Saiu barato

5 de maio de 2017 at 0:14 18 comentários

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O Papão saiu no lucro. A estratégia de poupar alguns titulares era arriscada, todo mundo sabia, e acabou se revelando ainda mais prejudicial ante a qualidade exibida pelo bem arrumado Luverdense, que meteu 3 a 1, jogou quase todo o 2º tempo com um atleta a mais e podia ter feito pelo menos mais três gols. Foi o início da decisão da Copa Verde e a diferença de dois gols terá que ser descontada pelos bicolores no Mangueirão no dia 16.

É preciso considerar que, ao mesmo tempo em que as mudanças alteraram para pior a maneira de jogar do Papão, é injusto atribuir a vitória mato-grossense aos desfalques bicolores. O Luverdense ganhou porque foi sempre melhor, com um toque de bola envolvente e objetivo.

Quando Leandro Cearense investiu pela esquerda e deu o passe perfeito para Sobralense abrir o placar, aos 6 minutos, imaginou-se que o time alternativo de Chamusca poderia aprontar uma surpresa na Arena Pantanal.

Acontece que a desvantagem não abalou o LEC, que seguiu trocando passes e lançamentos entre seus quatro meio-campistas – Eric, Rafael Silva, Marcos Aurélio e Douglas Baggio –, fiel ao desenho tático e em franco predomínio sobre os volantes Recife e Rodrigo Andrade.

O empate veio naturalmente, sem desespero, apenas cinco minutos depois, bem ao estilo de jogo praticado pelo LEC. Avanço rápido do ala Paulinho até a linha de fundo, cruzamento endereçado ao meio da área e finalização perfeita de Eric na saída de Emerson.

A superioridade técnica era tão flagrante que o LEC às vezes se dava ao luxo de cadenciar o ritmo, como a iludir o setor defensivo do Papão. De repente, partia em bloco, fazendo tabelinhas com até seis jogadores para atormentar a última linha de marcação.

Com a massacrante posse de bola no meio-campo, o Papão sofria para fazer seus atacantes entrarem no jogo. Jonathan ficava preso no auxílio à marcação, Sobralense sumido em algum lugar do campo e Leandro Carvalho tentando resolver tudo sozinho.

No desespero, Recife só parava os avanços do adversário fazendo faltas seguidas, algumas violentas. Só sossegou depois de levar o amarelo no lance que originou o segundo gol do Luverdense, em perfeita cobrança de Marcos Aurélio, aos 41 minutos. Antes disso, Emerson teve que fazer quatro grandes intervenções, quase sempre dando o rebote.

Além do descompasso no meio, havia a dificuldade para acompanhar a movimentação dos alas adversários, Anderlan e Paulinho, sempre em sintonia com Eric e Rafael Silva. Hayner não marcava bem e não tinha a cobertura necessária para tentar ir à frente.

No segundo tempo, logo aos 11 minutos, após cruzamento na área, o zagueiro Dalton desviou para marcar o terceiro do Luverdense. Logo a seguir, Hayner aplicou uma cotovelada em Rafael Silva e foi expulso, tornando mais penosa a busca por uma reação.

Chamusca optou então por dificultar os passos do Luverdense e impedir um placar mais dilatado. Acabou conseguindo seu intento porque o adversário cansou e perdeu força com as saídas de Rafael e Marcos Aurélio, substituídos por Fumaça e Gabriel Leite, respectivamente.

Will entrou no lugar de Jonathan, Diogo Oliveira substituiu a Sobralense e Ayrton substituiu Cearense, mas a parada já estava liquidada e ficou clara a preocupação em apenas não tomar mais gols. Eric (2) e Fumaça ainda perderam grandes oportunidades nos instantes finais.

Nas circunstâncias, o placar foi até brando, tanto pelas brechas permitidas pelo Papão quanto pela grande atuação do LEC. A vantagem é significativa, mas pode ser revertida em Belém.

——————————————————————————————————–

Sem criatividade, o jogo vira sofrimento

A falta de criação no meio-campo é o grande calo do Papão, cujo jogo fica travado sempre, no 4-3-3 ou 4-2-3-1. Sem um bom organizador, o time de Marcelo Chamusca é obrigado a fazer ligação direta e transição de risco. Supera adversários limitados, mas sofre muito quando encara equipes bem ajustadas, com jogadores criativos na armação de jogadas. Foi exatamente assim contra Santos e LEC.

(Coluna publicada no Bola desta sexta-feira, 05)

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18 Comentários Add your own

  • 1. direitoeducacaoecafe  |  5 de maio de 2017 às 0:30

    Leitura fidedigna do jogo, Caro Gérson.
    De se lamentar tarde a falta de padrão tático dá equipe e a inoperância de muitos atletas do Paysandu.
    Luverdense fez uma partida muito equilibrada e executou com maestria a pressão sobre a defesa do Paysandu quase sempre com o centroavante enfiado e uma linha de quatro atacantes, como o técnico disse que ia fazer.
    Chamusca já começou a dizer que a vós é dos atletas… A pseudo lua de mel acabou…
    Só tenho pena desse arremedo de equipe na Série B. Vai ser peia atrás de peia.

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  • 2. Osvaldo Costa  |  5 de maio de 2017 às 4:31

    Um presidente omisso juntamente com uma diretoria de futebol amadora, só poderia acontecer isso. Formaram um elenco medíocre, com alguns jogadores de qualidade duvidosa, sendo comandados por um técnico sem conhecimento de causa. Esse é o retrato fiel do Paysandu de hoje. LEC bem estruturada, com um meia eficiente, mandou e desmandou no jogo, fez o placar e se apertasse um pouco mais, resolveria a parada ontem mesmo. Destaque para o jogador Marcos Aurélio, que comandou a vitória da LEC. Depois do jogo de ontem, a preocupação aumentou mais ainda. Estamos há uma semana da estreia na série B, e o que temos é isso aí,

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  • 3. Comentarista  |  5 de maio de 2017 às 5:55

    O jogo de ontem foi o verdadeiro teste para a Série B, a rigor o primeiro capítulo de uma tragédia anunciada. As perspectivas são sombrias para os jogos de volta contra o Remo, Santos e o próprio Luverdense. Por muito menos, Eduardo Batista foi despachado do Palmeiras…..!!!

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  • 4. Jorge Paz Amorim  |  5 de maio de 2017 às 7:57

    Paysandu começou bem e terminou muito mal o jogo. O problema é que o decorrer da partida mostra que certos jogadores parecem esquecer prematuramente suas instruções e voltam a cometer os erros costumeiros.
    Para mim, Jonnathan e William Simões são os maiores exemplos disso. O primeiro limita-se a ocupar um espaço restrito no corredor direito reduzindo taticamente ao mínimo seu potencial de ser polivalente. Por isso nem marca, como foi no caso do primeiro gol, em que comeu a grama saída dos calcanhares do lateral esquerdo que cruzou; nem ataca porque não sabe sair daquela ‘zona morta’.
    Quanto ao segundo, a situação é ainda mais patética, pois trata-se de um jogador com extrema dificuldade de recomposição no contrataque do adversário, porém, é muito pior seu posicionamento na hora de dar combate, sempre oferecendo espaços generosos a quem cai por seu setor.
    Mas o caso mais grave parece ser o de Leandro Carvalho, um jovem promissor que vai se perdendo exclusivamente por falta de uma orientação mais competente que mostre a ele coisas óbvias, tais como: ele jamais conseguirá correr mais que a bola, toda as tentativas nesse sentido voltar-se-ão contra ele, isto é, resultarão em contrataque do adversário; se o jogo é disputado por onze de cada lado, ou o mínimo de oito jogadores, não constitui transgressão tocar a bola para os companheiros sempre na perspectiva de procurar um melhor posicionamento. Houve um lance deplorável em que ele tentou virar a jogada para o Jonnathan e chutou pra lateral, justamente porque estava pressionado e conduzindo desnecessariamente a bola, daí ter sido induzido facilmente ao erro.
    Ora, se o comandante não consegue fazer sua tripulação entender que rumos dar ao barco, claro que este tende ficar à deriva até seu destino final: o naufrágio. Simples assim.

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  • 5. Antonio Valentim  |  5 de maio de 2017 às 8:46

    E vamos ao Clássico da Amazônia!

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  • 6. celira  |  5 de maio de 2017 às 8:51

    Amigos,

    Eu posso queimar minha língua a respeito do treinador e, se desta forma for, faço questão de reconhecer meu julgamento equivocado.

    Mas, diante das decisões equivocadas e da falta de um padrão de jogo após cinco meses de trabalho, penso ser totalmente inviável manter Chamusca no comando técnico para série B, pois, mantê-lo é correr forte risco de rebaixamento.

    Amigos, não se trata de achar Chamusca bom ou mau treinador.

    Eu acredito, sinceramente, que se ele está no PSC não é por acaso, afinal, ele teve méritos em algumas equipes que passou.

    Contudo, futebol é momento e infelizmente Chamusca não vem dando certo no PSC.

    Paciência… A vida é assim…

    A diretoria devia agradecer ao profissionalismo dele e dar para ele o bilhete azul.

    Mas, os amados números de Serra não faz com que ele veja o óbvio.

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  • 7. celira  |  5 de maio de 2017 às 8:59

    Um outro aspecto…

    Preocupa-me a falta de motivação de alguns jogadores. Eles estão visivelmente cabisbaixo, além de sem ritmo de jogo.

    Exemplo: Jonhatan, Capanema e Cearense.

    Tirando o jogo de ontem, uma tremenda fogueira, eles costumam a entrar faltando apenas cinco minutos para terminar o jogo… É difícil ganhar ritmo desta forma.

    PS.: Ontem era um jogo pra Capanema, mas Chamusca não conseguiu ver e deixou os jogadores do LEC livres na entrada da área.

    PS.: Djalma, esquecido e limado por Chamusca, teria feito melhor que Hayner na direita (Hayner jogou melhor na esquerda).

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  • 8. Víctor Palheta (@victorpalheta)  |  5 de maio de 2017 às 11:03

    A bem da verdade, o paysandu este ano enfrentou 3 equipes das séries A, B e C e não venceu nenhuma até o momento. Pode até dar a volta por cima e vencer as 3 novamente, mas é sintomático para uma equipe que disputará a segunda divisão nacional com o elenco mais caro do norte atualmente.

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  • 9. miguelangelo1967  |  5 de maio de 2017 às 11:13

    A diferença entre um Treinador e um treineiro.
    Enquanto que o treinador do Luverdense se deu ao trabalho de analisar os pontos fracos e explorá-los e os poucos pontos fortes do Paysandú anulando-os completamente, o treineiro bicolor não se preocupou em conter o que o time de Mato Grosso tinha de melhor, o toque de bola do Verdão envolveu com facilidade o meio e a defesa alvi-celeste que quase não encontrou a bola durante os 90 minutos da partida.
    “A superioridade técnica era tão flagrante que o LEC às vezes se dava ao luxo de cadenciar o ritmo”, aí é que eu acho que o time de Lucas de Rio Verde pode vir a pagar um preço alto no jogo da volta.
    Pensar que a fatura está decidida com o placar de 3 x 1 lembra o falso 2 x 0, que leva muitas equipes a se acomodarem acabando castigadas no final das partidas.
    É um bom placar, mas o gol feito fora de casa pode ser o fator decisivo indicando quem ficará com a taça da Copa Verde deste ano.
    Vou usar como exemplo o Cuiabaço azulino porque aqueles 5 x 1 que já entrou para a história deste torneio, evidencia que somente após os 180 minutos é que a Copa Verde tem ou não um novo dono.
    E como torcedor Alvi-Celeste prefiro que não mude de mão e continue na Curuzú!
    Só resta saber se o Chamusca irá continuar agindo como treineiro ou assumirá de fato a sua função de treinador. Por enquanto, treinador eu só vi no banco do adversário!

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  • 10. Raime  |  5 de maio de 2017 às 11:20

    Já era para vir demitido…, mas ainda vão esperar um título para poder mantê-lo no cargo. Tomara que isso não aconteça. Os três últimos jogos era para movimentar o elenco com Gameleira no comando técnico, o elenco já fritou literalmente o chamusca.

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  • 11. Edson do Leão - meu time nunca fugiu de campo  |  5 de maio de 2017 às 12:08

    Atenção mucuradas de plantão, vão para o aeroporto fazer festa para receber o timinho de vcs igual vcs fizeram contra o Santos kkkkkkkk chamem o coronel

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  • 12. Luis Felipe  |  5 de maio de 2017 às 14:38

    Luverdense desperdiçou uma grande chance de golear e encaminhar o título. Achou que a vantagem já estava de bom tamanho. Acho que foi um grande erro de estratégia.
    PSC tem força em Belém e o resultado de 2×0 é plenamente possível e normal. Título está em aberto e acho favorável ao PSC ainda. Sufocando o Luverdense logo no início do jogo, acho bem difícil o time do mato grosso aguentar.

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  • 13. Luis Felipe  |  5 de maio de 2017 às 14:49

    Quanto ao RePa, o jogo se mostra muito mais perigoso e nervoso ao PSC do que ao Remo.
    Uma derrota azulina será sentida sim, afinal trata-se de clássico, porém não será o início de uma crise ou algo do tipo, a menos que seja uma sonora goleada. Acredito que o elenco e o técnico Josué Teixeira já são vencedores pelo que já fizeram nesse campeonato, devido as circunstâncias, finanças do clube, crises internas e tudo mais. O que vier agora, é lucro. Não tem muita responsabilidade neste momento.
    Já o PSC, por ter um investimento bem maior, jogadores e técnico com mais renome, não terá vida fácil se perder o campeonato para a inferior equipe cabana azulina (inferior em quantidade e qualidade). Entra em campo com a obrigação de fazer valer sua estrutura e seu investimento no elenco.
    Essa obrigação que talvez tenha atrapalhado a equipe nos RePas desse ano.

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  • 14. Antonio Valentim  |  5 de maio de 2017 às 17:00

    Essa responsabilidade do bicolor aumenta mais ainda na medida em que levou time mesclado para enfrentar o Luverdense. Isso indicou claramente que dá prioridade e importância ao clássico.

    A rivalidade pesa muito. No íntimo, o treinador do PSC sabe que se não conquistar o título em cima do Remo, não ficará para o campeonato brasileiro que se aproxima.

    Como na maioria dos embates entre os dois titãs paraenses, promete ser uma luta renhida.

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  • 15. Frederico Teron  |  5 de maio de 2017 às 19:03

    Que sirva de exemplo o rival que saiu de 4 e voltou de 5 lamentando.

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  • 16. Antonio Oliveira  |  5 de maio de 2017 às 19:51

    A imagem do jogo me parece perfeita. Quem viu o jogo, e, agora, lê a Coluna, parece estar assistindo um vt do jogo.

    Todavia, nada obstante concorde com a imagem, eu dela faço uma interpretação ligeiramente diferente.

    Pra mim o preço pago foi compatível seja com a estratégia montada, seja com o desempenho do listrado, seja com o desempenho do luverdense.

    Deveras, apesar de bem montado, de exibir um bom toque de bola, o luverdense não tinha (nem tem) futebol nem força, para fazer mais do que fez.

    Em contrapartida, o rival, com os titulares desde o início do jogo, jogando em casa, com o apoio do torcedor, provavelmente, terá condições de neutralizar e reverter a vantagem do luverdense.

    Digo isso porque com os reservas, o listrado conseguiu penetrar com desenvoltura na zaga titular do luverdense e fazer um gol.

    É dizer também que com o time titular muito bem azeitado, o luverdense não conseguiu ir além dos três gols que para um jogo isolado é um excelente resultado, mas para decisão no sistema ida e volta, é uma vantagem bem modesta e que foi assim não por sorte do rival, mas, sim, porque o “verdão” foi ao seu limite, o qual não parece ser amplo, eis que jogou quase todo o segundo tempo com um a mais.

    Enfim, acho que tratou-se de uma bem concebida e executada estratégia, de modo a aumentar as chances de levantar a taça das duas competições.
    Tivesse lançado o time titular, certamente teria garantido o empate ou até mesmo a vitória. Todavia, os titulares estariam esfalfados para a decisão com o Mais Querido e mais ainda para o outro jogo com o luverdense.

    Fazendo do jeito que fez economizou energia para usá-la toda nos dois jogos decisivos.

    Eis minha interpretação da derrota nas circunstâncias nas quais ocorreu. Cumprindo dizer que espero estar completa e absolutamente enganado em tudo que interpretei.

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  • 17. Antonio Valentim  |  5 de maio de 2017 às 20:38

    Não resta dúvida, caro azulino Antonio Oliveira, que ao rival listrado saiu barato, mormente fazendo um gol fora de casa. Pode perfeitamente reverter o resultado, fazendo dois gols ou mais sem sofrer nenhum.

    Ocorre que, diferentemente de outras jornadas, quando decidiu com o Brasília e com o Gama (e nem falo nem de Galvez nem de Santos amapaense), desta vez receberá um adversário melhor qualificado. Assim como pode reverter, corre, também, risco de colecionar mais dois vice-campeonatos.

    Por essas e outras que o velho esporte bretão é apaixonante.

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  • 18. Antonio Oliveira  |  5 de maio de 2017 às 21:24

    Mas, olhe, amigo Valentim, eu não disse que o listrado vai vencer as duas decisões (toc toc toc).

    O que eu disse é que foi boa a estratégia concebida, e que foi igualmente boa a execução, resultando daí que nas circunstâncias físicas do time listrado, este é o melhor cenário que pôde ser composto para que eles tenham maiores chances de se dar bem nas duas competições.

    Curtido por 1 pessoa

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