueles que não possuem um pingo de amor à pátria e seus compatriotas (não muito diferente do que vemos hoje com Jair Bolsonaro e sua família).

Desde que o portal The Intercept começou a desmoronar a falange golpista conhecida como lava jato, Nunes foi um ávido defensor da operação escorada em ilegalidades. Não por menos, atacou diversas vezes de forma vil Glenn, envolvendo sua família e seus filhos em briga política. Apenas com isso, já dava para rotular Nunes como um flagrante covarde, uma referência em covardia jornalística nos tempos atuais.

Peço licença para você, caro leitor, pois preciso ir mais além. Augusto Nunes é um velho covarde, canalha e sem caráter que diante de sua própria incapacidade de argumentação coesa apelou para a selvageria ao agredir o jornalista, vítima de suas canalhices.

Augusto Nunes é covarde. E provou isso ao vivo hoje.

Ninguém pode ter respeito por essa gente. Nem educação. Nem tratar como se fossem seres humanos respeitáveis. São canalhas, mentirosos, manipuladores e COVARDES.

É exatamente esse tipo de comportamento doentio e pueril que está a afundar o Brasil e os brasileiros – que agora são mais de 13 milhões de miseráveis! Não podemos permitir que essa gente tome o rumo e o controle da narrativa da sociedade.

Por outro lado, não se pode deixar de apontar para quem montou o palanque vergonhoso de hoje. Todo mundo sabia que isso ia acontecer. Augusto Nunes é um dissimulado. A Jovem Pan não tinha nada que ter colocado um ao lado do outro depois do Glenn ter ouvido tudo que já ouviu desse cara.

Não devemos nos esquecer que o programa em questão (Pânico) é um referencial em produção de conteúdo de baixíssima qualidade, um dos patrocinadores da bancarrota intelectual que este país vive. Não tenho dúvidas que Emílio (Surita) e sua trupe armaram todo o circo com extrema má fé para estimular a selvageria e a desinteligência, coisa que são mestres em fazer.

Esse é o Brasil que gente da mesma estirpe que Augusto Nunes plantou, e agora são as pessoas decentes e  honestas que precisam colher os amargos frutos da barbárie. Nunes em toda a sua carreira miserável precisou apelar para a violência física para que finalmente tivesse alguma relevância sólida no cenário nacional e é assim que será e deverá ser lembrado!

Como um sujeito irascível, COVARDE e ignóbil que de nada contribuiu positivamente ao país se não apenas de forma negativa com seus deméritos.

Não irei me surpreender se a Jovem Pan não fazer nada em relação ao episódio, não ficarei surpreso, pois ela também é outra patrocinadora da decadência e vergonha que não só este país como também o jornalismo brasileiro vive.

Espero que o Brasil tenha algum dia, dias melhores, com pessoas melhores e que aprenda que contra os intolerantes, toda intolerância é válida.

Augusto Nunes, você é um covarde.

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