Senadora exibe preconceito e desconhecimento internacional

Por Kennedy Alencar

Sobrou preconceito e faltou conhecimento internacional na avaliação da senadora Ana Amélia (PP-RS) a respeito da entrevista dada pela colega Gleisi Hoffmann (PT-PR) à Al Jazeera.

Segundo Ana Amélia, Gleisi poderia ser enquadrada na Lei de Segurança Internacional por pedir apoio do mundo árabe a uma luta para libertar Lula, que seria um preso político, de acordo com o PT.

A senadora gaúcha foi preconceituosa ao associar uma entrevista a uma rede de TV de grande prestígio internacional com algum tipo de convocação à violência estrangeira, sugerindo a busca de apoio de extremistas islâmicos. A reação de Ana Amélia estimulou uma onda de preconceito e xenofobia nas redes sociais.

*

Terminado o julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a defesa do ex-presidente Lula deve questionar nas instâncias superiores a forma como o juiz Sergio Moro e três desembargadores do TRF-4 interpretam e aplicam a lei penal em geral e avaliam a consistência da prova indiciária em particular.

Ao citar “O Poderoso Chefão” em palestra nos EUA, advogados avaliam que Moro fez interpretação elástica a respeito do que é prova. No caso do processo do apartamento no Guarujá, há fragilidade probatória que torna injusta a condenação de Lula.

4 comentários em “Senadora exibe preconceito e desconhecimento internacional

  1. A senhora Gleise Hoffman(também provável “presa política” por ser ré no STF),apenas se expôs ao ridículo,não cometeu crime nenhum.Simples assim.

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  2. Cidadão, coisa ridícula é confundir Al Jazeera (rede de TV) com Al Qaeda (organização terrorista). Que nossa direita é inteiramente bovina, todos já sabiam, mas alguns de seus representantes fazem questão de ressaltar isso a todo instante. Típico de um grupelho que cultua Alexandre Frota como intelectual, Bolsonaro como filósofo e Malafaia como guru espiritual. Por essas e outras, acredito que burrice é a doença mais difícil de ser combatida, pois não há remédio possível.

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  3. Poxa Gerson, sou o Rafael que sempre comentou aqui no teu blog.Tá vendo só como tu és?O teu radicalismo partidário te torna dessa forma.Cara, tu estas precisando fazer uma séria autoanálise.Não sou eleitor do Bolsonaro,e condeno todas as ditaduras, inclusive as de esquerda,que você tanto admira.Dizer que essa senhora se expôs ao ridículo não é ofender ninguém.Outra coisa,se você diz tão indignado ,tão crítico da imprensa brasileira, que de fato é mesmo muito desqualificada,hoje mesmo peça as suas contas da RBA e comece a desancar a imagem da família do senhor Barbalho,que foi um dos artífices do “golpe de 2016”.Não vais fazer isso,tenho absoluta certeza,vais viver na incoerência.E quanto a me chamar de burro,bem,melhor ser burro que ser cego partidário.Tenha um ótimo dia,e obrigado pelo teu destempero

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  4. Cidadão, meu comentário não foi ofensivo. Não o chamei de burro, como diz, nem de alienado ou lambe-saco da direita bovina. Discordei de você somente, o que é absolutamente normal, principalmente porque o lado ridículo e bizarro desse episódio foi protagonizado por Ana Amélia, a Véia da lista da Odebrecht, que confundiu uma emissora de TV com célula terrorista, resumindo bem o que é este bolsão radical, chucro e desinformado da política brasileira hoje. Leia, releia e observe os termos que usei. Ah, agradeço seus conselhos “profissionais”, mas dispenso. Não lhe dou o direito de decidir sobre os destinos de minha carreira, muito menos de cobrar coerência e de se arvorar a emitir críticas de natureza pessoal, visto que obviamente não sabe nada sobre minha história e minhas origens. Não nasci dentro de um trabalho, tenho caráter e vida própria. Sou um trabalhador, como qualquer outro, e ganho dignamente meu sustento ao longo de 42 anos de jornalismo. Enfim, sou um cidadão responsável, que convivo bem com minhas ideias, convicções e princípios. De resto, estou vivendo um dia maravilhoso, ensolarado e arejado, talvez por isso apenas pedirei (veja você) que seja mais humilde, generoso e respeitoso com as pessoas – imagino que seja possível que você entenda. Não o conheço, mas sempre o tratei respeitosamente aqui, como a todos os que buscam expor livremente suas ideias de espírito desarmado e coração tranquilo. Continuarei assim. Vida que segue.

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