Por que o 6 a 1 é diferente do 7 a 1

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Por Juca Kfouri

Você se lembra que a Alemanha já vencia por 7 a 0 no Mineirão quando Oscar fez o solitário gol do Brasil.

Aquele gol e nada significaram a mesma coisa.

Ontem, no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, Lula, como era óbvio que aconteceria, foi declarado inelegível por 6 a 1.

Afinal, não fariam tudo que fizeram, desde o despudorado impeachment até a prisão de Lula, para deixá-lo ser candidato e, provavelmente segundo as pesquisas, ganhar a eleição no primeiro turno.

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A diferença para o 7 a 1 está em que o voto de Edson Fachin, ministro também do Supremo Tribunal Federal, acolheu o pedido do Comitê de Direitos Humanos da ONU para que Lula pudesse concorrer.

Ele chegou a empatar o jogo, segundo a votar.

Aquilo que alguns chamaram de “fake news” convenceu um ministro do STF!

De duas, uma: ou Fachin não entende nada de Direito ou tem gente em débito com a verdade.

Pode-se, e até deve-se, discutir decisões judiciais parta de quem partir. As do insuspeito Fachin inclusive, como não? O que Lula tem sofrido nas mãos dele dá um livro.

Mas daí a tratar como “fake news” algo que um ministro do STF admitiu como digno de ser atendido vai uma diferença abissal.

Só que no jogo para enganar os incautos, o que vale é o resultado: 6 a 1.

Vale, também, dançar homem com homem e mulher com mulher. Vale tudo!

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