O separatismo que queremos

11 de outubro de 2017 at 0:36 1 comentário

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Perfeito. 

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Show de Messi garante Argentina no mundial Rock na madrugada – The Kinks, I’m Not Like Everybody Else

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  • 1. fernando pina  |  11 de outubro de 2017 às 9:46

    CONCORDO!
    Há tempos, antes mesmo das mídias sociais, quando os sinais de fumaça, segregacionistas, fascistas, sionistas etc, começaram chegar ao meu conhecimento (e olhe que já não eram os primeiros), mesmo tomando na pilhéria, resolvi brincar com o mapa do Brasil num exercício de ver como ficaria a pátria farisaica, caso vários movimentos do gêneros fossem levados à cabo. Assim, brincando, propus reorganizar geo-politicamente o país criando cinco nações federativas:
    1- FEDERAÇÃO AMAZÔNIA BOLIVARIANA, com os estados do Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Roraima e Rondônia, Tapajós, e território federal do Marajó)
    2- FEDERAÇÃO NORDESTE ARMORIAL, com os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão (norte e sul) Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio G. do Norte)
    3- FEDERAÇÃO CENTRO ORIENTAL com os estados de Goiás, Mato Grosso (norte e sul), Tocantins e o território federal de Brasília)
    4- REPÚBLICA SUDESTE DO BRASIL, com os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo uma espécie de Shangri-la ou Marrakesh ou ainda Pasárgada.
    5- REPÚBLICA SUL PAMPEANA E DAS ARAUCÁRIAS, com os estados do Paraná, Sta.Catarina e Rio Grande do Sul.
    (*) REPÚBLICA DOS BANDEIRANTES, com o atual estado de São Paulo (caso ele não aceite participar da república do Sudeste.

    Antes jocosa a proposta, os anos passaram e hoje, em tempos doriânicos e bostonáricos, vejo oportuna a discussão serena, pelo menos da insistente e concreta proposta do pessoal da Serra Geral.

    Quem sabe, ficando com Richa, Grecca, Sartori, Moro, Dallagnoll, et caterva, eles conseguem criar um mundo próprio, uma espécie de bolha na qual prevariquem, pululem, forniquem, reproduzam-se como ratos (que são), até que a mixoginia germine uma nação.

    Guardadas as liberdades denominativas que atribuí às demais regiões, penso que todas as regiões federativas estão maduras, curtidas no labor e nas lutas, cada uma delas tendo como se sustentar sem as muletas fascistas da Casa Grande.
    No caso da Amazônia, lembro que antes da chegada da Belém-Brasília éramos orgulhosamente índios & selva. Em nome do “pogresio” hoje a região é saco de pancada, subservientes, e deixa ser saqueada a Madeira, Umidade, Oxigênio, Ferro, Alumínio e Muita Energia.
    Nada do que fomos.

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