9 comentários em “Re-Pa: a saga do maior clássico do mundo

  1. Fica a dica para o Blog colocar as duas goleadas de 4 a 0 aplicadas pelo Papão sobre o remo dentro do Baenão em menos de um ano entre as duas partidas no início dos anos 2000.

    Albertinho, Trindade, atacante Samuel e companhia calando a torcida remista dentro de seu próprio estádio impondo ao remo verdadeiras derrotas vergonhosas em seu campo.

    Curtir

  2. Amigo Bira, não vejo supremacia entre os dois. No ano passado, por exemplo, só deu Remo – 4 vitórias por 1 a 0.

    Curtir

  3. Na realidade Gerson foram duas vitórias de 2 a 1 e duas de 1 a 0, sendo que em três partidas o remo sempre teve a seu favor um gol de pênalti marcado pelo centroavante Isaac, em razão de falhas daquela “primorosa” zaga comandada por Diego Ivo que, não por acaso, também contribuiu para a queda bicolor na série C.

    Na realidade, a supremacia bicolor esse ano foi mais marcante do que os placares magros do ano passado quase sempre com pênalti para o Isaac cobrar.

    De fato, ano passado o remo ficou apenas quatro partidas sem perder, três delas em razão de pênalti bem cobrado por Isaac que garantiram vitórias azulinas enquanto, só esse ano já foram seis jogos em que o Papão não perdeu para o remo, sendo 3 vitórias, duas delas com 3 gols marcados, destacando-se a goleada de 3 a 0.

    E mais ainda: em dois desses seis confrontos o Paysandu eliminou o remo de uma competição.

    E nem se diga que o remo foi eliminado na série C em razão de partidas anteriores que deixou de ganhar ou em razão de um pênalti na partida entre o Juventude e Ipiranga, pois todo mundo sabia que o remo, para passar para outra fase sem depender de outros resultados, precisava ganhar do Paysandu. E todo mundo sabia que o empate no clássico beneficiaria o papão e poderia eliminar o remo, o que de fato aconteceu.

    Portanto, Papão eliminou o remo em duas competições distintas durante essa invencibilidade de seis jogos ao contrário do ano passado, em que ocorreram partidas do campeonato Paraense sendo que duas delas não valiam absolutamente nada!

    Por fim, essa invencibilidade de seis jogos garantiu que o clube bicolor ultrapassasse o rival em número de gols no confronto direto entre os tradicionais rivais.

    Não contesto o valor histórico das imagens postadas. Só entendo que as duas goleadas de quatro a zero além de serem mais recentes do que as das partidas mostradas nos vídeos acima, possuem um valor histórico ainda maior, pois foram duas goleadas de quatro a zero aplicadas pelo Papão dentro do campo do rival.

    Curtir

  4. Só retificando: onde se lê queda na série C, leia-se queda na série B.

    Em arremate: esse ano só deu Papão e a supracitada goleada de três a zero já valeu por três placares magros em favor do remo ano passado.

    Vale lembrar que se for para falar em passado como foi o caso de 2018, também é importante destacar as cinco vitórias seguidas do Papão, em 1992, sobre o remo, por um a zero, uma delas com o gol marcado por Mendonça que chutou do meio de campo e encobriu o goleiro Paulo Vítor.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s