A censura à Tuiuti, a intervenção e o ódio de Temer ao Rio e ao Carnaval

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Por Kiko Nogueira, no DCM

A difícil dissociar a açodada decisão de intervir no Rio de Janeiro da humilhação sofrida por Michel Temer no Carnaval. A admissão do estrago causado pela Tuiuti à imagem de um governante patético, absolutamente desprezado pela população, veio na forma de censura.

De acordo com a direção da agremiação, emissários da presidência da República pediram à Liga Independente das Escolas de Samba, Liesa, que impedisse a participação do “Vampirão Neoliberalista” no desfile das campeãs, no sábado, dia 17.

Ele acabou se apresentando, mas depois de uma concessão: tirou a faixa presidencial. Entrevistado pela Mídia Ninja pouco antes de entrar na Sapucaí, o professor de História Léo Moraes, que interpreta o personagem, foi evasivo.

Primeiro, afirmou que estava aguardando que lhe trouxessem o adereço. Depois de algumas conversas com colegas, ao pé do ouvido, afirmou que o “perdeu”.

Chegou a negar que estivesse retratando Temer e que sua fantasia  “representa um sistema”. No final, Moraes foi orientado a retirar a maquiagem rapidamente, ali mesmo na dispersão.

Mas o problema não era o PeTê bolivariano?? Tidizê… 

2 comentários em “A censura à Tuiuti, a intervenção e o ódio de Temer ao Rio e ao Carnaval

  1. Com intervenção militar, começam a proibir a liberdade de expressão, o exército se tivesse mesmo cumprindo sua missão constitucional de manter a ordem, deveria prender o próprio presidente e uma cambada de políticos e juízes, a começar pelo supremo onde o Vampirão mor GM e os inócuos, deveriam estar fora por rasgar a constituição. Pobre Brasil! Até quando?

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  2. Bom, se com os próprios meios a segurança pública carioca não consegue êxito pois a estrutura é apodrecida; se a regeneração da estrutura é impossível porque as autoridades cariocas estariam todas comprometidas com os malfeitores organizados; se as medidas de base só surtem efeito a médio e longo prazo; se as autoridades cariocas não tem interesse e nem condições morais de adotar as medidas de base; e se nem o exercito tem capacidade de resolver o problema, a conclusão só pode ser uma: a violência no estado do Rio de Janeiro é um caso sem solução? E se é assim no Rio, será assim em todo o Brasil? Será assim no Pará?

    Só uma coisa não pode ser sustentada: que a violência no Rio de Janeiro (e em vários outros estados) está sob controle, que não chegou a patamares insustentáveis.

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