Ameaça de retrocesso

POR GERSON NOGUEIRA

Meio aos trancos e barrancos, o Parazão ensaia engrenar na fase decisiva do returno com a entrada em cena da dupla Re-Pa. Depois do fiasco do turno, quando os velhos rivais foram vergonhosamente eliminados na terceira rodada, a emoção voltou a sacudir a torcida. Infelizmente, junto com a empolgação vem a onda de fofocas e especulações de bastidores, cujo objetivo mal disfarçado muitas vezes é apenas o de disfarçar inseguranças mútuas.

Como nos primórdios do nosso futebol, dirigentes dos próprios clubes levantam (a sério!) suspeitas em relação aos árbitros escalados para as semifinais do returno. O Remo cisma com Andrey da Silva e Silva, escalado para dirigir o jogo de terça-feira contra o Paragominas. Já o Papão chia mais, contestando a escolha (por sorteio) de Dewson Freitas para seu confronto com o Parauapebas na quarta-feira.

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A desconfiança é esquisita porque Andrey e Dewson são dois dos mais qualificados apitadores do quadro da Federação Paraense de Futebol. Dewson, que ascendeu recentemente à condição de árbitro Fifa, é o melhor juiz do Pará dos últimos 30 anos. Desde que Manoel Francisco de Oliveira, árbitro que dominou a cena paraense até o final dos anos 70, se aposentou, nenhum outro árbitro conseguiu tanto prestígio e respeitabilidade.

Dewson passou por testes importantes, como apitar clássicos do Rio e de São Paulo com extrema correção, merecendo aplausos gerais. Tanto ele quanto Andrey, alvos da queimação por parte dos grandes clubes de Belém, certamente saberão responder em campo às dúvidas suscitadas. O melhor caminho para isso é atuar com segurança, seriedade e isenção.

Como diz um repórter esportivo da velha guarda, a desgraça do futebol local está nessa mania de valorizar os tais “bastidores”. Apostar nisso nunca levou a nada, nem jamais fez a diferença na vida dos clubes de maior torcida do Pará.

O futebol é um esporte simples. O problema é quando as pessoas que cuidam dele resolvem inventar. Chama atenção que os times considerados emergentes, também semifinalistas, não tenham manifestado qualquer desaprovação aos dois apitadores. O pré-julgamento do trabalho de ambos corre pela conta exclusiva dos dirigentes da dupla Re-Pa, teoricamente favorita no embate com os representantes interioranos.

Representa um passo atrás a insistência dos dirigentes em desqualificar a arbitragem estadual. Pode ser a deixa para que os demais times, a partir de agora, passem a questionar as indicações de árbitros para seus jogos. Corre-se o risco adicional de retroceder ao tempo em que os próprios clubes definiam a escala, descartando os árbitros ditos inconvenientes.

A esperança fica por conta do torcedor mais lúcido e consciente, que já não embarca facilmente nessas histórias, preferindo observar a performance de seus times antes de atirar pedra na arbitragem. O problema é o efeito sobre aquela parcela mais radical e fanática, sempre propensa a enxergar fantasmas atrás da porta.

Dirigentes não podem repetir comportamentos que são próprios do torcedor. Dirigente administra, toma decisões importantes. Torcedor torce, vibra, xinga, se enfurece. Ao culpar um árbitro por maus resultados, por supostamente dar azar ou por pretensa má vontade contra seu time, o dirigente desce ao nível do torcedor de arquibancada. É uma perigosa distorção que deve e pode ser corrigida. Ainda há tempo.

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A teimosia dos dinossauros

Enquanto Ronaldo Fenômeno planeja voltar aos gramados nos EUA e Ronaldinho Gaúcho jura estar vivendo seu melhor momento no futebol mexicano, depois de um começo conturbado no Querétaro, eis que outro dinossauro virou notícia na sexta-feira. O atacante Müller, aos 49 anos, marcou o primeiro gol do Fernandópolis na 4ª na quarta divisão paulistana.

Fico intrigado com a persistência de alguns veteranos, ainda teimosamente em ação e indiferentes ao permanente risco de vexame. Quase todos que prolongam exageradamente a carreira ou interrompem a aposentadoria estão visando ganhos financeiros. Infelizmente, quase nenhum deles parece preocupado em resguardar a imagem construída no passado.

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Um sonho de liberdade

Flamengo e Fluminense, antagonistas até a medula, negociam um inesperado armistício que pode levar ao rompimento com a Federação do Rio e até à criação de uma Liga Independente para promover torneio alternativo, que substituiria o campeonato estadual nos primeiros meses da temporada. A ideia é obter a adesão de clubes de outros Estados para reforçar a iniciativa, que seria lançada oficialmente em 2017.

Em rota de colisão com a entidade do Rio, os presidentes dos clubes rivais trabalham num projeto comum de dissidência. Acreditam que o campeonato carioca padece de incurável decadência financeira e não desperta mais a atração do torcedor. O fenômeno, como se sabe, é nacional.

Nenhum campeonato estadual é rentável – incluindo o Parazão. As melhores arrecadações acontecem exclusivamente nos clássicos. A Liga serviria para unificar clubes insatisfeitos em seus Estados. São muitos. O problema é formatar uma competição autossustentável economicamente.

Mesmo sem admitir, a dupla Fla-Flu leva em conta o razoável sucesso da Copa Nordeste, com boas arrecadações a partir de clássicos regionais. O novo torneio seria uma espécie de reedição do antigo Rio-São Paulo, que desapareceu pelo desinteresse geral dos próprios clubes.

A CBF, já sob nova presidência, não deve a princípio se opor, embora também não se mostre tão entusiasmada. Marco Polo Del Nero fez questão de lembrar na sexta-feira que a Liga vai ter que arcar com torneios mais deficitários ainda, como as séries B, C e D, misturando as coisas.

No fundo, Del Nero não quer se indispor com a dupla Fla-Flu, mas sabe que precisará preservar o apoio dos presidentes das federações, avessos a qualquer mudança no atual estado geral das coisas. Vai cozinhar o galo até quando for possível.

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Bola na Torre

O programa deste domingo terá a presença ilustre de mestre Carlos Castilho, analisando com a bancada o resultado da semifinal da Copa Verde. Guilherme Guerreiro apresenta, com participações de Valmir Rodrigues e deste escriba de Baião.

Começa logo depois do Pânico na Band, por volta de 00h10.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 19)

32 comentários em “Ameaça de retrocesso

  1. O Clube do Remo terminou esse jogo com 7 jogadores paraenses, prata da casa. Dos quatro restantes, três deles já estão aclimatados à situação peculiar do campeonato paraense: Fabiano, Max e Val Barreto.

    Além do mais, o técnico é regional.

    Precisa dizer mais?

    Quanto ao técnico do rival, bastante elogiado, devo dizer que já perdeu neste campeonato 3 jogos, todos eles por diferença de dois gols.

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  2. Amigo Gerson, essa história de ‘bastidores’ é coisa do semi-profissionalismo dos anos 70.
    Se uma equipe está realmente estruturada profissionalmente, não precisa se preocupar com essas coisas.

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  3. Digo isso há tempos, amigo Valentim. Sempre desconfio de dirigente ou técnico que atira pedras em árbitros, principalmente antes de jogos. Me parece a admissão tácita de temor da derrota. Acusar o árbitro é a maneira mais fácil de justificar possíveis insucessos.

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  4. Mas isso sempre aconteceu dos dois lados,

    Mas nessa o Maia vacilou.

    Em relação aos ex jogadores em atividade, penso que, se tiverem desejo de jogar pra ser feliz ou continuar ganhando um trocado, acho perfeitamente normal.

    O problema é de quem os paga.

    Apenas o que me preocupa, é que tantos esses caras, como uma carrada de jogadores do estrangeiro, tiram espaço de jovens promessas.

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  5. Quanto à restrição aos mediadores acho que é um direito dos clubes e dos próprios torcedores. Ou ao “Clube do apito amigo” só podem se associar exclusivamente o Corinthians e o Flamengo?

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  6. Em locais sérios e esportes sérios isso soa afronta. No tênis, Rafael Nadal, conhecido oor demorar demasiadamente para sacar, deu de reclamar do árbitro brasileiro, em virtude deste cobrar o jogador no tempo de reposição de bola. Ele pede que o árbitro não faça a mediação dos seus jogos. Nadal foi criticado e provavelmente Carlos Bernardes estará em breve fazendo a mediação de algum jogo de Rafa. Por que falo do tenis? Por que o futebol deve-se espelhar em esportes sérios que tem um fair play maravilhoso. Em síntese, Maia está totalmente equivocado nesta discussão. Não cabe a ele dizer que apita o jogo, cabe a comissão de arbitragem que, em locais sérios, seria desmembrada das federações e confederações.

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  7. Palmeiras 2×2 Corinthians

    Palmeiras classificado nos penais.

    Galo 2×1 Raposa

    Galo na final

    Vasco 1×0 Flamengo

    Vasco na final

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  8. Amigo Celira, estou de pleno acordo com você, na parte inicial do seu comentário, aquela em que você fala em locais e esportes sérios.

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  9. Eu também concordo com os dois pontos que vc citou em relação ao comentário do Lira.

    E também concordo mais ainda quando vc dá uma alfinetada no Gerson sobre apito amigo, ele sempre reclama disso, ou seja existe sim.

    Porém no caso do Dewson, se faça justiça, o cara alcançou independência na carreira dele, não vai jogar no lixo por causa de um Paysandu e Pebas.

    Ok amigo Antônio Oliveira?

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  10. Amigo Edson, apito amigo é uma instituição nacional, sabemos bem. Mas no caso do Dewson e do Andrey sinceramente não se aplica. Ignoro qualquer suspeita que paire sobre suas condutas. Meu comentário foi especificamente sobre os dois apitadores. Os dirigentes estão extrapolando, mirando em profissionais sérios.

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  11. Amigo Edson, de um modo geral, o terreno futebolístico infelizmente ainda é muito suscetível à forças alheias aos aspectos físicos, técnicos e táticos. E, no caso concreto, o que defendi foi, com base em experiências anteriores, o direito dos torcedores e dos Clubes de fazer restrição à determinados árbitros, independentemente da naturalidade e condição técnica do profissional do apito. Eu, por exemplo, prá clássico Re/Pa, não acho indicada a escalação do árbitro em apreço. Acho que ele deixa o jogo carregar demais, sente a pressão da torcida, perde o controle da partida e prejudica a disputa.
    Qu
    Nto ao Flamengo e o Corunthians

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  12. Amigo Oliveira, considero – já expliquei antes ao amigo Edson – que a instituição do apito amigo, marcadamente corintiana e flamenguista, é uma realidade nacional. Mas acusar alguém de véspera constitui erro grave. Dizer que vai fiscalizar um árbitro, atirando-o contra a ira do torcedor mais cabeça oca, é sempre uma temeridade. Meu comentário trata de pré-julgamento, sempre perigoso.

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  13. Ops, toquei o “publicar” antes de concluir.
    Pois bem, quanto ao Flamengo e ao Corinthians, trata-se de queixa disseminada em todo o território nacional, a de que eles protagonizam os equívocos “a favor” cometidos pela arbitragem.

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  14. Amigo Gerson, também já expliquei – ao próprio Edson, e ao Celira – o teor de meu comentário inicial. Mas, me permita só uma breve reiteração. Não me parece que se trate de pré julgamento. Os dois já apitaram outros jogos da dupla e tiveram atuações que não foram consideradas satisfatórias. Quer dizer, mesmo sendo pessoas de bem, honestas, íntegras, o trabalho deles, com base na experiência anterior, pode muito bem não inspirar confiança técnica e disciplinar nos Clubes e no torcedor. Aliás, na entrevista que ouvi o presidente do rival conceder à Clube antes do jogo de ontem, não o ouvi falar em momento algum em desonestidade.

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  15. Vamos esperar, Gerson e amigos, que o Remo não venha fazer o que já faz, havia muitos anos..Apenas se contentar em vencer o PSC.. É muito cedo pra se falar alguma coisa sobre esse time do Remo… A diferença hoje, nas mãos do Cacaio, é que o time tá provando o que eu sempre falava, que era bom sim, pois é praticamente o mesmo time do ano passado… Zé Teodoro não era técnico pro Remo, e nem o Cacaio, mas pelo menos o técnico local, com sua humildade, fez o time jogar com raça e extrair de cada um dos jogadores o seu melhor futebol…Vamos com calma… Jogos que mais interessam ao clube esse ano, são 4: Paragominas(venceu de 1 x 0), Paragominas(de novo), PSC ou Pebas e a final contra o Independente… Vamos com calma… Agora, claro que o torcedor do Remo tem todo direito de comemorar, ele tá certo…Mas, muita calma..

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  16. Sobre a arbitragem… Dewson, foi sacado do jogo, PSC x Pebas… Diz-que porque vai ser 4º árbitro no jogo de 4ª feira entre Atlético-MG x Colo Colo, pela Libertadores… Pressão, foi grande.. Mas penso que o Guilhermino, responsável pela arbitragem, deveria ter tido um pouco de bom senso… Parece(pra mim, foi isso mesmo) que colocou o Dewson, com raiva porque o PSC pediu arbitragem de fora…Isso, não pode existir.

    Amanhã, será feito um novo sorteio na FPF

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  17. Amigo Claudio, Gerson, Antônio, Edson e companhia.

    Penso que a postura do PSC, sobre a arbitragem, é de uma pequenez desmedida. É a típica postura do perdedor que deseja justificar por antecedência um possível fracasso diante de um time menor. Não concordo e jamais concordarei com atitudes injustificáveis seja do meu time e de outro time.

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  18. Hoje Maia falava em uma emissorabque se sentia traído pela FPF por terem colocado Dewson no sorteio. Um absurdo, amigos. É a única palavra que tenho para dizer da postura do nosso presidente.

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  19. Amigo Celira, então me diga: você não vê nenhum problema, não experimenta nenhuma preocupação, a menor apreensão do Dewson ser escalado para apitar uma eventual final do segundo turno entre a dupla Re/Pa?

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  20. Nenhuma Antônio. Sabe o que vejo na escalação do paraense? Vejo os jogadores querendo gritar e quase bater nos árbitros locais. Na minha cabeça é assim, marcou tá marcado, não adianta esbravejar. Confio no trabalho no trabalho do Dewson e, como colocou bem o Edson, ele jamais iria se queimar em um jogo local.

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  21. Não falou, mas disse que não permitiria que seu time “fosse prejudicado”, como se soubesse de antemão que isso iria ocorrer. De todo modo, um novo sorteio será feito para definir a arbitragem, pois o Dewson será o quarto árbitro em jovo válido pela Libertadores. Por via indireta, a vontade do dirigente do Papão foi atendida.

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  22. Como todo dirigente que vislumbrando o fracasso emite subliminarmente desculpas prévias caso se confirme a desdita, Maia joga para a torcida. Depois da patética eliminação de sábado frente a um time que embora seja o maior rival não passa de uma equipe esforçada (qual foi a grande defesa de Emerson além do chute mal espalmado de Val Barreto?), Maia deve mesmo é cobkrar bons resultados do treinador bicolor que parece ser mais um da “grande safra” de treinadores nacionais que tem predileção por empates e goleadas de 1 a 0. Perder lutando, jogando bem ou razoavelmente vá lá. O problema é perder pra um time tecnicamente pobre por que este “correu mais”. Parecia que éramos um timeco frente ao Barcelona devido o amplo domínio do adversário. Nossos problemas são outros Maia, não a arbitragem.

    PS: como exigir bom futebol de RexPa quando Flamengo x Vasco protagonizaram uma das piores partidas de futebol que eu pude presenciar. O futebol brasileiro de fato e de direito morreu…

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  23. Celira, o que vc vê é exatamente o que eu vejo. Deveras, por ser um árbitro local, os jogadores não o respeitam. Além disso, ele deixa o jogo carregar. Sem contar que durante o jogo dá mostra que se ressente da pressão das torcidas. Com efeito, perde o controle técnico e disciplinar da partida e depois não consegue recuperar. São estes os fatos exclusivamente profissionais que minha memória tem registrados e que todo o tempo eu vejo e revejo. Por isso não o considero como melhor indicado para apitar um Re/Pa.

    Certamente pode ser dito que é preciso mudar esta prática desrespeitosa dos jogadores com os árbitros locais. Concordo! Mas, acho que tal não acontece de uma hora pra outra. Não sendo prudente escalar juízes locais até que aconteça. E ainda não aconteceu.

    Reitero que não se trata de desconfiança de desonestidade, mas sim da dificuldade que considero ter o árbitro de conduzir uma partida com este grau de especificidade. Consideração esta que não se trata de mera ilação ou inferência advindas do nada, do achismo, da simples birra leviana e irresponsável. Não! É tudo embasado em experiências anteriores. Ou já ficou esquecido como foi o clima da arbitragem dele no último Re/Pa?

    Sob o meu ponto de vista, in casu, acho que se trata de previdência e não de pré-julgamento preconceituoso. Enfim, parodiando o velho ditado. Às Comissões de arbitragem não basta ter bom senso, tem que parecer tê-lo.

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  24. Amigo Antônio,

    Entendo que a postura dos jogadores em campo é reflexo da birra dos dirigentes com os árbitros locais. Estes são os primeiros a desrespeita-los. Como respeitar Dewson depois das infelizes falas de Maia? Ele deveria ser o primeiro a dar exemplo.

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  25. Isso. Se, deixando as birras e desconfianças de lado, todos deixassem essas coisas de ‘bastidores’ de lado, os árbitros locais passariam a ser fato normal nos clássicos entre Remo e Paysandú.

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  26. Celira, concordo com você neste particular. Depois que o dirigente demonstrou publicamente sua insatisfação, os atletas certamente seguiriam o exemplo em campo.

    Mas, não podemos esquecer que naquele jogo complicado a que me refiro o Dewson não foi previamente hostilizado por ninguém e o desrespeito com a figura dele foi total e unânime. Os jogadores de ambos os times, com suas respectivas torcidas, ninguém admitiu a autoridade do mediador.

    Foi uma sorte que o jogo tivesse encerrado sem maiores atropelos. E olha que aquele gol foi bem anulado. Aliás, nem gol chegou a ser porque ele havia paralisado o lance antes da bola chegar no jogador do rival. Aliás, o goleiro azulino até abandonou a jogada quando ouviu o som do apito.

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  27. Não Antônio, aquele gol foi legal…rs…
    Dewson errou, mas erros acontecem. Quem nunca errou que atire a primeira pedra.

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  28. Legal, é?? Rs… Tudo bem, não vamos repolemizar.

    Mais uma vez vc tem razão. Erros acontecem, e não há quem possa atirar a primeira pedra etc.

    Mas, se é possível minimizar a possibilidade de erro; ou melhor, tentar evitar o cometimento do mesmo erro, por que não tentar? E antes que vc fale, eu já lhe digo que concordo também: é fato que qualquer outro árbitro pode cometer erros iguais ou piores do que o Dewson. Por isso eu falo em minimização, em tentativa de evitar o erro.

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  29. Por coincidência, Flamengo e Fluminense foram eliminados nesse final de semana com “erros” da arbitragem. Hum, apito amigo no dos outros é refresco. Rs.

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