
Por Juca Kfouri
O coronel Nunes, que preside a CBF porque era o vice-presidente mais velho, não votou errado em Marrocos por acaso. Acaso teria sido se tivesse acertado e votado, como ficou acordado entre os membros da Conmebol, na candidatura EUA/México/Canadá.
Mas Nunes se confundiu ao votar, como trocou o Mar Negro pelo Vermelho.
Teorias da conspiração já pululam nos bastidores do futebol, como pelos corredores da Federação Paulista de Futebol, onde se garante que o voto foi proposital e por vingança da investigação do FBI sobre os três ex-presidentes da CBF.
Tudo é possível, mas traição para perder é de tamanha burrice que é melhor aceitar a tese do erro mesmo, embora o coronel não escondesse sua simpatia por Marrocos, “que nunca sediou uma Copa”. Ontem houve vários erros, hoje mais um e amanhã e depois haverá outro e outro e outros enquanto durar, até abril do ano que vem, o folclórico mandato do fabuloso coronel Nunes.
Pelo menos, ao contrário de Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, ele diverte a patuleia.
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