Comunicado da Fiesp diz que o presidente da entidade, Paulo Skaf, “destacou três pontos do conjunto de medidas anunciado pelo Governo Federal, hoje, que ajudarão as empresas a atravessar o atual momento delicado da economia brasileira:
– parcelamento de atrasados tributários com possibilidade de compensação com outros tributos e de prejuízos de exercícios anteriores.
– possibilidade de renegociação de dívidas vencidas e a vencer com o BNDES.
– fim escalonado da multa de 10% do FGTS em caso de demissão sem justa causa.”
Todas as medidas facilitam a vida do empresariado, setor já historicamente beneficiado pelos governos no Brasil. Ao mesmo tempo, todas são altamente lesivas aos interesses dos brasileiros comuns, que não têm poder de barganha junto ao poder central. E a Fiesp ainda tem a cara de pau de dizer que serviu de pato na história.
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