E a história se repete…

4 de setembro de 2017 at 0:41 15 comentários

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POR GERSON NOGUEIRA

A derrota do Remo para o Sampaio Corrêa, sábado, no Mangueirão, teve efeito tsunâmico sobre o astral da apaixonada torcida azulina, que lotou o estádio e bateu todos os recordes (público e renda) da Série C. Uma ducha de água fria no entusiasmo dos 35 mil fanáticos azulinos que compareceram para incentivar o time em busca da classificação.

O começo foi favorável. Um pênalti sobre Flamel deu a chance ao Remo de abrir o placar logo aos 5 minutos. Eduardo Ramos, especialista nesse tipo de cobrança, bateu rasteiro e colocado, mas a bola foi direto na trave direita do goleiro Alex Alves, que já havia saltado para o outro lado.

O impacto emocional causado pela perda mostraria seus efeitos logo em seguida. Nervoso e atrapalhado, o Remo não conseguia se organizar, com os setores distanciados e sem conexão entre si. Alguns jogadores abusavam dos passes errados, casos dos laterais Jaquinha e Ilaílson.

Aos 13’, numa jogada que já vinha sendo ensaiada desde o começo do jogo, Hiltinho avançou pelo lado esquerdo, tabelou com um companheiro e tocou para Jefferson Recife, que entrou na área e foi agarrado por Jaquinha, o mais inseguro dos defensores remistas. Fernando Sobral não vacilou, cobrem bem o pênalti e botou o Sampaio em vantagem.

Os gritos da torcida não conseguiam fazer o Remo acordar da letargia. Jayme isolado pela esquerda, Pimentinha esquecido na direita. Ramos, acabrunhado pelo penal desperdiçado, zanzava sem rumo. Flamel era o mais lúcido, mas tinha dificuldades em articular frente à eficiente marcação. Os volantes João Paulo e Dudu só paravam as jogadas com faltas. O Sampaio era sempre mais tranquilo e objetivo.

Faltava vibração ao Remo, em total descompasso com o entusiasmo da massa nas arquibancadas. Começou a melhorar aos 30’: num cruzamento alto da esquerda, Jayme cabeceou com perigo, rente ao travessão. Depois, o Remo ameaçou de novo, mas a bola foi cabeceada sem força por Dudu.

O gol veio através de uma tentativa errada. Aos 30 minutos, Dudu recebeu na intermediária e chutou rumo ao gol, mas a bola saiu torta e foi nos pés de Flamel, que dominou e passou para Jayme finalizar rasteiro. O empate reacendeu as esperanças azulinas e serviu para incendiar a galera.

O 2º tempo chegou com Pimentinha bastante acionado pela direita. O problema é que o atacante via-se obrigado a driblar até três marcadores, pois não tinha com quem partilhar as jogadas.

A melhor chance ocorreu aos 14’, quando Ramos deu passe a Jayme na linha da área. Desequilibrado, ele chutou fraco nas mãos de Alex Alves. Depois disso, Léo Goiano precisou mexer no time, tirando Flamel e Jayme, lesionados, colocando Edgar e Luiz Eduardo.

Com as trocas, o Remo perdeu em rapidez e qualidade de finalização. Edgar foi o mesmo Edgar dos últimos jogos, sem qualquer disposição até para correr. Luiz Eduardo foi o brigador de sempre, mas o Remo precisava de muito mais que isso. Enrolado, o time não achou meios de fugir à eficiente marcação armada por Francisco Diá.

Quando o desespero já tomava conta do time, veio a tragédia. Em lance recuado, aos 24’, Jaquinha tocou no fogo para João Paulo, que se enrolou ante a aproximação de Wellington Rato e ainda escorregou, reclamando falta. A jogada prosseguiu e chegou a Uilliam, que finalizou para as redes.

Daí em diante, com mais de 20 minutos por jogar, o Remo não existiu mais como time. E o que era ruim ficou pior: Danilinho entrou no lugar de Dudu. Remanescente do grupo trazido por Josué Teixeira, o meia deu dois pontapés e tomou dois cartões. Expulso, foi “aplaudido” pela torcida.

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Fim melancólico e decepcionante para uma tarde que a torcida tentou de todo jeito tornar festiva e espetacular. O Fenômeno fez sua parte, mas era preciso jogar e o Remo esqueceu esse detalhe. (Fotos: WAGNER SANTANA/Diário)

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Vaga é possível, mas cenário é desfavorável  

Como já é tradição, a Série C terá uma rodada final emocionante no próximo sábado. Duas vagas ainda estão em aberto no G4, disputadas por Fortaleza, Remo, Salgueiro, Cuiabá, Confiança e Moto Clube – que também está ameaçado de rebaixamento. Tudo pode acontecer levando em conta o histórico de resultados meio malucos vistos nas últimas rodadas.

O quadro é tão imprevisível que até o Remo, mesmo depois do fiasco no Mangueirão, ainda tem chances concretas de classificação. Para isso, porém, terá que superar seu maior inimigo: o próprio Remo. Com o elenco limitado (e desfalcado) que tem em mãos, Léo Goiano precisará de quase um milagre para obter a vaga no sertão pernambucano.

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Queixas desmentidas pela realidade dos fatos

Em entrevista à Rádio Clube, um dirigente do Sampaio falou cobras e lagartos do diretor azulino Marco Antonio Pina, reclamando do não cumprimento de suposto acordo para que Edgar e Pimentinha não enfrentassem o clube timbira.

Reclamação das mais injustas. Afinal, nos dois confrontos, os atacantes até entraram em campo, mas de fato não jogaram.

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 04) 

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15 Comentários Add your own

  • 1. Antonio Valentim  |  4 de setembro de 2017 às 7:11

    O Remo depende de uma vitória sobre o Salgueiro. Mas quem acredita?
    Erros individuais continuaram a acontecer.
    Dono do time perde um penal no início do jogo, que faria toda a diferença a partir de então.
    Jackinha agarrando outro.
    Volante vacilando.

    De bom mesmo só dois valores da terra: Flamel, que consertou um tijolo que lhe deram, tocando a bola com esmero para Jayme, que também com toda a calma, fez o gol.

    Vida que segue.

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  • 2. miguelangelo1967  |  4 de setembro de 2017 às 7:38

    Fica o alento de que se não classificar também não cai.
    Exceto o ASA e o Botafake que fez de tudo para cair neste ano, o time Paraense foi similar aos seus adversários tanto que seis equipes chegam na última rodada com chances de classificação.
    O Salgueiro é parada dura mas nada é impossível nesta tão conturbada série C de 2017!
    Mesmo sendo Bicolor, ainda apostaria minhas fichas no filho da Glória e do Triunfo, afinal, o título da terceira divisão remista veio quando tudo lhe era desfavorável.

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  • 3. Oliveira  |  4 de setembro de 2017 às 7:40

    Amigo Valentin, não esquecendo outro valor da terra, o zagueiro Martoni que não perdeu nenhuma disputa com os atacantes do Sampaio. É uma pena que chegou tarde ao Leão.

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  • 4. Helio Mairata  |  4 de setembro de 2017 às 7:49

    Não adianta brigarmos com a realidade. O Remo tem diretoria ultrapassada, tecnico caseiro e jogadores sem exceção limitados. Alguns até mesmo abaixo da crítica, ruins mesmo, como os zagueiros e os volantes. Tem sorte de não voltar a série D.

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  • 5. celira  |  4 de setembro de 2017 às 9:09

    A derrota do Remo só reforça nossos vexames em jogos decisivos em casa (o PSC não tem sido diferente). Contudo, é preciso dizer que neste último ano os clubes paraense se notabilizaram por vencer fora de casa. Logo, ainda que improvável, o Remo tem chances reais de classificação… Nada está perdido como muitos pensam.

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  • 6. Nelio  |  4 de setembro de 2017 às 9:40

    Amigo Gerson Nogueira, longe de mim querer me meter no seu trabalho. mas acho que o titulo categórico desta coluna deveria ser: ” E o sofrimento do fenomeno azul se repete ” meu modo de pensar assim é porque só em Belem ja são quase 10 eliminações nas mesmas circunstância . Derrotas clones desta, com estadio lotado. Só para terrem uma ideia do tamanho dessa frustração que causaram à torcida, os atletas azulinos “são eles” conseguiram enganar até eu, porque eu não acreditava jamais nesta derrota e na pior hipótese acreditava num um empate. falei para isso para dezenas de pessoas próximas a mim que me perguntavam sobre placar. que fase….negra

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  • 7. Alessandro  |  4 de setembro de 2017 às 9:47

    Bom dia a todos na opinião já é uma vitória o Remo ficar na Série C de 2018 pra quem ficou 2009 a 2015 esses 6 anos disputado vaga na Série D mais vamos falar do jogo de sábado o técnico do Sampaio falou quer os gols da Bolívia foi de contra-ataque kkkkkkkkkkkkk ER errando pênalti Jaquinha fazendo pênalti infantil dando passe errado desde ter mandado a bola pra frente tocou pro João Paulo na fogueira é ainda perdeu a bola quer acabou acontecendo o gol do Sampaio o time Maranhense ganhou o jogo mais nos erros do Remo do que por mérito deles agora é ganhar Salgueiro Seja o quer DEUS quiser

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  • 8. Alessandro  |  4 de setembro de 2017 às 9:51

    Ainda por cima o Remo só teve uma vitória jogando fora de casa ser pra jogar sem vontade e melhor colocar os jogadores da base contra o Salgueiro quer as chances de classificação já começa aparecer mais com time quer estar e dessa maneira sem vontade não dá

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  • 9. Eric  |  4 de setembro de 2017 às 9:54

    Diretoria do Remo deveria pergunta quem quer jogar o Jogo de Sábado no interior de Pernambuco em Salgueiro porque ser for pra fazer corpo mole deixar os jogadores da terra quer eles resolvem pra cobrar salários são craques mais pra jogar bola parecem que estão morrendo

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  • 10. lopesjunior  |  4 de setembro de 2017 às 10:08

    Martoni e Dudu foram os melhores reforços do Mais Querido nesta série C, depois do Pimentinha. Flamel e Jayme, sem dúvida, são a luz no fim do túnel, e Gabriel Lima a ausência mais sentida. Esse trio paraense, acrescentado de Pimentinha, poderia estar fazendo a diferença em campo nesse momento em que o Remo mais precisa, mas não lembro de terem atuado juntos nesta série C. Luiz Eduardo, sem dúvida, é um guerreiro, embora este fosse o Nino, que não lutou tanto assim… A decepção tem sido mesmo os laterais. Incrível como Jackinha e Léo Rosas não tenham se encontrado em campo… Por aí, chamo a atenção de que teríamos mais ou menos uma escalação com Ilaílson, Dudu e Flamel no meio, com Pimentinha, Jayme e Gabriel Lima no ataque, um time cabano, mas que só ocorreria com um técnico que os conhecesse, o que não é o caso de um técnico forasteiro… e essa pode ser uma boa formação pro Parazão de 2018, contando com outro zagueiro jogando com Martoni e os mesmos goleiros, mas com laterais produtivos, e isso pode dar muito certo, pode ser que mesmo esse time que vem apresentando um futebol sofrível venha render bons frutos ano que vem…

    Agora, voltando ao presente e à dura realidade, com quatro desfalques certos, e com laterais totalmente improdutivos e sem confiança e motivação, reforço meu ponto de vista de que o Remo deva jogar sem laterais, com três atacantes (dois abertos pelas pontas, Pimentinha e Edgar, e Jayme centralizado), três zagueiros (Leandro Silva, Martoni e Bruno Costa) e três volantes, com Flamel centralizado na armação e com Ilaílson e França na saída de bola e João Paulo (ou Tsunami?) na contenção a frente da linha de três zagueiros. Parece difícil de imaginar esse esquema na prática, mas é mais difícil ainda imaginar (para mim), que os laterais joguem um primor de futebol, na última partida, quando as evidências apontam que isso é praticamente impossível. Mas não fica tão difícil imaginar esse esquema se lembrarmos que Flamel e Jayme recompõem a marcação pelo meio, liberando em parte os volantes para fechar as beiradas do gramado e os zagueiros à cobertura das laterais e à sobra… É hora de tentar algo realmente diferente, porque o tradicional 4-4-2, acho eu, não vai funcionar de novo…

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  • 11. Marcos Paulo  |  4 de setembro de 2017 às 11:11

    Mediante todos os fatos ocorridos, o Remo manteve-se na Série C. É o que importa!

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  • 12. Comentarista  |  4 de setembro de 2017 às 12:38

    Ante as recorrentes lambanças que têm protagonizado Remo e Paysandú, em casa, no colo de suas maciças torcidas, sugere-se ao ilustre torcedor do Fogão – próximo campeão da Libertadores, consultar seu DataGerson, e listar os vexames da dupla, para que possamos conhecer e proclamar o Super Campeão Delivery.

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  • 13. Anselmo Júnior  |  4 de setembro de 2017 às 13:39

    Quando vi a escalação, pensei: “Sem Luiz Eduardo, quem vai ajudar na marcação no meio de campo?” Mas sei lá, eu queria acreditar que daria certo, que o Jayme com aquele gol, daria certo dentro do Mangueirão (E olha que o Jayme fez o gol mesmo), porém ficou um buraco no meio de campo, e deu no que deu.

    No intervalo, já era pra ter sacado o Ilailson e botado o Luiz Eduardo, recompondo o Jayme na lateral direita pra ajudar o Pimentinha, mas foi fazer isso APENAS no segundo gol, e a gente sem o Flamel (que sejamos justo, jogamos até aonde o Flamel tava em campo, quando saiu, Remo sumiu e tava mais fácil a gente levar o 3º gol do que empatarmos).

    Mas enfim, bola pra frente, ainda temos chances de vencer o Salgueiro no interior de Pernambuco, apesar de não acreditar muito nesse resultado, haja visto como o time jogou em toda a competição.

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  • 14. lopesjunior  |  4 de setembro de 2017 às 14:28

    O time pode se reinventar sem Eduardo Ramos e Luiz Eduardo. É claro que o Remo já não depende só de si, mas é preciso encarar este jogo como uma oportunidade… Quantas vezes o Remo foi a campo sem o maestro e com tantos desfalques? Pondero que o Remo já começou a série C desfalcado de laterais e cabeças-de-área mesmo… De todos os improvisos, o que ainda não foi tentado foi um outro esquema tático, diferente das variações do 4-4-2. Para encaixar este elenco nesta formatação, tem-se utilizado vários improvisos, e neste jogo particularmente, note… 1) Ilaílson, cabeça-de-área, na direita; 2) Eduardo Ramos, armador, como centro-avante; 3) Jayme, ponta direita, flutuando como meia-atacante. Três improvisos num jogo só, esperando que tudo fosse dar certo? Jayme deu certo, Ilaílson e Eduardo Ramos, não. Num 3-4-3, sem os laterais, para este elenco, há pouco improviso, porque cada qual joga na sua, zagueiro na zaga, volante na cabeça-de-área e atacante no ataque. O improviso que indico aqui é o de Jayme flutuando como centro-avante e pelo meio do ataque, o que deu certo. É preciso descartar Ilaílson como lateral e traze-lo de volta à cabeça-de-área, onde é seu forte porque João Paulo chega em todas, mas atrasado e comete muitas faltas, sorte não ter sido expulso contra o Sampaio… Não há laterais no elenco, ponto. É preciso deixar de lado os improvisos que amarram jogadores a esquema tático, quando isso não é uma camisa de força… Quem quiser chamar de 3-5-2 com Jayme como ala pela direita no apoio a Pimentinha e Edgar com Flamel pela esquerda, com três cabeças de área alinhados, logo a frente de uma linha de três zagueiros, com um dos volantes atuando como elemento surpresa, apoiando o ataque, ok. Mas é preciso desapegar desse 4-4-2 porque não há laterais no Baenão em condição de jogar! Nesse momento, o 4-4-2 só tem sacrificado Ilaílson, que não vem rendendo o mesmo que costuma como cabeça-de-área e Pimentinha não rende sendo o ponta que ele é porque falta um lateral direito pra apoia-lo. Continuando Ilaílson pela direita vai deixar João Paulo perdido na cabeça-de-área e com a zaga vulnerável. Se insistir nesse 4-4-2, a chance de outro jogo sofrível é grande e a classificação para o mata-mata não virá… Acho que o resto de como isso funcionaria é tácito. O Remo precisa atacar e defender com qualidade e, dadas as possibilidades do elenco, não é possível atacar e defender com qualidade no 4-4-2, é só usar um pouco da lógica matemática. Talvez isso também não funcione, mas talvez seja o caso de arriscar porque o 4-4-2 vai ficar sem funcionar de novo, na minha opinião.

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  • 15. 09751  |  4 de setembro de 2017 às 18:11

    Nessa rodada o mais sortudo foi o Fortaleza e o mais azarado foi o CR. Se o time de Belém tivesse ganhado, estaria praticamente classificado e ia jogar a corda no pescoço do time cearense que precisaria de pelo menos um empate para ficar com o último lugar. Agora precisa de apenas um empate para ficar em terceiro e o Remo precisa vencer fora e torcer para ficar em quarto.
    Como escreveu o blogueiro, tudo pode acontecer, mas acredito que o Remo de novo vai ficar no quase. Dos males, o menor: começou muito mal a Série C e terminou sem risco de rebaixamento.
    O Sampaio Corrêa ganhou por dois erros capitais, mas é um time muito superior ao do Remo.

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