POR JOSÉ MARIA EIRÓ ALVES
O Paysandu é uma das melhores empresas para se trabalhar no futebol profissional do Séc. XXI no Brasil. Isso não é pouco… Bem administrado, o time de Suíço evoluiu nos gramados de modo nunca visto nos nos anos de ouro de 2000 a 2005 e depois caiu vertiginosamente, a ponto de conquistar apenas um ponto em uma série C. Nós últimas três administrações ganhou credibilidade financeira, passou a explorar positivamente o sócio torcedor e viu seu patrimônio físico ser incrementado com obras diversas e a aquisição e início da construção do CT; este, quando finalizado, elevará o Papão para um dos 30 melhores Clubes de Futebol do Brasil em termos de estrutura. Além disso, mantém salários em dia e oferece condições de trabalho para atletas e comissão técnica, com academia, apoio médico, fisioterápico, fisiológico, analistas de desempenho e diretores de futebol remunerados vindo de outros eixos, além de recepção de primeira que ajuda os familiares dos jogadores a uma boa adaptação em nossa Belém. E a contrapartida? Vemos alguns jogadores apáticos; outros de nível técnico sofrível e uma falta de vontade de vencer impressionante. Depois de quatro meses de trabalho da atual Comissão Técnica não há padrão de jogo e o que se vê é um TIME e não uma EQUIPE. É um time bastante limitado, que tem no Emerson, Bergson, Gilvan, Lombardi, Perema e Leandro Carvalho e Alfredo (diferenciado só o Goleiro) os maiores destaques. São campeões do sentimento de frustração os laterais, os meias, alguns volantes e atacantes. Caso ocorra uma boa vitória contra o Remo amanhã (não acredito numa performance competitiva desse TIME) nada mudará o futebol medíocre apresentado até agora, pois não houve uma sequência mínima de duas boas apresentações do Paysandu. Para o bem do Papão, espero que o time de Josué Teixeira vença amanhã para que a realidade não seja escamoteada. Se vier o título, não será comemorado. Estou de luto com o péssimo futebol apresentado e pela falta de cobrança aos jogadores que deveriam, pelo menos, honrar a história de um Clube Centenário e respeitar uma torcida que em cada canto desse enorme País acompanha o TIme. a) José Eiró
Deixe uma resposta