
Como já havia ameaçado, Eduardo Cunha decidiu retaliar. Prestes a ser cassado por suas contas secretas na Suíça e também acusado de prestar favores ao BTG, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu aceitar no início da noite desta quarta-feira o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff feito pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior e abraçado pela oposição. Segundo Cunha, aceitação do pedido “tem natureza técnica” e o processo seguirá seu rito “normal, com amplo direito ao contraditório”.
“Não era esse o meu objetivo”, disse Cunha, sem explicar o que isso significa. O fato é que a decisão ocorreu poucas horas depois que a bancada do PT na Câmara dos Deputados decidiu votar pela continuidade da ação que pede a cassação de Cunha no Conselho de Ética. Para que o impeachment seja aprovado, são necessários 342 votos (2 terços) da composição da Câmara. (Do Brasil247)
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