As decepções da Copa

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Por Juca Kfouri, no UOL

Copas do Mundo são sempre assim. Trazem surpresas positivas como a campanha russa e decepções como a Espanha, a Alemanha e a Argentina, nesta ordem.

Andrés Iniesta não pôde fazer a despedida que merecia e, talvez, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi também.

Digamos que foram decepções técnicas, embora, no caso de Messi, sua resignação incomode, crítica que não se pode fazer ao CR7.

Anteontem quem decepcionou gravemente foi Juan Carlos Osorio.

Não soube perder, não soube reconhecer que seu time embora valente e insinuante não fez o goleiro brasileiro trabalhar, ao contrário do mexicano, e ainda por cima fez comentários injustos em relação a Neymar, pisado por um mentecapto chamado Miguel Layún, que além de covarde é mentiroso porque disse não ter sido proposital.

Osorio, em vez de elogiar quem venceu sem deixar margem à dúvida, preferiu culpar a arbitragem.

Que, de fato, falhou, foi omissa.

Pois deveria ter expulsado o jogador mexicano do FC do Porto, emprestado ao Sevilla.

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