Provas irrefutáveis

24 de abril de 2017 at 14:00 14 comentários

POR LEANDRO FORTES, no Facebook

Fonte segura me garante que Leo Pinheiro entregou ao juiz Moro cópia de um bilhete de cinema comprado por um funcionário do Instituto Lula, em Santos, em 2011.

Para os envolvidos, o bilhete prova que o dito servidor estava apenas fazendo hora para, em seguida, buscar Lula no triplex do Guarujá.

Depois disso, creio, não há outra coisa a fazer senão prender Lula, de preferência, numa cruz.

Hahaha…

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14 Comentários Add your own

  • 1. Antonio Oliveira  |  24 de abril de 2017 às 15:19

    Brincando com coisa séria… É por causa de arrogâncias como estas que as coisas chegaram no pé em que se encontram atualmente. Hoje, o autor do texto postado coloca o ex como uma espécie de cristo. Bom lembrar que antes, nos tempos odebrechianos e quetais, ele o considerava um autêntico Deus, onipotente, onisciente e onipresente. E muita gente acreditava piamente neste marketing selvagem.

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  • 2. blogdogersonnogueira  |  24 de abril de 2017 às 15:43

    Não há arrogância, apenas um exercício inteligente de ironia, Oliveira. Diante dos absurdos (que muitos, por conveniência ou desinformação, aceitam) cometidos pela Lava Jato, nada mais saudável do que exercitar a capacidade de pensar. Não existe endeusamento de ninguém, apenas a noção óbvia de que há um processo persecutório incessante, capaz de atropelar as mais regras do Direito. Se Lula cometeu ilícitos, que pague por eles, recebendo a condenação cabível. Mas se inexistem provas, como é mais do que evidente, por que persegui-lo tanto? Entendo que a argumentação inteligente por vezes dói nos ingênuos acólitos de Moro, mas não há outro meio de reagir ao descalabro jurídico instaurado em Curitiba. Aliás, diante da ridícula “delação” de Léo Pinheiro, o próprio Moro já admite que o empreiteiro pode ter falseado informações. Te dizer…

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  • 3. Raime  |  24 de abril de 2017 às 17:02

    Realmente caro Gersão, é um verdadeiro exercício de ironia (para não falar em outra coisa nessa republiqueta em que vivemos), primeiro o delator vai lá e diz que o cabra não tem relação nenhum com o triplex, depois muda, e conforme delação acordada (sabe-se lá como?) diz que Lula é o dono do triplex, mas que as provas foram destruídas só não sabe dizer se foi por ele (delator)? ou pelo Lula, e o próprio Moro já admite que ele (delator) pode está mentindo? hahahahahah é muita viagem nessa lava jato , enquanto isso os nossos direitos trabalhistas e sociais indo para o ralo, e que toda essa corrupção que veio à tona com as delações da Odebrecht com provas substanciais para penalizar vários políticos não surtiram efeito, só serve se for para incriminar um certo cabra bom. Em resumo como diria um certo causídico conhecido no mundo jurídico, conseguiram inverter o polo do direito penal no país.

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  • 4. Antonio Oliveira  |  24 de abril de 2017 às 21:11

    Gerson, como sempre, respeito sua opinião. Mas, ironia é um dos mais eficientes e eficazes meios de veicular arrogância.

    Aliás, ironia arrogante, foi o que mais fez o petismo, em todos os seus segmentos, durante seus 13 anos de governo, desde os seus próceres mais destacados até os seus mais currupaicos acólitos, passando pelos filósofos, teólogos, marketeiros etc, usando tal expediente, inclusive para tentar impor um pensamento hegemônico que, para além da verdade e da razoabilidade, endeusando o prócer mor, queria fazer crer que era diferente das velhas raposas tucanas e quetais. Aliás, até hoje ainda tentam, quando consideram verdade tudo o que se delatou somente contra seus antigos cúmplices.

    Quanto à condenação, esta vai depender das provas, as quais servem para reflexão não só do juiz, mas também para quem delas toma conhecimento, inclusive, para a população e para os outros juízes, que vão analisar as decisões do juíz de Curitiba, qualquer que sejam elas, sejam pela condenação, sejam pela absolvição.

    Mas, isso, no que diz respeito à população, logicamente, será para quem tenha se disposto a ler e assistir o material original disponível, tais como os documentos, os depoimentos e os julgamentos, ao invés de se limitar a consumir e repetir as interpretações alheias, sejam as “fortes”, sejam as “globais”.

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  • 5. Gilberto José Muniz  |  24 de abril de 2017 às 21:54

    Antônio Oliveira. Me perdoe, mas vulgar é o ler. Raro o refletir.Lula foi o melhor presidente que o Brasil já teve e ponto. O PIB representa o Produto interno Bruto, de uma pessoa, família, município, estado ou nação e ponto. A intelectualidade obriga a qualquer pessoa, o ler texto, notícias etc, entendê-lo, analisá-lo, refleti-lo, comparando com outros parecidos, até chegar a um denominador comum, passando, daí para a frente, aquele assunto, como do conhecimento próprio do leitor. Pois bem. A Odebrecht é a Maior Empresa do Mundo das construções, acima das dos EUA, tirando suas empresas das maiores concorrências do mundo! Até as pedras sabem que o Brasil foi invadido pelos EUA! Também sabe que o Brasil de Lula, subiu seu status da rabeira, para a 7ª Economia do Mundo! Portanto, passou a pertencer ao G8, países que comandam o mundo! A própria ONU, quando declarou esta subida, estimou para o Brasil a 5ª posição no ano de 2016, não fosse a invasão americana no Brasil. A ralé discute disse me disse, enquanto a intelectualidade, “fatos”. Ora! Se o Brasil enredasse para o grupo G5, que tem poderes de veto, seria um martírio para os EUA, pelos possíveis vetos às invasões de outros países, tomando suas riquezas e matando inocentes, com gases mortais, como ocorre agora. FHC é simples professor, mas tem casa na França, que vale R$ 40 milhões. Comprou para sua nova namorada, AP, por R$ 900 mil. Mostre, com provas, bens de Lula, no Brasil e no mundo, se for capaz!

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  • 6. celira  |  24 de abril de 2017 às 23:21

    Hoje Reinaldo Azevedo colocou o seguinte. Eu posso achar que Lula e dono do triplex. Eu acho. Eu acredito. Mas, sem provas não tenho condená-lo. O carcará mor dos empresários, quando está contente, escreve com a razão.

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  • 7. Antonio Oliveira  |  25 de abril de 2017 às 1:56

    Muniz, quem sou eu para lhe perdoar. Você ler o que você quiser. Você reflete da maneira como melhor lhe aprouver. Cada cabeça uma sentença.

    Quanto à performance do lulla, os fatos sobre os quais eu li e refleti me impõe lançar um ponto final inclinado em direção oposta àquela pela qual você se inclinou. Sob o meu ponto de vista, o lulla se portou igual ou pior a todos aqueles a quem ele parece que combateu até 2002.

    A propósito, cumpre abrir parêntese para dizer que não estou sozinho nesta direção para qual inclinei meu ponto final sobre a tragetória de lulla a partir de quando chegou ao poder. Muitos petistas de primeira água, têm inclinação semelhante a minha. São aqueles que deixaram o pt tão logo o lulla concretizou aquilo que prometera quando subscreveu a famigerada Carta ao Povo Brasileiro, sobre cujo teor tenho certeza que você leu e refletiu (ou não?).

    Também corrobora minha inclinação os vários aliados que lulla passou a acumular após assumir o poder. Citar alguns deles podem ilustrar o que digo. Falo do senhor feudal do maranhão, do caçador de marajás, do delator do mensalão, do inventor do pita, dentre outros menos votados, mas tão perniciosos quanto. Será que a só entrega de generosas fatias do governo a estas figuras não constitui material para leitura e reflexão capaz de mostrar que era impossível o Brasil estar no estado avançado que a propaganda rubra dizia que estava. Ou este povo só passou a cumprir sua vocação após a assunção do governo temerário?

    Deveras, até pelo método braille desde lá era possível ler e refletir que o Brasil não poderia estar indo bem: (a) com as pastas ministeriais e autarquias e fundações e estatais entregues a pessoas como aquelas que citei antes; (b) com as bolsas tendo cada vez mais beneficiários, com os índices de desemprego cada vez menores, e com a violência urbana cada vez mais elevada, pelas gangues, milícias, menores infratores, tráfico de drogas etc; (c) com a saúde cada vez deficitária; (c) com a manutenção das mortes no campo; (d) com o genocídio dos Guaranis; (e) com o avanço do trabalho escravo; (f) com a degradação do meio ambiente cada vez mais acentuada, dentre várias outras chagas.

    Com verdade, como prometido na tal Carta e cumprido pelo seu subscritor, o lulla, o Brasil só chegou neste estado porque, inexplicavelmente (será?), muito das forças progressistas, tais como a une, a cut, as comunidades eclesiais de base, os sem terra, os sem teto, dentre outros, que até 2002, lutavam pelos interesses sociais, de repente deixaram de pleitear ações de maior profundidade, se contentando com o valor das “bolsas”, com as poucas casas do mcmv, dentre outros paliativos. Não se importando que enquanto isso, bilhões eram destinados aos rentistas, empreiteiros e demais detentores do grande capital.

    Bom, quanto à intelectualidade, nos treze anos do governo rubro, esta produziu deveras. De minha parte, que ‘não sendo Pelé nem nada, tampouco chegando a ser Tostão’, tenho feito minhas leituras e reflexões do máximo que tenho encontrado disponível e reputado relevante, mesmo que não concorde ou que não considere confiável. E sempre que possível, citando as fontes, tomando o cuidado de evitar ao máximo aderir aos clichês ou aos chavões dos autores consultados. Mas, é importante sustentar que prefiro sempre ler os fatos, e, dentro de minhas possibilidades e limitações, submetê-los a um firme juízo crítico.

    Quanto à Odebrechet, o que os seus próprios donos confessaram deixa bem claro a forma e os meios que a empresa, desde sempre, utilizou para assumir o status ao qual você refere. Com efeito, também ficou bem claro todo o prejuízo que foi causado pelos referidos donos, e seus cúmplices, aos brasileiros, de modo que, preservando o que for possível preservar, em prol dos brasileiros, é impositivo o saneamento desta situação de malfeitoria.

    Quanto ao alegado status assumido pelo Brasil, é preciso lembrar que logo após a ditadura, na época do guru defin neto, se apregoava no Brasil, que o país ocupava a 8a. economia do mundo. Mas, nem por isso, o brasileiro, em sua maioria, vivia satisfeito, inerte e endeusando os militares e subsequentes. Muito ao contrário, lutou deveras, derramou sangue, tudo em prol de ver os melhorarem os indicadores de saúde, de educação, de saneamento básico, de mortes no campo, de trabalho escravo, de moradia urbana, etc.

    Bom, pelo que até então já se sabe, desde sempre, inclusive nestes últimos treze anos, o próprio Brasil entregou o seu patrimônio ao Estrangeiro. Exemplo clássico, dos tempos mais recentes (eis que dos tempos pretéritos é desnecessário para quem votou quatro vezes para ver o governo rubro chegar à presidência), é Pasadina, cujo mal negócio foi admitido pela própria impedida e sua escudeira presidente da petrobras.

    Quanto ao fhc, este não é parâmetro. Pelo menos pra mim não é. Por tudo de ruim que representou e pelas malfeitorias que cometeu e deixou cometer, minha expressão predileta, nas eleições e nos mandatos dele, sempre foi FORA FHC!

    Quanto às provas contra o lulla, apresentá-las é providência que não me cabe. Isso quem vai apresentar, se as conseguir, será o Ministério Público.

    De minha parte, cumpre dizer que muito do que foi levantado até agora contra o ex é dotada de muita plausibilidade e verossimilhança, seja no que respeita ao triplex, seja no que respeita ao sítio, seja no que respeita às contas correntes da odebrecht, seja no que respeita ao caixa dois, seja no que respeita ao benefício aos negócios dos filhos etc.

    Mas, aqui também é dizer que da plausibilidade e verossimilhança à prática concreta da malfeitoria, quem pode avaliar e decidir é a justiça, na pessoa do Moro e dos outros para os quais a decisão, seja ela qual for, vai ser mandada no recurso.

    Portanto, se é verdade que o sujeito não pode ser considerado culpado desde já, também é verdadeiro que diante de vários fatores de verosimilhança e de plausibilidade, ninguém dotado do mínimo de isenção, pode, a priori, jurar na cruz que não há qualquer possibilidade de ter ocorrido as malfeitorias, sendo necessário levar adiante o processo.

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  • 8. Antonio Oliveira  |  25 de abril de 2017 às 14:35

    Mas, é isso mesmo. Ninguém pode ser condenado sem provas, Celira.

    Agora, é preciso ter claro que neste caso, a prova não será, e nem poderá ser, por exemplo uma escritura passada em cartório transferindo o imóvel da oas para o ex, um recibo de entrega de chaves do imóvel assinado pelo ex, ou a demonstração de que o ex habitou o imóvel, etc. Afinal, o crime de que ele é acusado é justamente o suposto recebimento de vantagem camuflada em contrapartida de favores prestados à empreiteira. Valendo lembrar que a figura do “testa de ferro”, do “homem de palha” ou do “laranja”, são seculares.

    Quanto ao tal “carcará”, minha impressão é que o que o move não é exatamente a felicidade. Antes, quer me parecer que é algo de valência oposta. Está mais para uma espécie de infelicidade de ver o turbilhão já envolvendo chegados dele como p. ex., o aécio, o serra, e o fhc.

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  • 9. blogdogersonnogueira  |  25 de abril de 2017 às 15:14

    Não irei incorrer na repetição maçante de argumentos, amigo Oliveira. Respeito seu modo de pensar, embora discorde por completo.

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  • 10. Antonio Oliveira  |  25 de abril de 2017 às 15:45

    Amigo Gerson, também não me agrada repetir incessantemente os argumentos, em cuja tecla eu venho pressionando, desde que, ainda nos idos de 2009, eu comecei a participar do Blog.

    Anoto, todavia, que nada obstante não me agrade, não acho maçante ter de repetir, eis que o debate é sempre enriquecedor.

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  • 11. blogdogersonnogueira  |  25 de abril de 2017 às 17:52

    Gosto do debate, naturalmente, mas admito meu cansaço quando me vejo impelido a explicar obviedades – pelo menos, no meu modo de ver as coisas.

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  • 12. Antonio Oliveira  |  25 de abril de 2017 às 18:16

    qBom, vai ver que é isso… Eu considero ser inerente ao debate, ter de explicar, mais de uma vez, aquilo que sob o meu ponto de vista constitui obviedade.

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  • 13. blogdogersonnogueira  |  25 de abril de 2017 às 19:48

    Pontos de vista diferentes. Tudo normal.

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  • 14. Antonio Oliveira  |  25 de abril de 2017 às 21:21

    De fato!

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