Chegou finalmente na noite desta quarta-feira ao conhecimento público o texto do instrumento particular de compromisso de parceria (páginas reproduzidas aqui) firmado entre o Remo, através de seu presidente, Pedro Minowa, e o empresário do jogador Roni, Hércules de Jesus Gonçalves Barata Jr., cujos termos foram muito criticados por dirigentes e torcedores do clube. O ponto mais polêmico do documento é a informação de que Hércules detém 100% dos direitos econômicos do atleta, que tinha vínculo com o clube até 28 de março de 2017.
Pelos termos do acordo celebrado entre Minowa e Hércules, o empresário cede – sem qualquer ônus – 65% dos direitos econômicos ao clube pelo período de vigência do contrato entre ambos. O lado curioso da história é que Roni foi formado pelo próprio Remo, que deveria ser naturalmente o detentor de seus direitos econômicos.
Uma das maiores revelações das divisões de base do Remo nos últimos dez anos, o atacante (foto acima) foi negociado no mês de abril passado supostamente com o Cruzeiro e o Remo ficou de receber cerca de R$ 325 mil pela transação, conforme palavras da própria diretoria à época.




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