Papão festeja liderança, mas Brigatti evita excesso de empolgação

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Líder do grupo A2 do Campeonato Paraense com dez pontos, um a mais que o Paragominas, o Paissandu é o único time que ainda não perdeu no torneio. Tem três vitórias e um empate. A boa fase, confirmada com a vitória sobre o Remo no último domingo, empolgou a torcida, mas o técnico João Brigatti tratou de conter a empolgação dentro do elenco. nhum tipo de empolgação dentro do elenco.

“Conseguimos uma vitória maiúscula, mas não está nada garantido ainda. Temos que ter os pés no chão. Antes empatamos com o Castanhal. São apenas quatro jogos e não dá para esperar que o time já esteja pronto. O Paysandu está de parabéns pela humildade e pela entrega”, disse. “Vejo ainda muito a evoluir e não vamos nos empolgar. Comemoramos uma vitória sobre o maior rival, mas o trabalho continua”, disse.

O treinador bicolor não citou nomes, mas deixou claro que para o jogo de amanhã contra o Águia, na Curuzu, o time deve ter mudanças forçadas pelo desgaste do clássico, além da necessidade de rodar atletas que ainda não entraram na equipe, como o meia Tiago Primão e o atacante Paulo Henrique, que estreou no Re-Pa atuando por menos de 10 minutos.

Entre os jogadores, há a convicção de que o trabalho está no caminho certo. “A gente não teve uma pré-temporada, não teve os amistosos, então isso dificulta um pouco na parte do entrosamento. Mas a gente tem superado isso diariamente com as conversas nos treinos e vamos ter que adquirir (ritmo) durante a competição. Acredito que estamos no caminho certo, o grupo está focado, está com o mesmo intuito, fechado e creio que a gente só tem a crescer na competição”, disse o atacante Paulo Rangel, um dos mais entusiasmados com a atuação contra o Remo.

3 comentários em “Papão festeja liderança, mas Brigatti evita excesso de empolgação

  1. Bom técnico e não apenas pela vitória no clássico. Não gosta de retranca, consegue dar padrão de jogo ao time, em geral ofensivo, e sem se preocupar apenas em estudar o adversário como fazia Dado. Discurso direto e simples, meio Muricy, sem o palavreado rebuscado e enganador de muitos professores, inclusive Dado. Difícil que não atraia interesse de times das séries B ou A.

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  2. Amigo Maurício, sou mais prudente (por ser talvez mais descrente) quanto a essas coisas. Nessa área movediça de técnicos que falam o que a plateia quer ouvir, prefiro esperar mais um pouco para formar juízo de valor sobre Brigatti. Foi bem no clássico, quando todas as circunstâncias lhe favoreceram, mas ainda lembro do arremedo de time que ele botou em campo contra o Atlético-GO na rodada final da Série B.

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  3. Não entendi a razão da empolgação.
    Um adversário inexistente em campo, um verdadeiro arremedo de time adversário.
    Do outro lado, erro nas finalizações, a defesa bicolor não sendo exigida pelo mau desempenho azulino.
    Vitória maiúscula sim, mas tem que refletir muito sobre o que poderia ter produzido e onde está a fragilidade do time.
    A continuar assim, o Paysandu se credencia ao título pois os adversários deixam muito a desejar.
    Já para a série C o nível será outro.

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