Um final eletrizante

20 de março de 2017 at 0:45 5 comentários

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POR GERSON NOGUEIRA

O choque de invictos rendeu um jogo bem interessante, ontem, no Mangueirão. Como mandante, o Remo teve um começo forte, mas em nenhum momento conseguiu dominar completamente o São Raimundo, que se defendia em bloco e saía com rapidez, criando sempre problemas para o setor defensivo remista. A vitória azulina (2 a 1) foi merecida, mas o final emocionante podia ter premiado o São Raimundo com o empate.

Não faltou iniciativa por parte do Remo para manter a invencibilidade. Apesar de jogar sem um atacante de referência, os meias Eduardo Ramos e Flamel se aproximavam sempre da área, buscando jogadas com Jaime e Gabriel, com a constante ajuda de Léo Rosa na ala direita.

O equilíbrio do confronto foi quebrado pela marcação de um pênalti inexistente, que Marquinhos converteu. A vantagem inicial deu mais tranquilidade ao Remo para permanecer atacando, mas o São Raimundo não recuou. Saía rápido da defesa, se organizava e ameaçava em jogadas com Tiago e Eric Foca.

Antes do fim da primeira etapa, outro pênalti marcado, em lance de falta clara sobre Léo Rosa dentro da área. Flamel bateu, mas o goleiro defendeu e a bola ainda bateu no poste direito.

Depois do intervalo, o São Raimundo veio tinhoso, pressionando pelo empate. Tiago chegou com perigo duas vezes, mas foi o Remo que ampliou em belíssima jogada iniciada por Léo Rosa e que resultou em cruzamento de Gabriel para o cabeceio de Jaime, antecipando-se à defesa santarena, aos 14 minutos.

Com 2 a 0 no placar, o Remo passou a ter mais espaço para manobrar e perdeu chances seguidas, mas o visitante continuava vivo e a fim de aprontar. O técnico Lecheva colocou Bilal em campo, tornando o São Raimundo ainda mais ofensivo.

Fininho substituiu Flamel e a meia-cancha do Leão perdeu força com a mexida. Para complicar de vez, o volante Marquinhos foi expulso, forçando a entrada de Lucas Vítor para recompor a marcação.

Em lance rápido pela direita, um cruzamento rasteiro caiu nos pés de Tiago, que só escorou para as redes, diminuindo a diferença a 20 minutos do fim. A partir daí, o Remo se dedicou a administrar o jogo, tentando se manter no ataque para conter as investidas do Pantera. A estratégia deu certo por alguns minutos. Nos acréscimos, a pressão santarena se fez mais intensa e quase decretou o empate.

Um escanteio cobrado pela esquerda resultou em cabeceio de Wanderlan na trave de André Luís. No rebote, a bola se encaminhava para o gol, mas Lucas Vítor conseguiu afastar quase em cima da linha.

A alta voltagem que o São Raimundo imprimiu nos instantes finais mostrou que o confronto podia ter tido outro desfecho, embora o triunfo remista possa ser considerado justo.

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Galo supera General e já está na Série D

O Independente venceu o Pinheirense no sábado e garantiu por antecipação presença nas semifinais do Parazão. De quebra, obteve vaga à Série D 2017 como representante paraense. Méritos indiscutíveis de Léo Goiano, que vem fazendo milagres com o Galo Elétrico.

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Um voto de gratidão ao Pai do Rock

John Lennon disse, de certa feita, que se alguém quisesse rebatizar o rock’n’roll podia muito bem chamá-lo de Chuck Berry. Nada mais justo, pois a história do músico se confunde com o ritmo musical que ele criou no final dos anos 50. Como fiel devota de S. Roque, a coluna expressa seu luto e pesar pela sua morte, ocorrida anteontem, aos 90 anos. Que siga fazendo barulho lá por cima. Valeu, Chuck!

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 20)

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Rock na madrugada – Chuck Berry, Roll Over Beethoven Capa do Bola – segunda-feira, 20

5 Comentários Add your own

  • 1. Jorge Paz Amorim  |  20 de março de 2017 às 11:04

    Só resta compartilhar: valeu, Chuck!

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  • 2. miguelangelo1967  |  20 de março de 2017 às 12:34

    A arbitragem comprometendo nos jogos, o que dizer agora?

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  • 3. Nelio  |  20 de março de 2017 às 13:39

    E agora josé??? roubaram o pobre do mundico. cADÊ o edson leão da vovó, alexandro, o valentim , o eric, o lucilo que dizem que o time deles é santinho santinho santinho e não rouba ninguém e nuncaaaaa…..foi ajudado por nem um arbitro . ??? rsrsrsrsrsrsrsrs

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  • 4. Antonio Valentim  |  20 de março de 2017 às 20:42

    O Remo não precisava de ajuda.
    Que empatasse o jogo e a classificação estaria garantida igualmente.

    Seria justo que tivesse errado a primeira penalidade e acertado a segunda.

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  • 5. Alessandro  |  20 de março de 2017 às 22:37

    Isso mesmo Valentim era melhor erra o primeiro pênalti é ter feito o no pênalti quer aconteceu

    Curtido por 1 pessoa

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