Cúpula da CBDA é presa por desviar R$ 40 milhões

7 de abril de 2017 at 2:14 Deixe um comentário

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A Polícia Federal (PF) prendeu três pessoas preventivamente – entre elas o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes – no Rio de Janeiro e tenta localizar outra como parte da operação Águas Claras, deflagrada na manhã desta quinta-feira para apurar um esquema de desvio de recursos públicos repassados à entidade, envolvendo dirigentes e empresários.

Também estão entre os detidos o diretor financeiro da confederação, Sérgio Ribeiro Lins de Alvarenga, e o coordenador técnico do polo aquático, Ricardo Cabral. Quem está foragido é Ricardo de Moura, secretário geral de Natação e Executivo, braço-direito de Coaracy e até pouco tempo atrás candidato da situação.

A ação acontece um dia depois de a CBDA e seus dirigentes ganharem recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região por unanimidade por acusações de fraudeO ESPN.com.br revelou em setembro de 2016 que a CBDA estava sendo investigada por superfaturamento e fraudes em licitações. Tais denúncias afastaram Coaracy Nunes, no cargo desde 1988.

Além dos cinco mandados de prisão, quatro empresários que participaram de licitações com indícios de irregularidades foram conduzidos coercitivamente a unidades da PF em São Paulo e no Rio de Janeiro; outros 16 mandados de busca e apreensão também foram cumpridos.

Todos os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Criminal de São Paulo. A operação foi deflagrada após denúncias de mais de 20 atletas e ex-atletas além de empresários do ramo esportivo e de investigação da PF, do Ministério Público Federal e da Controladoria-Geral da União.

“Havia um patrocínio aos dirigentes e não aos atletas”, resumiu a procuradora Thaméa Danelon durante entrevista coletiva em São Paulo. “Esse mar de corrupção afundou o esporte aquático brasileiro”. 4De acordo com a Polícia Federal, “as investigações apuram o destino de cerca de R$ 40 milhões repassados à CBDA. Há indícios de um esquema de desvios de recursos públicos captados por meio de convênios e leis de fomento ao esporte, sem a devida aplicação – conforme previsto em lei e nos contratos assinados”.

“Segundo o inquérito policial, ao invés dos valores recebidos serem aplicados corretamente (em incentivos aos esportes aquáticos e na viabilização de práticas esportivas aquáticas), os recursos eram mal geridos ou desviados para proveito pessoal dos investigados”. (Da ESPN)

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