Tribuna do torcedor

Por Amin (aminvzah@bol.com.br)

É desanimador assistir futebol no Brasil. Os jogos são constantemente manipulados, começando pelas arbitragens e com a conivência da imprensa, especialmente quando de jogos do flamengo. Sábado, assistimos mais uma aberração e a prática do surrado “dois pesos e duas medidas”. No gol do Flamengo, que há décadas é ajudado pelas arbitragens (lembrar das expulsões de meio time do CAM em 1981 pelo José Roberto Wright), Rodolfo estava em flagrante impedimento, entretanto o gol do Botafogo (menos escandaloso) foi anulado pelo outro bandeirinha.
E sempre o Botafogo é esbulhado pelas arbitragens e diminuído pela “inpremza”. “Juízes” Marcelo Henriques, Gaciba, Seneme, Beltrame, Luis Carlos (o Índio) e outros mais.
Ontem a Sky nos poupou dos comentários do Luis Carlos Jr e Lédio Carmona, que no ano passado, quando de um jogo do BFR contra o mesmo flamengo, aos risinhos, comentavam que no Engenhão só tocava o hino do BFR. Certamente eles entendem que na quadra da Beija-Flor deva tocar o samba enredo da Portela. 
Quando do episódio do V. Jr. provocando a torcida do BFR agora em fevereiro, na “vitória” por 3 x 1, e a represália da Diretoria do BFR em não ceder o Engenhão, os “comentaristas” caíram de pau durante 4 dias nos diversos programas esportivos. Se fosse inversa a situação, a atitude seria acertada. É muita desfaçatez e insistir em jogar para a platéia. 
Finalmente acho que os bandeirinhas de sábado quiseram homenagear o aniversariante do dia, aquele que na Copa de 1978 na Argentina teve o gol anulado pelo juiz Clive Thomas, após quase 5 minutos de embromação do Nelinho para cobrar o escanteio, no jogo contra a Suécia, aos 48 do 1º tempo.

Hoje, eu li no Globo On-line matéria com o coordenador da COAF-RJ Sérgio Santos, comentando os erros de arbitragem no jogo do BFR sábado (03.03). Chega a ser engraçado se não fosse trágico. Ele admite que o gol do Fla foi em flagrante impedimento, bem como um tapa de Everton em Leandro Carvalho, o que teria caracterizado expulsão, e que esses incidentes seriam facilmente detectados quando do uso do VAR (Video assistant referee).
Cético que sou quanto a essas providências tomadas após o ocorrido, nem me empolgo quanto à adoção dessa tecnologia que viria sanar
essas dúvidas. Isso é apenas um cala boca nos dirigentes do BFR e nossa seleta torcida. Vão fazer uma reciclagem, voltam depois de 3 meses e vão continuar roubando de novo.
Sabendo que a grande maioria da “imprensa” é descaradamente do lado deles, não me surpreenderei se o(s) operador(es) escalados para o referido aparelho, nos dias de jogo deles, forem Eric Faria, Lédio Carmona, Luis Carlos Jr., Pascoal, Fábio Sormani.
Aí você vê que estamos no mato sem Biriba. Tomei uma providência: doravante em jogos do BFR assistirei com o volume no ZERO, embora o Jader Rocha tenha sido imparcial no sábado. Mas você há de convir que aturar aqueles acima citados e mais alguns é dose cavalar, e meu fígado não aguenta. 

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