Cúmplices e apoiadores do estado de exceção agora fingem arrependimento

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Por Esther Solano, no DCM

Primeiro foi Padilha, coitado, que se sentiu enganado porque pensava que Moro era a Mãe Teresa de Calcutá da anticorrupção.

Agora o Miguel Reale Jr. se diz estarrecido com Bolsonaro porque, claro, como o impeachment não teve nadinha de golpe, foi tão ético, tão virtuoso, só procurando o bem do país, jamais nunca ninguém iria imaginar que provocaria uma enorme ruptura institucional e a chegada de um monstro ao poder.

Todos os colunistas e editoriais da Folha e o Estadão gritam, surpresos, apavorados contra Bolsonaro.

Alguém que não conheça o Brasil pensaria que os dois jornais fizeram campanha por Haddad ou até por Boulos.

Tampouco nunca ninguém imaginou que a naturalização na imprensa de Bolsonaro e a mentira dos dois extremos acabaria em merda.

Desonestos, cúmplices.

Vocês sabiam muito bem o horror que estavam apoiando. Ninguém pode dizer que Bolsonaro mentiu.

Há 30 anos que fala o mesmo lixo.

Vocês sabiam, sim, e são culpados. A quem pretendem enganar hoje?

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