POR HIDERALDO LUIZ BELÉM DA COSTA LIMA (hideraldo_belem@hotmail.com)
Sou torcedor do Paysandu, residente a 5 anos aqui em Manaus, onde todos os dias acompanho as notícias através do Diário do Pará, do qual sou fã do Bola e principalmente de sua coluna.
Lí seu comentário na edição do Bola de hoje sobre o jogador Val Barreto, pela humilhação que não um jogador, mas que um homem está passando por parte de pessoas sem sensibilidade que comandam o brioso Clube do Remo.
Esquecem eles, os gols que esse profissional assinalou jogando, a maioria das vezes, na metade do segundo tempo, entrando em qualquer partida, com garra, determinação e vontade de vencer.
Seria bom esses membros diretores que comandam o Clube do Remo repensarem esse conceito. Afinal, o Remo é um clube de tradição nacional e não pode continuar afundando da forma como está acontecendo. Não pensem eles que as coisas serão fáceis na segunda fase da Série D. Se não administrarem o futebol como tem que ser administrado, a vaca vai para o brejo, o que seria uma vergonha para a nação azulina.
Nós, torcedores dos dois maiores clubes do Pará, não ficamos devendo nada a nenhum outro clube desse país em matéria de torcida e temos que permanecer sempre em evidência, mas, com esses homens trabalhando com transparência e honradez.
Eu, particularmente, gostaria de ver esse jogador atuar pelo meu querido Paysandu, pois ele tem espírito guerreiro e com certeza os diretores azulinos logo iriam ver como foram ingratos com o VAL BARRETO.
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