
Luiz Inácio Lula da Silva, que governo o Brasil por dois mandatos, lidera todas as pesquisas que fazem aferição de intenções de voto para 2018. É também o político brasileiro mais respeitado, reconhecido e homenageado no mundo todo. Deixou o maior legado social que o país já experimentou desde o advento da república. Tirou da linha da miséria mais de 36 milhões de brasileiros. Construiu mais universidades públicas do que todos os demais presidentes, juntos, desde o regime militar.
Por todos esses méritos, Lula desfruta de prestígio tão sólido junto à população que consegue superar até a incessante campanha de perseguição pessoal movida pela velha mídia. Nunca antes – nem Getúlio Vargas – um presidente da República foi tão caluniado e acusado sem provas. A Operação Lava Jato, a cada nova declaração de seus coordenadores, revela o caráter dirigido de suas ações no sentido de incriminar Lula e demonizar seu partido (o PT).
Lula resistiu até a erros de seus companheiros de partido e emerge de um longo período fora do poder como o nome mais lembrado e forte para as próximas eleições presidenciais. Essa condição faz com que seja, ao mesmo tempo, favorito absoluto e alvo número um da mira persecutória da Lava Jato, o braço judicial das forças conservadoras que há três anos age para desmontar as forças de centro-esquerda que dominavam a política nacional.
Mais forte que a própria doença que o acometeu há cinco anos, Lula mostra fôlego de gato para enfrentar as adversidades. Até seus principais opositores reconhecem a incrível capacidade de sobrevivência do ex-metalúrgico. A voz ruidosa do povo – nas ruas e até em festivais de rock – confirma isso quase todos os dias.
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