Por Gerson Nogueira

O Papão está na final, com méritos e uma indisfarçável pegada de campeão. Passou pelos dois obstáculos das quartas de final e semifinal sem grande dificuldade. Venceu três confrontos e perdeu apenas um. Fez oito gols e sofreu quatro. Chega à decisão do campeonato na condição inegável de favorito, até mesmo pela vantagem na pontuação geral (38 a 33).

unnamed (54)A partida de ontem, segundo tempo da decisão de 180 minutos, foi vencida pelo Mogi Mirim por 2 a 1, mas, pelo menos no começo da partida, o Papão foi mais agressivo, abriu o marcador e podia ter estabelecido uma vantagem ainda maior no placar casado.

Na verdade, como ocorrera diante do Tupi, o Papão encaminhou a classificação na primeira partida. Fez, com esmero, o dever de casa. Ao derrotar seus oponentes habilitou-se a impor as regras da segunda partida.

Com um esquema azeitado, com peças rendendo satisfatoriamente e esbanjando disciplina tática, o time se tornou irresistível nas duas últimas fases da disputa. No embate direto com o Mogi, o placar final apontou uma vitória categórica, por 5 a 3.

É indiscutível que o time cresceu no momento certo da competição e vive seu melhor momento na temporada, rendendo mais até do que na Copa Verde. Tornou-se mais forte na marcação, encorpou o posicionamento de meio-campo e descobriu dois atacantes velozes e perigosíssimos.

Junte-se a esses atributos técnicos a condição natural de superioridade em relação aos oponentes. O Papão ostenta história, camisa e torcida em nível muito acima da média da Série C, o que permite considerar que sua presença no torneio é produto desses descaminhos próprios do futebol no Brasil.

Basta observar os exemplos de Tupi e Mogi (sobre o Macaé falarei em outro tópico). Com todo o respeito que merecem as duas equipes interioranas, classificadas com justiça à Série B, nenhuma tem estofo para encarar o Papão de igual para igual. Em termos técnicos, ambas não conseguiram se ombrear ao representante paraense, apesar da suada vitória do Mogi, ontem.

Sobre o jogo, aliás, cabe observar que a tática usada pelo técnico Mazola nos primeiros movimentos mostrou-se adequada à estratégia que o Mogi levou a campo. Aberto e muito ofensivo, o time de Rivaldo deixava espaços, principalmente pelo lado direito. Bruno Veiga perdeu duas chances seguidas e Ruan não desperdiçou a dele, aos 27 minutos. Sem deixar de registrar a belíssima jogada de Veiga, driblando dois e lançando o colega de ataque no chamado ponto futuro.

À base do desespero, o Mogi foi todo à frente no segundo tempo. Empatou e virou (através de Rivaldinho, filho do presidente campeão mundial), mas não teve força suficiente para buscar os três gols de que necessitava. Cabe ressaltar que, nos 20 minutos finais, a pressão mogiense revelou algumas fragilidades do Papão, principalmente nos lados da defesa. São problemas pontuais, que exigem correção urgente.

No fim das contas, porém, o comportamento do time nos últimos jogos é digno de aplausos. Com todas as dificuldades e até mesmo situações de clara carência em alguns setores – o setor de criação, principalmente –, a campanha saiu da fase de oscilações para um período de estabilidade plena. Hoje, o Papão tem um time de verdade, que se apresenta com segurança e pragmatismo em qualquer lugar. Talvez sejam esses seus principais atributos, responsáveis pela ascensão na reta final.

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Macaé vem motivado para o embate final

Contra o CRB, sábado à tarde, o Macaé precisa apenas de cautela para controlar a partida e preservar a excepcional vantagem de quatro gols, imposta na ida. Mostrou, além disso, um meio-de-campo razoavelmente entrosado e uma defesa que começa por um grande goleiro. Tende a ser um duro adversário do Papão na decisão do campeonato.

Apesar de vir credenciado pela maneira tranquila como se mostrou diante do CRB, não é um oponente capaz de meter medo. Tem as virtudes já citadas, mas padece de problemas na saída para o ataque. Exagera na troca de passes improdutivos, aspecto já notado em outras partidas da Série C.

Caso o Papão consiga se preservar na partida inicial do confronto, prevista para o próximo domingo, evitando sofrer gols, o Macaé dificilmente resistirá à pressão que sofrerá no estádio Mangueirão na finalíssima. Como Tupi e Mogi, a agremiação fluminense carece de história e força popular. É um clube organizado, que vem colecionando bons resultados nos últimos anos, mas que tem dificuldade crônica nos instantes decisivos.

Não creio que vá mudar esse cenário para esta decisão contra o Papão.

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Eleição sob impasse no Leão

O que era para se configurar num grande encontro democrático da nação azulina acabou descambando para o tumulto e a confrontação de bastidores. Apesar da vitória de Pedro Minowa na contagem final de votos (647 a 629), o resultado da eleição no Remo está dependendo de resolução sobre os pedidos de impugnação apresentados pela chapa da situação, encabeçada por Zeca Pirão.

Em entrevista ao Bola na Torre, ontem à noite, o coordenador da comissão eleitoral, Altemar Paes, desenhou a possibilidade do entendimento. Isto só será possível se a chapa situacionista desarmar o palanque e entender que o Remo será prejudicado caso se prolongue a batalha no campo jurídico.

Na tarde de domingo, Henrique Custodio, vice-presidente eleito, divulgou uma nota em seu perfil no Facebook comentando a vitória e pedindo a Zeca Pirão que repense a intenção de questionar o resultado das urnas.

“Peço ao ex-presidente Pirão que é um grande Remista, que desista de recurso que só servirá para tumultuar o ambiente azulino, atrasar a montagem do plantel 2015, alimentar rixas prejudicando a união dos remistas pós eleição e finalmente, jogando o Remo numa infindável briga jurídica que só quem perderá será nosso amado Clube do Remo” , observou.

Resta saber se o apelo será acatado. De todo modo, a situação eleitoral do clube só será definida hoje à noite, em reunião que decidirá sobre os pedidos de impugnação apresentados logo depois da apuração.

Que o bom senso prevaleça.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 10)

19 responses to “Com a mão na taça”

  1. Avatar de Édson do Amaral. Torcedor do Paysandu.
    Édson do Amaral. Torcedor do Paysandu.

    É briga de dois alvi azuis.

    Que bom ver o papão de novo numa final, e favoritaço ao titulo.

    A Amazônia, em quase sua totalidade é PAYSANDU nessa final.

    No esporte, o papão não tem igual!

  2. Avatar de Cláudio Santos - Técnico do Columbia - Val de Cans

    O Payandu, Gerson e amigos, sempre vai encontrar muitas dificuldades quando enfrentar equipes com 3 atacantes, com 2 rápidos pelos lados e por jogar com 2 volantes de saída…Técnico do Mogi, desmontou o esquema com 3 zagueiros, ontem e, como bem postou a coluna, não teve forças para buscar os outros gols… o 2º tempo todo, foi do Mogi.. Papão se equilibrou com a entrada do Capanema, para que 1 zagueiro sobrasse.. Aí sim, o Mogi só atacou, mas não como no início, onde entrava com tanta facilidade na zaga bicolor… Penso que o Macaé cresceu na mesma hora que o PSC, só que despachou adversários mais difíceis, por isso merece ser olhado com atenção… No 1º jogo contra o Fortaleza, em casa, fez um 2º tempo muito bom e não teve foi sorte pra vencer a partida…. Todo cuidado é pouco.

    É a minha opinião

  3. Avatar de Jota
    Jota

    Não vejo todo esse favoritismo bicolor. Se o técnico do Macaé viu o jogo contra o Cuiabá e o segundo tempo de ontem, já era. Resta saber se Mazola tem o antídoto.

    1. Avatar de blogdogersonnogueira
      blogdogersonnogueira

      O Paissandu do jogo contra o Cuiabá já ficou para trás, Jorge. O time ganhou consistência tática e confiança. Pelo que vi do Macaé não será páreo, nem aqui e nem lá no Rio. Anotem o que eu estou dizendo.

  4. Avatar de celira

    Amigo Gerson, Cláudio, Jota, Edson, Heleno, Miguel, Nelio e companhia.

    Para mim, será uma final difícil, como deve ser toda final.

    O Macaé, que tem mérito de está na final, mostrou muita qualidade no primeiro jogo contra o CRB, quando jogou com três atacantes (segundo o técnico deles sempre jogam assim), fazendo dois gols em jogadas ensaiadas e sabendo defender-se com qualidade e garra quando atacado (característicaajá mostrada no jogo contra os cearenses).

    Por sinal, o jogo contra o CRB foi a antítese do o jogo que o Macaé fez contra o Fortaleza (tanto fora quanto em Macaé). Nestes dois jogos valendo pelas quartas, o time do Rio contou com a falha do goleiro do Fortaleza e com a sorte para se classificar, ja que o ataque mostrou-se pouco produtivo.

    Em síntese, penso que o Macaé não é o time da goleada sobre o CRB (o time alagoana entrou em festa naquele jogo e esqueceu que ainda havia campeonato), porém, também não é o time defensivo dos jogos contra o Fortaleza. Vai ter final e qualquet comemoração antecipada é equivocada.

    1. Avatar de blogdogersonnogueira
      blogdogersonnogueira

      Não vi o primeiro jogo, mas a observar o CRB atuando em casa não me admira que tenha sido goleado. Time fraquíssimo o vermelhão das Alagoas. O Macaé não jogou com 3 atacantes na volta, ficou cozinhando o galo lá pelo meio. Uma partida horrorosa, amigo.

  5. Avatar de celira

    Quando puderes, libera meu comentário amigo Gerson.

  6. Avatar de celira

    Parece-me fato que o Paissandu tem problemas quando enfrenta times com três atacantes, de modo especial dois deles foren velozes. Foi assim contra o rival na finalíssima do parazão, foi assim contra o Salgueiro e foi assim ontem em Mogi. Todavia, ficam as perguntas:

    1) O Macaé terá coragem de enfrentar o Paissandu com três atacantes, arriscando-se no tudo ou nada no primeiro jogo?

    2) Mazola já mostrou que entende do riscado e surpreendeu o rival com a escalação de um time sem zagueiros, quando por muito pouco não levou a decisão para os penais contra o rival. Terá Mazola já começado os estudos sobre o Macaé?

    3) O segundo tempo de ontem foi relaxamento ou foi crescimento do Mogi no jogo?

    Penso que teremos final e o favoritismo do Papão dependerá do primeiro jogo. Vale destacar que mesmo já classificado para série B, final, por ser final, tende a ser um jogo nervoso, diferentemente das semis, quando os times ainda comemoram o acesso a divisão superior.

  7. Avatar de celira

    Amigos,

    Para mim, será uma final difícil, como deve ser toda final.

    O Macaé, que tem mérito de está na final, mostrou muita qualidade no primeiro jogo contra o CRB, quando jogou com três atacantes (segundo o técnico deles sempre jogam assim), fazendo dois gols em jogadas ensaiadas e sabendo defender-se com qualidade e garra quando atacado (característicaajá mostrada no jogo contra os cearenses).

    Por sinal, o jogo contra o CRB foi a antítese do o jogo que o Macaé fez contra o Fortaleza (tanto fora quanto em Macaé). Nestes dois jogos valendo pelas quartas, o time do Rio contou com a falha do goleiro do Fortaleza e com a sorte para se classificar, ja que o ataque mostrou-se pouco produtivo.

    Em síntese, penso que o Macaé não é o time da goleada sobre o CRB (o time alagoana entrou em festa naquele jogo e esqueceu que ainda havia campeonato), porém, também não é o time defensivo dos jogos contra o Fortaleza. Vai ter final e qualquet comemoração antecipada é equivocada.

  8. Avatar de celira

    Discordo de você, amigo Cláudio, sobre o Macaé ter despachado adversário mais difíceis. Fortaleza estava caindo de rendimento e CRB nunca foi um time tão qualificado. Penso que o Tupi e Mogi eram times do mesmo quilate.

  9. Avatar de miguelangelo1967

    Sobre a afirmação de que o Macaé eliminou dois times melhores que o Tupi e o Mogi só se for na camisa e tradição, no campo, como diz o amigo Celira, o Fortaleza dava sinais claros de queda em sua curva de nível, o time já se arrastava em campo e pouco se importava com a presença do seu treinador à beira do gramado, segundo amigos torcedores do Leão do Pici, o clima estava muito quente nos bastidores do tricolor cearense e não acreditaram na eliminação que ocorreu com a infelicidade das finalizações do seu time, e com a colaboração do goleiro no único gol do Macaé.
    Já na primeira partida contra o CRB, vi um time alagoano totalmente desligado como se o quisesse entrar logo de férias. O time atuou sem vontade e tomou quatro gols em situações que traduzem o desinteresse pela semi-final, não querendo ser leviano com a atitude do Galo alagoano, mas para mim, senti que eles não estavam mais com vontade de ir mais a lugar algum.
    Já no time do Macaé vi sim alguns lampejos de jogadas bem treinadas e que surtiram efeito em dois dos seus gols.
    Na partida de volta, bem diferente do que o Paysandú fez, que pese que a derrota bicolor contou muito com a inspirada atuação do goleiro do Mogi, principalmente no primeiro tempo, o Macaé apenas cozinhou o galo, como disse o amigo Gerson. O jogo foi tão chato e desinteressado que os narradores da Tv Brasil mais bateram papo entre si, como também já é de costume, do que narraram a partida, de tão “empolgante” que era!
    Afirmo e repito que Fortaleza e CRB só são maiores no nome e tradição porque no futebol os dois emergentes tanto o mineiro quanto o Mogi estavam em condições acima que os primeiros citados.

  10. Avatar de miguelangelo1967

    Correção: leia-se: a fraqueza dá lugar à virtude e quem estiver mais focado no título…

  11. Avatar de lobo alviazul
    lobo alviazul

    Vai ser uma grande final em condições normais o maior do norte leva, mas futebol não é uma ciência exata e final não tem favorito, tudo dependerá do primeiro jogo, um bom resultado será fundamental para a obtenção do 4° título nacional para o papão. Enquanto o Paysandu decide a conquista de seu 4° título nacional o rival, o defunto queima em uma luta interna pelo poder. E por isso que eu falo, e digo, o Paysandu não precisa, nunca precisou do clube do Remo. Aos loucos remistas que dizem que um não vive sem o outro taí a prova, o Paysandu decide seu 4 ° título nacional em 30 anos e o Clube do Remo caminha pra virar uma Tuna Luso Brasileira sem divisão e sem expresssão a excessão de sua torcida que reconheço é grande e nada mais. Reconheço que o rival foi grande, mas há muito tempo vive de torcida e sua torcida vive de sonhos, devaneios loucos, lembranças de uma época que o clube de Periçá era grande também nas 4 linhas.

  12. Avatar de lobo alviazul
    lobo alviazul

    Respeito o Remo e sou alvi azul, mas a torcida do Remo é que não respeita o clube vivendo esse delírio, de grandeza. Enquanto a torcida do Remo não se conscientizar de que hoje o clube é pequeno no contexto nacional aliás digo minúsculo, o Remo não sairá dessa arapuca de estar sem divisão. A humildade é o primeiro passo para se conquistar a grandeza.

  13. Avatar de miguelangelo1967

    A desatenção e desinteresse demonstrados no segundo tempo do jogo de ontem devem ser repelidos do ambiente bicolor pois, no futebol a vitória só se conquista com muita dedicação e entrega.
    Tudo bem que a alta temperatura e sol escaldante possa ter afetado o grupo, mas o que dizer das figuras caricatas de Pikachú e Héverton que não passaram de números despercebidos durante a partida?.
    O time bicolor carece muito de um armador de profissão e de mais uns três ou mais jogadores com a vontade igual a demonstrada por Bruno Veiga e Ruan, que dificilmente permanecerão no clube para 2015.
    Realizar um bom jogo na primeira partida da decisão e se possível vencê-la, ainda assim, restarão mais 90 minutos nos quais se não houver comprometimento com a causa só nos restará mais um vice-campeonato, toc, toc.
    A imprensa no modo geral e nós torcedores já temos o Paysandú com o título nas mãos, porém, muita calma nesta hora, do lado de lá tem um time que calou mais de 63 mil pessoas no Castelão contra o melhor time de toda a primeira fase da série C.
    Humildade e trabalhar com afinco serão excelentes aliados nesta final.

  14. Avatar de miguelangelo1967

    Nesta final, creio que o Mazola já deva estar estudando as virtudes e fragilidades do time carioca. Assim, como, chamando na dura os dois figurões de ontem, Pikachu que por mim teria sido expulso na falta totalmente desnecessária que cometeu, e o Héverton que uma vez perdida tinha o seu nome citado pelo narrador do jogo.
    Ontem o Paulo Rafael foi a figura do jogo, fez intervenções dificílimas e salvo engano, três delas com endereço certo!
    Bruno Veiga e Ruan são o que temos de melhor no ataque comparando os dois times da final. Rápidos e com fome de gols, serão duas figuras muito bem vigiadas nas finais.
    A entrada de Marcos Paraná não teve um efeito tão condizente com o que esperava, vejo que ainda está sem ritmo de jogo e lento em algumas transações.
    Quanto ao Macaé o time padece de um meio campo e defesa que se pressionados da forma como o Paysandú gosta de atuar marcando em cima, comete erros na transição de passes, esses que os trocam sem a menor objetividade, muito toque para os lados talvez na espera de uma falha de marcação, mas sem muita criatividade.
    Mas, trata-se de uma final, e em tais situações, as fraqueza dá lugar à virtude e que estiver mais focado no título o levantará com todo mérito nesta decisão.
    Na minha opinião, independentemente de camisa, chegaram à final os dois melhores times desta série C, pois subiram de produção na hora exata e mantiveram a pegada, principalmente no primeiro jogo das semi-finais, quando tudo ainda era êxtase pelo acesso.
    Que vença o Paysandú, o time que mais títulos nacionais possui no Norte do Brasil, que vença o Pará que precisa muito de novas conquistas no cenário do futebol brasileiro.
    Diferente de muita conversa de trancoso que vem com papo furado de que o título da terceira divisão não é para ser comemorado, só digo uma coisa: “em tempos de vacas magras até um ovo de codorna é banquete!”

  15. Avatar de Charles Resende
    Charles Resende

    Não vi o jogo de ontem. Mas,cá pra nós,o Papão relaxou no segundo tempo. É a minha impressão.

  16. Avatar de Cláudio Santos - Técnico do Columbia - Val de Cans

    Amigos, Celira e Miguel, sinceramente não vi essa queda do Fortaleza… os 3 últimos jogos do FEC: 4 x 0, no treze… 0 x 0 com o Botafogo-PB, fora e casa, com o Bota fazendo o jogo da classificação dele e, 3 x 2 no ASA … Olha, FEC perdeu foi pra sapato alto, e pela boa estratégia do Macaé, no 2º jogo, mas nunca por ter caído de produção… Vejo assim..

  17. Avatar de celira

    Amigo Claudio, o Fortaleza estava em queda de rendimento. Óbvio que a desclassificação foi coisss do futebol. Mas a queda de rendimento pode ser vista em números a partir da 12 rodada até sua eliminação. Veja o retrospecto:

    Vitórias: 3 (2 em casa e uma fora – Águia na 12 rodada)
    Empates: 5 (3 em casa e 2 fora)
    Derrotas: 1 (CRB 3 – 0).

    O que os números dizem?

    Para mim, os números dizem que o líder do grupo A, na reta final, disputou 27 pontos (incluindo as quartas) e ganhou apenas 14. Sendo que em casa, o Fortaleza disputou 15 pontos e ganhou apenas nove. Para mim, Cláudio, isso mostra a queda de rendimento.

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