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13 de março de 2017 at 12:06 9 comentários

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Capa do Bola – segunda-feira, 13 Galeria do rock

9 Comentários Add your own

  • 1. Antonio Valentim  |  13 de março de 2017 às 18:36

    É. Deve ser muito chato nem poder se manifestar sobre economia, política e até mesmo religião, sob pena de perder emprego, amizades (falsas, por sinal, porque se verdadeiras não se importariam com opinião)…

    É mais fácil falar sobre Trump, França, Rússia, Marte, qualquer lugar do Universo, menos um país chamado Brasil.

    A nível regional, muita gente pode até falar sobre o que ocorre em Brasília, mas o caso é lá, lá, lá … bem longe do estado, da cidade, do meu bairro e rua… A corrupção, a baixeza, o roubo do dinheiro público, essas mazelas ocorrem lá bem longe. No meu estado está tudo bem, na minha cidade está tudo maravilhoso.

    É assim.

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  • 2. Antonio Oliveira  |  13 de março de 2017 às 19:39

    Pior, Valentim, que a patrulha não é feita apenas pelos patrões midiáticos, ou não.

    Veja o caso do Leandro Karnal.

    Foi exercer a liberdade de expressão e acabou ofendido, constrangido, execrado, quase linchado.

    E o ataque foi tamanho, que desorientado, o cidadão resolveu apelar até para o vinho como desencadeador do comportamento condenado por seus detratores.

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  • 3. lopesjunior  |  14 de março de 2017 às 19:14

    Liberdade de expressão é dar opinião, por exemplo, caro Oliveira. Anunciar projetos comuns com o juiz Moro não é força de expressão, mas de intenção.

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  • 4. Antonio Oliveira  |  15 de março de 2017 às 12:08

    Bom, amigo Lopes, com todo o respeito, mas o anúncio de intenção também é expressão!

    E se anunciar intenção é expressão (e é mesmo), não sendo ilícito o intento anunciado, estaremos diante de ato autorizado e prestigiado e até incentivado pela Constituição do Brasil, como de resto por todas as constituições do mundo civilizado.

    Com efeito, o ato daqueles que massacraram o karnal, simplesmente por ele ter expressado a intenção que expressou, constitui rematada demonstração, de que aqueles que participaram do massacre, praticam exatamente tudo aquilo de que eles acusam seus adversários de praticar: fascismo, intolerância, ódio etc. Aliás, exatamente como já tinham demonstrado no caso da Blogueira Cubana.

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  • 5. lopesjunior  |  15 de março de 2017 às 19:04

    Na verdade, caro Oliveira, a reação à declaração de Karnal se deu por uma decepção por parte de uns, que se sentiram enganados. Essa percepção por parte dos que o criticaram se deu basicamente por ele expressar opiniões, antes, baseadas na literatura e na filosofia, e de manter-se um tanto afastado da questão de ter de escolher um dos lados, a direita ou a esquerda. É uma tarefa árdua destacar-se dessa questão apaixonante, verdade seja dita. Talvez Karnal se referisse à oportunidade de produzir academicamente, talvez. Não se trata de fascismo por parte dos críticos a Karnal, e nem fascismo é mera questão de comportamento, mas de adotar um discurso, um objetivo e um lado. O fascismo é caracterizado, entre outras coisas, por uma ditadura e uma hegemonia política, por perseguição e violência, e por ser de direita. Reprovar o posicionamento de Karnal não é fascismo, então note que fascismo é outra coisa.

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  • 6. Antonio Oliveira  |  15 de março de 2017 às 23:22

    Amigo Lopes, você que é um sujeito das letras, das luzes, que tem afinidade com filisofia, política etc, sabe muito bem que não se pode aprisionar a acepção do adjetivo fascismo ao aspecto político governamental.

    Com efeito, o afã do pensanento único, a intolerância com o diferente, a perseguição e a violência com o adepto do pensamento contrário e o pouco caso com as liberdades individuais do outro, tudo isso quando adotado como postura individualmente pelo militante partidário desenganadamente é uma conduta fascista.

    Por isso, respeitosamente, só posso discordar de você, e reiterar que o massacre de que foi vítima o Karnal, independentemente do que motivou os autores ter sido frustração, decepção e quejandos, fora de qualquer dúvida, é autêntico fascismo.

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  • 7. lopesjunior  |  16 de março de 2017 às 8:52

    Caro Oliveira, adotaria a mesma postura se um cientista negasse os dinossauros e a evolução. E esses cientistas existem! Não é uma questão de opinião ou de fé, mas de postura e de coerência. Heidegger foi execrado por associar-se aos nazistas. Isso serve para lembrar o filósofo de quanto é perigoso estar ao lado de um juiz federal questionado por um dos lados da política, por ele ter um lado, e é isso que o deixa tão distante da unanimidade em matéria de política. A responsabilidade acadêmica de Karnal é enorme, principalmente pela referência em que ele se tornou nesses tempos, pois mostrava-se um crítico confiável pelas declarações contundentes e em sintonia com a filosofia e a história. Karnal abandonou certa, limitada, aparente isenção para correr um risco enorme. E saiu perdendo.

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  • 8. Antonio Oliveira  |  16 de março de 2017 às 23:59

    Pois é, mas que não é possível aprisionar a noção de fascismo ao regime político-governamental, isso realmente não é possível. E massacrar aquele que pensa diferente, que tem intenções diferentes e expressa este pensamento e estas intenções diferentes, como ocorreu no casi concreto é fascismo.

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  • 9. lopesjunior  |  17 de março de 2017 às 19:38

    A propaganda da reforma da previdência mesma é um indício de uma propaganda fascista, caro Oliveira. Mentirosa, visa enganar o povo, oferecendo gato por lebre. No que tange as características do fascismo, para além da propaganda, o judiciário partidário, o congresso corrompido e o executivo ditador, com a imprensa amiga, criadora e divulgadora de calúnias e manchetes fantasiosas, temos a perfeita caracterização do regime nazi-fascista, ainda no início. Se vicejar, o regime recrudesce e todos saímos perdendo. Ninguém censurou Karnal, a não ser ele mesmo já que foi o único a apagar a própria declaração. Fascismo é termo preciso e correto, e bem empregado, não mera força de expressão.

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