Tem trabalhador dormindo na rua para economizar dinheiro do transporte

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Nelson Lima Neto na Coluna de Ancelmo Gois no Globo informa que, feito dia desses a pedido do Bike Rio Itaú para medir o impacto social do uso da bicicleta na cidade, um estudo do Cebrap — aquele centro de pesquisa fundado há 50 por FH, Paul Singer, Francisco Oliveira e outros luminares — flagrou um dado interessante: entre os mais pobres, os gastos com transporte representam 18% do que se ganha. Isso explica o que muita gente aqui no Rio já desconfiava: mesmo com um lugar para morar, tem gente que dorme na rua para economizar. É o caso de Antônio Fernando dos Santos, 25 anos, de Itabaiana, Sergipe, há dois anos no Rio para “tentar mudar a vida”.

De acordo com a publicação, nos fins de semana, ele vai para a casa de uma tia, no Morro da Providência, onde ajuda em algumas despesas. Durante a semana, seu trabalho é como ajudante de um barraqueiro em Copacabana, onde ganha, nos melhores dias, R$ 30. Os dois bairros não são muito distantes. Mas com o que se ganha na Zona Sul, Fernando prefere dormir na rua para economizar o pouco dinheirinho, completa o jornal.

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